Categoria: mapeamento

  • Razões para usar o Open Street Map

    Razões para usar o Open Street Map

    Toda vez que eu falo para alguém sobre o OpenStreetMap, a pessoa inevitavelmente me pergunta: “Por que não usar o Google Maps?” De um ponto de vista prático, é uma pergunta compreensível, mas, em última análise, não é uma questão de praticidade, mas da reflexão sobre o tipo de sociedade na qual nós queremos viver. Eu discuti este assunto numa palestra que dei em 2008, no primeiro encontro MappingDC. Aqui estão muitos daqueles conceitos, mas expandidos.

    No começo do século XIX, as pessoas tinham problemas com o tempo. Não com a falta de tempo: a questão era saber que horas eram, mesmo. Os relógios existiam, mas cada cidade ou vila tinha sua própria hora, “a hora local”, que era sincronizada pelos relógios da cidade ou, mais frequentemente, pelos sinos das igrejas. Aos poucos, a hora da ferrovia e, então, a Hora Média de Greenwich suplantaram completamente a hora local, e a maioria das pessoas, hoje, sempre pensa nas horas como universais. Isto se deu, nos EUA, pela adoção pelas estradas de ferro e, depois, das universidades e grandes negócios.

    O dilema dos tempos modernos é a geografia e todos estão procurando pela fonte definitiva. O Google gasta, anualmente, US$1 bilhão para manter seus mapas, e isto não inclui o US$1,5 bilhão gasto na compra do Waze. O Google está longe de ser a única empresa tentando ser dona de todos os lugares: a Nokia comprou a Navtek, e a TomTom e a Tele Atlas se fundiram. Todas essas empresas querem se tornar a fonte definitiva para mostrar aquilo que está na face da Terra.

    Porque saber o que está nos territórios se tornou um grande negócio. Com GPS em todos os carros e um smartphone no bolso de cada uma das pessoas, o mercado de mostrar onde você está e aonde ir se tornou uma disputa feroz.

    Com todas estas empresas disputando o nicho, por que precisamos de um projeto como o OpenStreetMap? A resposta é simples: na sociedade, nenhuma empresa deve ter o monopólio dos lugares, assim como nenhuma empresa tinha o monopólio das horas no começo do século XIX. Os lugares são recursos compartilhados, e quando você dá todo esse poder a uma única instituição, ela pode não só mostrar a sua localização, mas formatá-la também. Em resumo, há três preocupações: quem decide o que aparece ou não nos mapas, quem mostra onde você está e aonde você deve ir e a privacidade pessoal.

    Quem decide o que aparece no Google Maps? A resposta é, obviamente, o Google. Eu ouvi esta preocupação num encontro com um governo local em 2009 — eles estavam preocupados por usar o Google Maps no seu site porque o Google escolhe que estabelecimentos mostrar. Eles estavam certos em se preocupar com esta questão, já que o governo precisa se manter imparcial e, usando mapas de outros, eles entregam o controle disso a terceiros.

    Parece inevitável que o Google monetize buscas geográficas, seja com resultados premium ou alterando a ordem das prioridades, se é que eles já não fazem isso (por exemplo: é apenas uma coincidência eu procurar por “café da manhã” perto de casa e o primeiro resultado ser “lanchonetes SUBWAY®”?).

    A segunda preocupação é sobre a localização. Quem define onde um bairro fica ou onde você deve ou não ir. Esta questão foi levantada pela ACLU, apontando um provedor de mapas que dava rotas (instruções para quem estava dirigindo/andando/pedalando) e usava, como parte do algoritmo, o que eles determinaram ser bairros seguros ou perigosos. Isto traz uma questão: quem determina o que torna um lugar seguro ou não? Além disso, seguro pode ser apenas uma palavra-chave para algo mais sinistro.

