Retorno do trabalho após uma longa terça-feira. Na estrada, de carona com outros professores, os olhos cansados, o corpo frágil, o pensamento desatento.

Retorno do trabalho após uma longa terça-feira. Na estrada, de carona com outros professores, os olhos cansados, o corpo frágil, o pensamento desatento.
Sobre as imagens que estão começando a surgir no site: https://extensao.milharal.org/category/pesquisa-de-campo/fotografia/
Uma das questões que tem movimentado meu pensamento em minha prática como professor na universidade, é de que forma podemos apreender e captar os saberes e a novidade trazida por cada aluno. A universidade, como toda instituição, é um universo cheio de códigos próprios. Nela, algumas formas de enunciação, suas linguagens e formas de pensamento são mais incentivadas e reconhecidas do que outras. Cada instituição é marcada por formas próprias de comunicação. Em se tratando de uma instituição voltada para a promoção do conhecimento, a criação de mecanismos que permitam o encontro entre diferentes saberes e formas de expressão com aqueles conhecimentos que gozam de maior centralidade na instituição, pode contribuir para o surgimento de uma ecologia mais diversa. A possibilidade de inovação e ação criativa no interior de qualquer instituição depende de uma capacidade de relacionar suas dinâmicas internas com o meio externo. Por vezes, tenho a impressão que a não-abertura para outras formas expressivas no trabalho com os estudantes gera epistemicídios – a perda/morte de outros saberes (expressão do Boaventura de S.Santos). Como acolher outros saberes que são frequentemente silenciados pelos códigos dominantes no interior de uma instituição? Como proporcionar um encontro positivo entre esses diferentes saberes de maneira a criar novos conhecimentos, tanto acadêmicos quanto existenciais? As imagens que vocês estão começando a produzir estão dando novas pistas, rastros de novos caminhos a serem investigados.
Dia 8 de maio, no Arquivo do Estado, junto ao grupo de pesquisa HÍMACO, vamos nos reunir para discutir o uso de software livres e suas relações com os direitos autorais.
Selecionei abaixo algumas referências teóricas sobre o tema. O material abaixo foi utilizado no curso Sociedade e Tecnologias Digitais, no semestre passado, e está integralmente disponível aqui: http://pt.wikiversity.org/wiki/Sociedade_e_Tecnologias_Digitais/2012
Espaço, Paisagem e Educação
SANDEVILLE, Euler. Um passeio pelo jardim popular paulistano.
SANDEVILLE, Euler. Paisagens e Métodos. Algumas contribuições para elaboração de roteiros de estuda da paisagem intra-urbana.
SANDEVILLE, Euler. Paisagens são experiências partilhadas
Geografias, Imagem e Mapeamento
GIRARDI,Gisele Girardi. Mapas Desejantes: uma agenda para a Cartografia Geográfica.
VIANNA JR.,Aurelio. O reencantamento da cartografia (reportagem Le Monde Diplô Brasil). Iconoclastas: Mapeo Colectivo (texto em espanhol).
OLIVEIRA Jr., Wenceslao Machado (coordenador). Projeto Imagens, Geografias e Educação, CNPq 477376/2011-8, 2012-2013.
Universidade e Sociedade: ensino, pesquisa e extensão
SANTOS, Boaventura de Sousa. A Universidade no Século XXI: para uma reforma democrática e emancipatória da Universidade. São Paulo: Ed. Cortez, 2004.
Ensino e Pesquisa, Professor e Pesquisador (referências epistemológicas)
BARTHES, Roland. O Rumor da Língua, São Paulo: Martins Fontes, 2004. Capítulos sugeridos: “Escritores, intelectuais, professores” e “Seminário”.
CHARLOT, B. Relação com o Saber, Formação de professores e Globalização. Porto Alegre: ArtMed, 2005. Capítulos sugeridos: “Enquanto houver professores…os universais da situaçao de ensino” e “Ensinar, formar: lógica dos discursos constituídos e lógica das práticas”.
CHARLOT, B. Relação com o Saber, Formação de professores e Globalização. Porto Alegre: ArtMed, 2005. Capítulo sugerido: “A escola na periferia: abertura social e cercamento simbolico”. p.101-122
COULON, Alain. A reviravolta etnometodológica. In: Etnometodologia e Educação. Petrópolis: Vozes, 1995.
DUARTE, Newton. Conhecimento Tácito e Conhecimento Escolar na Formação do Professor (Porque Donald Schön não entendeu Luria). Educ. Soc., Campinas, vol. 24, n. 83, p. 601-625, agosto 2003 .
