Tag: software livre

  • Festival de Instalação – Software Livre

    Festival de Instalação – Software Livre

    No dia 22/05 o Pimentalab realizou uma oficina para instalação de software livre e introdução a comunicação segura.

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    Tux, o mascote do Linux. E GNU, símbolo do projeto GNU/Linux.

    Na oficina, quem levou seu computador pessoal pode escolher em instalar o Debian ou o Ubuntu, distribuições do projeto GNU/Linux(1).

    A ESCOLHA DA DISTRIBUIÇÃO

    Enquanto o Ubuntu é caracterizado pela sua preocupação com o usuário final, adotando cada vez mais características condizentes ao seu lema “ubuntu – linux para seres humanos”.  Já o Debian, sistema muito utilizado em servidores, tem uma preocupação maior com a estabilidade e segurança do sistema.

    Atualmente o Ubuntu está na sua versão 13.10 (lança em outubro/2013) e 14.04 LTS (Longo Tempo de Suporte, lançada em abril/2014). A versão LTS significa que a versão será oficialmente suportada durante 5 anos para estações de trabalho(2).

    Por padrão a interface gráfica utilizada pelo Ubuntu é o Unity.

    Unity no Ubuntu

    Em 2012 uma polêmica envolveu o criador do projeto GNU/Linux, Richard Stalllman, que acusava a Cannonical (atual empresa desenvolvedora do Ubuntu) de coletar dados dos usuários para terceiros. O ubuntu adotou um sistema de busca – ativado por padrão – que coletava dados locais dos usuários para fazer sugestões de produtos da Amazon:

    Richard Stallman – “mp3 não é crime”

    Se você recomenda ou redistribui GNU/Linux, por favor remova o Ubuntu das distros que você recomenda ou redistribui. Se é sua prática recomendar e instalar software não-livre, não recomendaria você a parar, deixe isto convencer você. Nas suas install fests, nos eventos do Dia da Liberdade do Software, nos seus eventos FLISOL, não instale ou recomende Ubuntu. Ao invés disto, digas as pessoas que Ubuntu é evitado por espionagem – Richard Stallman(3)

    A distribuição Debian possui sempre 3 versões em manutenção ativa: estável, teste e instável. A atual estável é a versão 7, wheezy (lançada em abril/2014). A versão teste, jessie, possui os pacotes de programas que estão na fila para a versão estável, ou seja, será essa versão a próxima oficial estável. Sua característica é de possuir programas em suas últimas atualizações. Já a versão instável, sid, é indicada para desenvolvedores. Por padrão, a interface gráfica instalada no Debian é o Gnome.

    Gnome Classic no Debian

    Uma característica interessante do Debian é o sistema ser em sua maior parte por desenvolvedores colaboradores do projeto. Possui a comunidade mais ativa no mundo linux(4). Esta é uma importante característica do software livre em comparação aos softwares proprietários. Presente nas liberdades básicas de um software livre, o acesso ao código fonte é fundamental para que o programa seja desenvolvido.

    Liberdades básicas de um software livre(5):

    • A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade 0).
    • A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo às suas necessidades (liberdade 1). Para tanto, acesso ao código-fonte é um pré-requisito.
    • A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao próximo (liberdade 2).
    • A liberdade de distribuir cópias de suas versões modificadas a outros (liberdade 3). Desta forma, você pode dar a toda comunidade a chance de beneficiar de suas mudanças. Para tanto, acesso ao código-fonte é um pré-requisito.

    O modelo proprietário, mantém o código fonte em segredo, nas mãos de um número reduzido de desenvolvedores. Uma boa discussão pode ser encontrada no texto de Eric Raymond “A catedral e o bazar”.

    TUTORIAIS DE INSTALAÇÃO

    APÓS A INSTALAÇÃO DO SISTEMA

    Normalmente após a instalação do sistema é preciso afinar algumas configurações, instalar alguns programas básicos e também fazer as atualizações de segurança.

    o amigável terminal do linux

    Multimídia:

    # aptitude update
    # aptitude install flashplugin-nonfree vlc openjdk-7-jdk openjdk-7-jre audacious kdenlive audacity

    com isso serão instalados o plugins responsáveis por rodar a maioria dos vídeos e áudios na internet,  reprodutor de filmes VLC, editor de vídeos KDEnLivre, editor de áudio Audacity

    Escritório:

    # aptitude install libreoffice

    instalação do pacote LibreOffice, com editor de textos, cálculos, apresentação etc.