    Agora mesmo, o Flickr está coletando informações sobre bairros, baseadas em fotos analisadas através de uma API. Eles usam estas informações para sugerir tags para suas fotografias, mas é possível alterar informações de limites de um bairro de um jeito sutil para afetar qualquer coisa, de padrões de trânsito a preços de aluguel. E quando um provedor de mapas se torna grande demais, ele vira a fonte da “verdade”.

    Por fim, estes provedores de mapas têm um incentivo para coletar informações sobre você de maneiras que você pode não concordar. Tanto Google quanto Apple coletam informações sobre sua localização quando você usa os serviços deles. Isto pode ser usado para melhorar a precisão dos mapas, mas o Google já anunciou que vai monitorar a correlação entre buscas e lugares onde você vai. Como mais de 500 milhões de smartphones Android, essa é uma enorme quantidade de informação individual sobre os hábitos das pessoas, estejam elas dando uma voltinha, no caminho para o trabalho, indo ao médico ou talvez comparecendo a uma manifestação. Nós não podemos ignorar as implicações sociais de tantos dados nas mãos de uma única entidade, não importa o quão benevolente ela diga ser. Empresas como o Foursquare usam ludificação (também conhecida como gamificação, nome dado à prática de usar mecânicas de games em coisas que não são exatamente games) para encobrir o que é essencialmente um processo de coleta de dados em larga escala. O Google decidiu entrar jogo com o Ingress, um game que sobrepõe um mundo artificial sobre o mundo real e encoraja usuários a reunir dados de rotas e fotografias em mapas para lutar contra ou ajudar uma invasão alien.

    Agora que identificamos os problemas, vamos examinar como o OpenStreetMap resolve cada um deles.

    Em termos de conteúdo, o OpenStreetMap é neutro e transparente. Ele é um mapa wiki que qualquer um pode editar. Se está faltando uma loja no mapa, ela pode ser adicionada, seja pelo dono ou até mesmo por um consumidor. Em termos de exibição (renderização), cada pessoa ou empresa que cria um mapa está livre para renderizar como quiser, mas o mapa principal do OpenStreetMap.org usa software FLOSS (Free/Libre Open Source Software, que quer dizer “software livre e de código aberto”) para renderização e qualquer um pode utilizá-lo. Em outras palavras, quem estiver interessado pode criar seus próprios mapas usando os dados já existentes.

    Da mesma maneira, os apps de rotas mais populares para o OpenStreetMap também são FLOSS e, mesmo que uma empresa escolha um software de outro tipo, o usuário está sempre livre para usar o que quiser, e seria fácil comparar os resultados de trajetos para encontrar anomalias.

    Por fim, com os dados do OpenStreetMap, um usuário está livre para baixar alguns ou até mesmo todos os mapas. Isto significa que é possível usar os dados sem estar conectado nem precisar dar sua localização para ninguém.

    O OpenStreetMap respeita a comunidade e respeita as pessoas. Se você ainda não é um colaborador, considere contribuir. Se você já contribui, muito obrigado.

     

    Este artigo foi originalmente publicado no blog de Serge Wroclawski, e reproduzido aqui sob licença Creative Commons. Você pode segui-lo no Twitter @emacsen.

    Utilizamos a tradução feita pelo http://gizmodo.uol.com.br/analise-openstreetmap/

    Aqui você aprende a usar o Open Street Map Tracker para Android https://extensao.milharal.org/2013/03/21/tutorial-registro-do-percurso-com-gps-como-usar-openstreetmap-tracker-para-android/

  • Tropixel- arte, ciência, tecnologia e sociedade

    Tropixel- arte, ciência, tecnologia e sociedade

    tropixel 2 logo 286P1060590 O Tropixel foi em evento que aconteceu entre os dias 21 e 25 de outubro e se propôs relacionar arte, ciência, tecnologia e sociedade, na transformação de Ubatuba em um laboratório experimental aberto, oferecendo olhares e ferramentas no relacionamento com a cidade e suas especificidades. Assim, além de palestras e oficinas, houve também uma programação para a realização de ações pontuais, de pesquisa e intervenção no espaço. Essas atividades foram propostas por alguns dos participantes e a programação para sua realização foi feita de maneira colaborativa, onde os grupos se juntaram por afinidade das ações e localização das mesmas.