FREIRE, Paulo & SHOR, Ira. Medo e Ousadia. Cap.1. São Paulo: Paz e Terra, 1987.
GOODSON, Ivor. Currículo, Teoria e História. Petrópolis: Vozes, 2005. Capítulo sugerido: “Currículo: a invenção de uma tradição”.
LARROSA, Jorge. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista Brasileira de Educação, n°19, 2002.
LELIS, Isabel Alice. Do Ensino de conteúdos aos saberes do professor: mudança de idioma pedagógico. Educação & Sociedade, ano XXII, no 74, Abril/2001.
MARTINS, J.S.. O Senso Comum e a Vida Cotidiana. Tempo Social, v.10, n.1.Departamento de Sociologia – FFLCH-USP, São Paulo, maio de 1998, pp.1-8. – PDF
RANCIÈRE, Jacques. O Mestre Ignorante. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. Capítulo sugerido: Prefácio à edição brasileira.
TARDIF, Maurice. Saberes Profissionais dos professores e conhecimentos universitários. Revista Brasileira de Educação, n.13, 2000, pp.5-24.
Modos de conhecimento, linguagens e as tecnologias de comunicação
ALVES, Maria Adélia . Filmes na escola: uma abordagem sobre o uso de audiovisuais (vídeo, cinema e programas de TV) nas aulas de Sociologia do ensino médio. Dissertação de Mestrado, Unicamp-FE, Campinas, 2001.
BOSI, Alfredo. Fenomenologia do olhar. In: NOVAES, Adauto (Org.). O olhar. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 65-87.
BRUZZO, Cristina. O CINEMA NA ESCOLA: o professor, um espectador. Tese de Doutorado, Unicamp-FE, Campinas, 1995. (Sugestão: pp.117-152.).
KRASS, Gunther. O ensino na era da informação: entre a instabilidade e a integração. In: Regina Leite Garcia e Antonio Flavio Barbosa Moreira (orgs.). Currículo na Contemporaneidade: incertezas e desafios, São Paulo: Cortez, 2003.
LEVY, Pierre . Educação e Cibercultura. 2002. Acesso em: 26 de janeiro de 2007.
MACDOUGALL, David. Significado e Ser. In: Barbosa, Andréa & Cunha, Edgar & Hikiji, Rose (orgs.). Imagem-Conhecimento. Antropologia, Cinema e outros diálogos. Campinas: Papirus, 2009.
MIRANDA, Carlos Eduardo Albuquerque. Uma educação do olho: as imagens na sociedade urbana, industrial e de mercado. Cadernos CEDES, Campinas, v. 21, n. 54, p. 28-40, 2001. Disponível em:
MIRANDA, Carlos Eduardo Albuquerque. Orbis Sensualium Pictus – Comenius em busca das técnicas mnemônicas. Carlos-Eduardo-Miranda-Comenius-em-busca-das-tecnicas-mnemonicas
OLIVEIRA Jr., Wencesláo Machado de. “FILMES E PROFESSORES: momentos de uma oralidade muito presente” Revista PRO-POSIÇÕES, Vol.10, no 28, março de 1999, Faculdade de Educação, Unicamp.
PASSOS, E. & KASTRUP, V. & ESCÓSSIA, L.. Pistas do método da cartografia: Pesquisa-intervenção e produção de subjetividade. Porto Alegre: Sulina, 2009.
ROLNIK, Suely. Geopolítica da cafetinagem. 2007. Acesso em: 20 de julho de 2007.
SAMAIN, Etienne. Oralidade, escrita, visualidade. Meios e modos de construção dos indivíduos e das sociedades humanas. In: Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (Org.). Perturbador mundo novo: história, psicanálise e sociedade contemporânea – 1492-1900-1992. Coordenação Luis Carlos Uchôa Junqueira Filho. São Paulo: Escuta, 1994. p. 289-301.
Como inserir uma fotografia em um ponto específico criado no Google Maps:
1. Abrir o mapa (exemplo do nosso mapa): https://maps.google.com/maps/ms?msid=208440070986848122014.0004d71eb49f913a23847&msa=0&ll=-23.439599,-46.402801&spn=0.003421,0.004823&iwloc=0004d7a5d095dff02aed7
2. Fazer o login
3. Clicar em EDITAR (botão vermelho à esquerda).
4. No canto esquerdo superior da imagem do mapa aparecerão três ícones para edição. Selecio o “PONTO”.
5. Leve o cursor para o ponto do mapa onde deseja inserir a marcação e clique novamente sobre o local.
6. Em seguida, abrirá uma caixa para edição de informações sobre o ponto. Clique agora em “Texto formatado”.
7. Dentro do box de edição apareça uma barra de ferramentas (igual ao WORD). Clique no desenho da imagem, para inserir uma imagem.