    A diversidade foi um elemento essencial do projeto, envolvendo pessoas de áreas e locais dos mais distintos nas ações que iam desde oficinas para a criação de Instrumentos musicais com tecnologias livres até a montagem de um telecentro com computadores usados.

    Nós, integrantes do Pimentalab, acabamos nos concentrando em apenas uma atividade: o mapeamento cicloviário de Ubatuba. P1060512

    Esta atividade foi proposta por 3 pessoas que vieram com o Ônibus Hacker e pretendia, com a ajuda de alunos da ETEC de Ubatuba e outros moradores da cidade, andar de bicicleta e apontar onde são os pontos mais problemáticos para o ciclista como buracos e obstáculos, falta de sinalização, etc. De maneira que envolvessem habitantes de Ubatuba nesse processo que buscava criar melhores condições para a manutenção dessa característica da cidade que apesar de ser tida como estilo de vida para alguns, para muitos se trata de uma necessidade diante de restrições financeiras: meio de transporte cotidiano.

    1450874_621225047919494_1650861041_n Então, no primeiro dia nos concentramos em registrar, através de um tracker de celular e de fotos, o percurso que realizamos. Além de criar uma comunidade em uma rede social para trocarmos informações e noticias que nos possibilitem pensar em novas saídas para os problemas que os ciclistas enfrentam em Ubatuba. https://www.facebook.com/ubabike?fref=ts

    No segundo dia, nos reunimos para pensar em como poderíamos contribuir com a cidade e seus moradores. Surgiu então a ideia de realizar uma intervenção com stencil nas vias, para sinalizar o melhor percurso para o ciclista que ia de uma ciclovia a outra, o que também indicava aos motoristas que eles deveriam redobrar sua atenção naquele local, pois dividiriam espaço com os ciclistas. Desse modo a ação significou uma possibilidade de intervenção direta dos usuários das ciclovias e ciclofaixas na cidade, pois apesar de serem maioria na população local, são colocados em segundo plano pelas intervenções da prefeitura, que priorizam uma lógica rodoviária para a organização dos fluxos na cidade.

    P1060609

    P1060601P1060599

    P1060621

    Abaixo estão as imagens das sinalizações sendo utilizadas no dia seguinte a intervenção.

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    Por fim, no terceiro dia, criamos um mapa no crowdmap (https://ubabike.crowdmap.com/), onde é possível que qualquer pessoa aponte onde são os locais que oferecem maior perigo para o ciclista. Visamos desse modo, fazer com que nossas ações no tropixel sejam apenas o ponto de partida para outras atividades, organizadas quem sabe pela própria população local. Nesse sentido o mapa colaborativo pode servir tanto para pensarmos em quais outros locais seria interessante intervir, quanto para colher dados para a apresentação de uma proposta de intervenção para a prefeitura, que se mostrou bastante disposta em colaborar e utilizar as informações coletadas para mudanças no local.

    Aqui também se encontram alguns links sobre o evento e sua organização, a ETEC local e o Ubalab, iniciativa local relacionada à cultural digital:

    https://www.facebook.com/etecubatuba

    http://tropixel.ubalab.org/

    http://ubalab.org

  • Estatísticas do Twitter – Dia Nacional de Lutas

    Alguns dados para pensar (consulta básica de algumas métricas). A título de pesquisa experimental, levantei alguns dados no twitter sobre a repercussão dos atos no dia 11/07/2013. 

    Selecionei duas hashtags pra efeito de comparação do que rolou no dia (na realidade há múltiplas hashtags sendo utilizadas e é não é fácil quais são as mais relevantes):
    #dianacionaldelutas – convocatória mais “oficial” vinculada à grandes organizações.
    #ocupeamidia – mais diretamente vinculada ao ato pela democratização da mídia (protesto na globo).