8. Em seguida, basta colar o link da fotografia.
Presentes: Henrique, Racin, Marcella, Aymbere, Edsonia.
Discussão do texto do Colectivo Situationes: Sobre o Militante Investigador
FONTE: http://mapasdevista.hacklab.com.br/
Mapas de Vista é um tema/plugin para WordPress que permite que você crie mapas e distribua conteúdos sobre ele utilizando Google Maps (veja exemplo), Open Street Maps (veja exemplo) ou até mesmo uma imagem qualquer (veja exemplo).
como um tema (recomendável) e ter um seu mapa configurado em poucos minutos. Você ainda pode criar quantos mapas quiser dentro do seu site
como um plugin (experimental) e definir apenas uma ou mais páginas do seu site para serem seus mapas
Nota: Essas instruções se aplicam a uilização do mapasdevista como um tema. Se você quiser experimentá-lo como um plugin, as instruções são basicamente as mesmas: apenas coloque ele na pasta de plugins ao invés da de temas e crie o mapa manualmente.
Cada mapa no Mapas de Vista, fica em uma página.
Criei um formulário online para irmos inserindo os dados dos nossos contatos.
É algo simples. Vejam o que vcs acham:
Dados Educacionais
PAD coletivo do Hacks-Hacker Educação: https://pad.riseup.net/p/dadoseducacao
Lista discussao: http://groups.google.com/groups/dadosemeducacao
Site: http://saopaulo.meetup.hackshackers.com
Projetos de outras Instituições de Pesquisas:
Instituto de Fomento de Tecnologia do Terceiro Setor: IT3S
Mootiro maps: http://maps.mootiro.org (faz API para fazer download). wiki.mootiro.org dados.mootiro.org
Plataforma francesa – ALIZARINE
Site com dados georreferenciados: http://educabrasil.org
Eping: sistema de protocolos e padroes do governo federal.
RETPS – www.retps.org.br – Rede de Transparencia e Participaçao Social. Discussão sobre bases de dados de absenteísmo de professores:
Dados Governamentais
Microdados do INEP: http://portal.inep.gov.br/basica-levantamentos-acessar
Dados governamentais abertos: http://dados.gov.br/
Federal: painel.mec.gov.br (mais de 100 indicadores)
Estadual: governoaberto.sp.gov.br (boa, pois descreve o nome das bases de dados).
www.catalogodesistemas.sp.gov.br
BANCOS DE DADOS DISPONÍVEIS:
Backup MySql contendo “”todas”” as tabelas abaixo descritas: https://dl.dropbox.com/u/6268116/DADOSABERTOS/EDUCACAO/bkp_educacao_mysql.sql.zip
Se quiserem em outro BD(PostGree, SqlServer(blearg), … ), favor avisar que posso providenciar)
BANCO DE DADOS DE FALTAS E BôNUS DOS PROFESSORES Origem: https://www.dropbox.com/s/0rfle47p5iu22r3/Bonus_2011.mdb Carregadas no MySql. -tb_funcionarios_bonus_2011 -tb_carga_horaria_bonus_2011
ESCOLAS DA REDE ESTADUAL – SP Origem: http://www.educacao.sp.gov.br/central-de-atendimento/ArquivosAtualizacao/EstadualSE.xlsx Carregadas no MySql. -EstadualSE
CENSO ESCOLAR
Microdados censo escolar Inep 2011 Ainda estou devendo no BD. Mas acho q não precisaremos dele completo, por hora.
Censo Escolar 2011: Informações de infraestrutura de escolas de São Paulo (capital) (código: “0″ não; “1″ sim) https://www.dropbox.com/s/iwwhtow9mi91v2n/CENSO%20ESCOLAR%202011_Escolas_SP_educacao-basica_infos.zip
Carregadas no MySql.
Ideb e Prova Brasil: Divulgação dos resultados dos Anos Iniciais EF por Escolas 2011 Origem: https://www.dropbox.com/s/49124sdo3rrh4mb/IDEB%20E%20PROVA%20BRASIL%20%20Divulga%C3%A7%C3%A3o%20Anos%20Iniciais%20-%20Escolas%202011.zip Carregadas no MySql. -ideb_e_provabrasil_anos_iniciais_2011 Divulgação dos resultados dos Anos Finais EF por Escolas 2011 Origem: https://www.dropbox.com/s/h89me81h7qvfxh6/IDEB%20E%20PROVA%20BRASIL%20Divulga%C3%A7%C3%A3o%20Anos%20Finais%20-%20Escolas%202011.zip
Ainda estou devendo no BD. Taxa de abandono de Escolas da Região Sudeste Origem: https://www.dropbox.com/s/vmc79jh9t5ethe2/Taxa%20de%20abandono.zip Carregadas no MySql. -taxa_abandono_sudeste
Registro do Percurso com GPS: Como usar OpenStreetMap Tracker para Android
1. em configurações, autorizar a instação de programas “nao-autorizados”.