    Considerando a dimensão do ato contra a globo X chamada do dia nacional de lutas, o modo de difusão teve contornos distintos.

    Em numeros absolutos de contas atingidas, o #dianacionaldelutas só teve 13% a mais de contas atingidas. Porém, em termos de “exposição” a diferença é bem maior (ou seja, #dianacionaldelutas foi bem mais comentado e replicado).Em termos do diagrama/arquitetura/grafo de distribuição é fácil perceber qual o elemento que deu essa escala maior: o #dianacionaldelutas tinha poucos hubs com muitos seguidores; enquanto #ocupeamidia tinha uma rede de distribuição menos concentrada e com hubs com menos seguidores.

    Uma coisa interessante: os principais difusores do #ocupeamidia foram duas contas internacionais: @15MBcn_int e @takethesquare. Consulta dos dados abaixo:

    Via TweetReach

    #vemprarua since:2013-07-08 until:2013-07-12
    #ocupeamidia since:2013-07-08 until:2013-07-12
    #dianacionaldeluta since:2013-07-08 until:2013-07-12
    #11j until:2013-07-12
    Via TweetArchivist
    #dianacionaldeluta since:2013-07-08 until:2013-07-12
  • Oficina – introdução ao GvSIG

    SIG: Informacao Espacial com informacao alfanumerica
    Bodahammer: o sig como organismo de defesa para orientar a enorme quantidade de informações que temos – integrador de informação
    John Snow: medico ingles – exemplo de uso
    livro: o mapa fantasma
    Visao: hipertrofiada na modernidade.
    Softwares:
        ArqGIS – proprietario
        SvSIG: http://www.gvsig.org
        QuantumGIS
    Gvsig: surge em 2004, em valencia, por conta de uma lei que obrigava os orgãos publicos a usar sodtwares livres
    Mito: somente software proprietario tem suporte tecnico.
    Software Livre: cria comunidade de aprendizado
    USANDO O SVSIG:
    Vista:camadas de informacao visual.
    Tabela: dados alfanumericos numa tabela
    Mapa: aquilo que vou imprimir.
    Projeção: colocar algo tridimensional como bidimensional
    Datum: ponto de informacao onde o dado coincide com o real.
    GoogleMaps – usa projecao wgs84
    Nos vamos usar a projecao EPSG:29193
    1. Criar vista
    2. Nomear arquivo
    3. Em propriedades definir projeçao mais adequada.
    Há dois tipos de mapas:
        -Raster: imagens de satelite, fotografia aerea
        -Vetorial: pontos, polignos,
    Endereço vem sem coordenadas geograficas. é preciso entrar no googlemaps e buscar as coordenadas (latitude longitude)
    No LABS DO GOOGLE MAPS
    ATIVAR LatLng Tool Tip
    COLOCA O CURSOR EM CIMA, APERTA O SHIFT
    CLICAR COM BOTÃO DIREITO E CLICAR EM DROP MARKER E COPIAR A COORDENADA
    Site para fazer a conversao de coordenadas latitude-longitude: http://splink.cria.org.br/conversor
    entrada: os dados do googlemaps estao em graus decimais, OBS: inverter a ordem latitude X longitude – trocar virgula do numero por ponto e manter a virgula entre as coordenadas
    formato de saida: UTM, SAD69, Zona (nosso caso SP) = 23.
    Criar tabela
    Importar tabela em CSV
    dados das tabelas em csv
    Janela -gestor de projeto – tabela – novo- adicionar a tabla csv – mudar o formato para CSV
    Janela – vista
    Vista – camada de enventos
    X – longitude longsad69
    Y – latitude latsad69 (altura, com relacao à linha do equador)
    zoom na camada
    ruas de guaruhlos (exemplo)
    adicionar camada com essas ruas (que sao os mapas das ruas vetorizados) em .shp formato de vetor
    USO de Filtro
    Salvar para selecao
    Depois…CAMADA e export para SHP file.
  • [Tutorial] Como inserir uma fotografia no Google Maps

    Como inserir uma fotografia em um ponto específico criado no Google Maps:

    1. Abrir o mapa (exemplo do nosso mapa): https://maps.google.com/maps/ms?msid=208440070986848122014.0004d71eb49f913a23847&msa=0&ll=-23.439599,-46.402801&spn=0.003421,0.004823&iwloc=0004d7a5d095dff02aed7

    2. Fazer o login

    3. Clicar em EDITAR (botão vermelho à esquerda).

    4. No canto esquerdo superior da imagem do mapa aparecerão três ícones para edição. Selecio o “PONTO”.

    5. Leve o cursor para o ponto do mapa onde deseja inserir a marcação e clique novamente sobre o local.

    6. Em seguida, abrirá uma caixa para edição de informações sobre o ponto. Clique agora em “Texto formatado”.

    7. Dentro do box de edição apareça uma barra de ferramentas (igual ao WORD). Clique no desenho da imagem, para inserir uma imagem.

    8. Em seguida, basta colar o link da fotografia.

  • [Tutorial] Mapeamento no WordPress

     FONTE: http://mapasdevista.hacklab.com.br/

    Documentação

    Mapas de Vista é um tema/plugin para WordPress que permite que você crie mapas e distribua conteúdos sobre ele utilizando Google Maps (veja exemplo), Open Street Maps (veja exemplo)  ou até mesmo uma imagem qualquer (veja exemplo).

    Funcionalidades

    • Crie quantos mapas quiser
    • Coloque posts, páginas ou qualquer outro ‘post type’ nos seus mapas. Basta editar o post e colocá-lo no mapa
    • Escolha qual é a posição inicial do mapa, o zoom e configure os limites por onde o visitante pode navegar no mapa
    • Permita que o visitante faça os filtros que você quiser: por categoria, tag, taxonomia personalizada, autor, entre outros…
    • Suporte a post formats (video, image, gallery)
    • Utilize seus próprios marcadores sobre o mapa. Cada post pode ter um marcador diferente
    • Personalização de cores e logo
    • Tema customizável através de temas filhos

    Você pode usar Mapas de Vista de duas maneiras:

    como um tema (recomendável) e ter um seu mapa configurado em poucos minutos. Você ainda pode criar quantos mapas quiser dentro do seu site

    como um plugin (experimental) e definir apenas uma ou mais páginas do seu site para serem seus mapas

    Instalando e começando a usar

    Nota: Essas instruções se aplicam a uilização do mapasdevista como um tema. Se você quiser experimentá-lo como um plugin, as instruções são basicamente as mesmas: apenas coloque ele na pasta de plugins ao invés da de temas e crie o mapa manualmente.

    • Faça o download do pacote (ou clone o repositorio do git)
    • caso tenha feito o download, extraia o zip e renomeie a pasta para ‘mapasdevista’
    • Coloque a pasta mapasdevista no seu diretorio de temas (wp-content/themes)
    • Ative o tema
    • Visite a home do seu site e clique no botão para criar seu primeiro mapa, ou crie um mapa manualmente (instruções abaixo)

    Criando um mapa manualmente

    Cada mapa no Mapas de Vista, fica em uma página.

    • Crie uma página normal e publique (ela não precisa ter conteúdo nenhum)
    • Se for usar uma imagem como mapa (veja exemplo), suba a imagem no tamanho correto, anexe a essa página e a configure como imagem destacada
    • Visite o menu Mapas de Vista > Mapas e clique em “Novo Mapa”
    • Selecione a página que você acabou de criar para ser a página que receberá esse mapa
    • Configure seu mapa
  • Mapas

     