2. instalar no Android o programa Fdroid = www.f-droid.org
3. instalar via fdroid o OpenStreetMap e OpenStreetMap-Tracker para Android.
4. ligar o sensor de GPS.
5. ligar o OSM-Tracker
6. Criar nova “trilha”.
7. Ao concluir clicar em opções e “para e salvar”.
8. Depois, clicar sobre a “trilha” criada e exporta-la como “GPX”.
Compartilhando sua trilha (para depois ser inserida em qualquer mapa digital):
-Criar conta no www.openstreetmap.org
-logar
-fazer upload do arquivo GPX que está no cartão do seu celular.
Exemplo resultado: http://www.openstreetmap.org/user/opensocialsciences/traces/1408688
Imagens disponíveis em:
PROEXT: https://extensao.milharal.org/category/pesquisa-de-campo/fotografia/
PIBID: https://pibid.milharal.org/category/fotografia/
Quarta-feira, 20 de março de 2013.
18:00-20:00hs
Presentes: Racin, Marcella, Edsonia, Tiely, Julia, Mariana, Aline, Rodrigo Pedro.
Visualizamos as imagens selecionadas de cada um e fizemos uma breve discussão sobre as fotografias.
Roteiro:
(1) visualização das imagens selecionadas de cada um (sem comentários).
(2) autor fez comentários sobre suas imagens.
(3) demais presentes podiam fazer comentários sobre as imagens após relato do autor.
26/03 – Terça-feira – 10:00hs, sala 7 do campus – 13:00hs: Discussão dos Textos (o foco será o tema da pesquisa-ação e ecologia de saberes):
–BOAVENTURA DE SOUZA SANTOS—A UNIVERSIDADE NO SEC XXI (em especial pp.40-90).
-Colectivo Situationes: Sobre o Militante Investigador
Saída Fotográfica – 02032013
Presentes: Guilherme, Danielle, Mariana, Aline, Julia, Marcella, Edsonia, Racin, Aymbere, Atieli, Henrique.
Saida EFLCH: 10:40hs
Fechamento: 15:00hs almoço no restaurante boteco.
Registro do Percurso com GPS: Como usar OpenStreetMap Tracker para Android
1. em configurações, autorizar a instação de programas “nao-autorizados”.
2. instalar no Android o programa Fdroid = www.f-droid.org
3. instalar via fdroid o OpenStreetMap e OpenStreetMap-Tracker para Android.
4. ligar o sensor de GPS.
5. ligar o OSM-Tracker
6. Criar nova “trilha”.
7. Ao concluir clicar em opções e “para e salvar”.
8. Depois, clicar sobre a “trilha” criada e exporta-la como “GPX”.
Compartilhando sua trilha (para depois ser inserida em qualquer mapa digital):
-Criar conta no www.openstreetmap.org
-logar
-fazer upload do arquivo GPX que está no cartão do seu celular.
Exemplo resultado: http://www.openstreetmap.org/user/opensocialsciences/traces/1408688
Seleção e Publicação das Imagens:
-selecionar 10 fotos.
-redimensiona-las para 900 pixels (lado maior).
-postá-las no…????
Como inserir uma fotografia em um ponto específico criado no Google Maps:
2. Fazer o login
3. Clicar em EDITAR (botão vermelho à esquerda).
4. No canto esquerdo superior da imagem do mapa aparecerão três ícones para edição. Selecio o “PONTO”.
5. Leve o cursor para o ponto do mapa onde deseja inserir a marcação e clique novamente sobre o local.
6. Em seguida, abrirá uma caixa para edição de informações sobre o ponto. Clique agora em “Texto formatado”.
7. Dentro do box de edição apareça uma barra de ferramentas (igual ao WORD). Clique no desenho da imagem, para inserir uma imagem.
8. Em seguida, basta colar o link da fotografia.
Sugestão de leitura:
FRANCO, Maria Amélia Santoro. Pedagogia da Pesquisa-Ação. Educação e Pesquisa, São Paulo, v.31, n.3, p.483-502, set/dez. 2005.