    As escolas municipais estão todas num planilha disponível em: http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/AnonimoSistema/BannerTexto.aspx?MenuBannerID=24
    ou podem ser localizadas uma a uma na secretaria: http://www.educacao.sp.gov.br/central-de-atendimento/index_escolas.asp
    Mapeando o Pimentas – googlemaps onde estamos agregando várias camadas de outros mapas:
    https://maps.google.com/maps/ms?msa=0&msid=208440070986848122014.0004d71eb49f913a23847
    Mapa com escolas onde já realizamos estágio supervionado em Ciências Sociais em Guarulhos.
    Uma estudante fez um tutorial de como agregar uma tabela com dados estatísticos aos pontos georreferenciados no mapa: https://maps.google.com/maps/ms?msa=0&msid=208440070986848122014.000485b60ab4ebeb3be86
  • Dados em Educação

    Dados Educacionais

    PAD coletivo do Hacks-Hacker Educação: https://pad.riseup.net/p/dadoseducacao

    Lista discussao: http://groups.google.com/groups/dadosemeducacao

    Site: http://saopaulo.meetup.hackshackers.com

    Projetos de outras Instituições de Pesquisas:

    Instituto de Fomento de Tecnologia do Terceiro Setor: IT3S

    Mootiro maps: http://maps.mootiro.org (faz API para fazer download). wiki.mootiro.org dados.mootiro.org

    Plataforma francesa – ALIZARINE

    Site com dados georreferenciados: http://educabrasil.org

    Eping: sistema de protocolos e padroes do governo federal.

    RETPS – www.retps.org.br – Rede de Transparencia e Participaçao Social. Discussão sobre bases de dados de absenteísmo de professores:

     

    Dados Governamentais

    Microdados do INEP: http://portal.inep.gov.br/basica-levantamentos-acessar

    Dados governamentais abertos: http://dados.gov.br/

    Federal: painel.mec.gov.br (mais de 100 indicadores)

    Estadual: governoaberto.sp.gov.br (boa, pois descreve o nome das bases de dados).

    www.catalogodesistemas.sp.gov.br

     

    BANCOS DE DADOS DISPONÍVEIS:

    Backup MySql contendo “”todas”” as tabelas abaixo descritas: https://dl.dropbox.com/u/6268116/DADOSABERTOS/EDUCACAO/bkp_educacao_mysql.sql.zip

    Se quiserem em outro BD(PostGree, SqlServer(blearg), … ), favor avisar que posso providenciar)

    BANCO DE DADOS DE FALTAS E BôNUS DOS PROFESSORES Origem: https://www.dropbox.com/s/0rfle47p5iu22r3/Bonus_2011.mdb Carregadas no MySql. -tb_funcionarios_bonus_2011 -tb_carga_horaria_bonus_2011

    ESCOLAS DA REDE ESTADUAL – SP Origem: http://www.educacao.sp.gov.br/central-de-atendimento/ArquivosAtualizacao/EstadualSE.xlsx Carregadas no MySql. -EstadualSE

    CENSO ESCOLAR

    Microdados censo escolar Inep 2011 Ainda estou devendo no BD. Mas acho q não precisaremos dele completo, por hora.

    Censo Escolar 2011: Informações de infraestrutura de escolas de São Paulo (capital) (código: “0″ não; “1″ sim) https://www.dropbox.com/s/iwwhtow9mi91v2n/CENSO%20ESCOLAR%202011_Escolas_SP_educacao-basica_infos.zip

    Carregadas no MySql.

    censo_edu_basica_SP_2011

    Ideb e Prova Brasil: Divulgação dos resultados dos Anos Iniciais EF por Escolas 2011 Origem: https://www.dropbox.com/s/49124sdo3rrh4mb/IDEB%20E%20PROVA%20BRASIL%20%20Divulga%C3%A7%C3%A3o%20Anos%20Iniciais%20-%20Escolas%202011.zip Carregadas no MySql. -ideb_e_provabrasil_anos_iniciais_2011 Divulgação dos resultados dos Anos Finais EF por Escolas 2011 Origem: https://www.dropbox.com/s/h89me81h7qvfxh6/IDEB%20E%20PROVA%20BRASIL%20Divulga%C3%A7%C3%A3o%20Anos%20Finais%20-%20Escolas%202011.zip

    Ainda estou devendo no BD. Taxa de abandono de Escolas da Região Sudeste Origem: https://www.dropbox.com/s/vmc79jh9t5ethe2/Taxa%20de%20abandono.zip Carregadas no MySql. -taxa_abandono_sudeste

  • [Tutorial] Registro do Percurso com GPS: Como usar OpenStreetMap Tracker para Android

    Registro do Percurso com GPS: Como usar OpenStreetMap Tracker para Android

    1. em configurações, autorizar a instação de programas “nao-autorizados”.

    2. instalar no Android o programa Fdroid = www.f-droid.org

    3. instalar via fdroid o OpenStreetMap e OpenStreetMap-Tracker para Android.

    4. ligar o sensor de GPS.

    5. ligar o OSM-Tracker

    6. Criar nova “trilha”.

    7. Ao concluir clicar em opções e “para e salvar”.

    8. Depois, clicar sobre a “trilha” criada e exporta-la como “GPX”.

     

    Compartilhando sua trilha (para depois ser inserida em qualquer mapa digital):

    -Criar conta no www.openstreetmap.org

    -logar

    -fazer upload do arquivo GPX que está no cartão do seu celular.

    Exemplo resultado: http://www.openstreetmap.org/user/opensocialsciences/traces/1408688

  • Mapeamento – 02032013

    Saída Fotográfica – 02032013

     

    Presentes: Guilherme, Danielle, Mariana, Aline, Julia, Marcella, Edsonia, Racin, Aymbere, Atieli, Henrique.

     

    Saida EFLCH: 10:40hs

    Fechamento: 15:00hs almoço no restaurante boteco.

     

    Registro do Percurso com GPS: Como usar OpenStreetMap Tracker para Android

    1. em configurações, autorizar a instação de programas “nao-autorizados”.

    2. instalar no Android o programa Fdroid = www.f-droid.org

    3. instalar via fdroid o OpenStreetMap e OpenStreetMap-Tracker para Android.

    4. ligar o sensor de GPS.

    5. ligar o OSM-Tracker

    6. Criar nova “trilha”.

    7. Ao concluir clicar em opções e “para e salvar”.

    8. Depois, clicar sobre a “trilha” criada e exporta-la como “GPX”.

     

    Compartilhando sua trilha (para depois ser inserida em qualquer mapa digital):

    -Criar conta no www.openstreetmap.org

    -logar

    -fazer upload do arquivo GPX que está no cartão do seu celular.

    Exemplo resultado: http://www.openstreetmap.org/user/opensocialsciences/traces/1408688

     

    Seleção e Publicação das Imagens:

    -selecionar 10 fotos.

    -redimensiona-las para 900 pixels (lado maior).

    -postá-las no…????

     

    Como inserir uma fotografia em um ponto específico criado no Google Maps:

    1. Abrir o mapa: https://maps.google.com/maps/ms?msid=208440070986848122014.0004d71eb49f913a23847&msa=0&ll=-23.439599,-46.402801&spn=0.003421,0.004823&iwloc=0004d7a5d095dff02aed7

    2. Fazer o login

    3. Clicar em EDITAR (botão vermelho à esquerda).

    4. No canto esquerdo superior da imagem do mapa aparecerão três ícones para edição. Selecio o “PONTO”.

    5. Leve o cursor para o ponto do mapa onde deseja inserir a marcação e clique novamente sobre o local.

    6. Em seguida, abrirá uma caixa para edição de informações sobre o ponto. Clique agora em “Texto formatado”.

    7. Dentro do box de edição apareça uma barra de ferramentas (igual ao WORD). Clique no desenho da imagem, para inserir uma imagem.

    8. Em seguida, basta colar o link da fotografia.