    Gráficos:

    # aptitude install gimp inkscape scribus

    instalação dos editores de imagens Gimp (camadas), Inkscape (vetorial) e Scribus (publicações)

    Essas instalações são feitas à partir do terminal linux e o gerenciador de pacotes aptitude (ou apt-get no Ubuntu). Também poderão ser feitas por um gerenciador de pacotes gráfico, o Synaptic.

    Gerenciador de Pacotes Synaptic, no Ubuntu.

    Segurança:

    # aptitude upgrade

    As atualizações de segurança são ativadas por padrão quando disponíveis, cabendo ao usuário apenas aceitá-las pelo Atualizações de Programas.

    atualizações automáticas de programas
    Gostaria de instalar GNU/Linux no seu computador? Agende um encontro pelo email pimentalab-extensao@riseup.net ou compareça no laboratório Pimentalab na Unifesp Guarulhos (Av. Monteiro Lobato, 609 – campus provisório – 3º andar).

     

    REFERÊNCIAS

    1 – Introdução ao Projeto GNU – http://www.gnu.org/gnu/gnu-history.pt-br.html
    2 – Sobre versões e nomes do Ubuntu – http://wiki.ubuntu-br.org/VersoesUbuntu
    3- Stallman sobre Ubuntu – https://www.fsf.org/blogs/rms/ubuntu-spyware-what-to-do
    4 – Canto dos Desenvolvedores Debian – https://www.debian.org/devel/
    5 – O que é Software Livre – https://www.gnu.org/philosophy/free-sw.pt-br.html

  • Razões para usar o Open Street Map

    Razões para usar o Open Street Map

    Toda vez que eu falo para alguém sobre o OpenStreetMap, a pessoa inevitavelmente me pergunta: “Por que não usar o Google Maps?” De um ponto de vista prático, é uma pergunta compreensível, mas, em última análise, não é uma questão de praticidade, mas da reflexão sobre o tipo de sociedade na qual nós queremos viver. Eu discuti este assunto numa palestra que dei em 2008, no primeiro encontro MappingDC. Aqui estão muitos daqueles conceitos, mas expandidos.

    No começo do século XIX, as pessoas tinham problemas com o tempo. Não com a falta de tempo: a questão era saber que horas eram, mesmo. Os relógios existiam, mas cada cidade ou vila tinha sua própria hora, “a hora local”, que era sincronizada pelos relógios da cidade ou, mais frequentemente, pelos sinos das igrejas. Aos poucos, a hora da ferrovia e, então, a Hora Média de Greenwich suplantaram completamente a hora local, e a maioria das pessoas, hoje, sempre pensa nas horas como universais. Isto se deu, nos EUA, pela adoção pelas estradas de ferro e, depois, das universidades e grandes negócios.

    O dilema dos tempos modernos é a geografia e todos estão procurando pela fonte definitiva. O Google gasta, anualmente, US$1 bilhão para manter seus mapas, e isto não inclui o US$1,5 bilhão gasto na compra do Waze. O Google está longe de ser a única empresa tentando ser dona de todos os lugares: a Nokia comprou a Navtek, e a TomTom e a Tele Atlas se fundiram. Todas essas empresas querem se tornar a fonte definitiva para mostrar aquilo que está na face da Terra.

    Porque saber o que está nos territórios se tornou um grande negócio. Com GPS em todos os carros e um smartphone no bolso de cada uma das pessoas, o mercado de mostrar onde você está e aonde ir se tornou uma disputa feroz.

    Com todas estas empresas disputando o nicho, por que precisamos de um projeto como o OpenStreetMap? A resposta é simples: na sociedade, nenhuma empresa deve ter o monopólio dos lugares, assim como nenhuma empresa tinha o monopólio das horas no começo do século XIX. Os lugares são recursos compartilhados, e quando você dá todo esse poder a uma única instituição, ela pode não só mostrar a sua localização, mas formatá-la também. Em resumo, há três preocupações: quem decide o que aparece ou não nos mapas, quem mostra onde você está e aonde você deve ir e a privacidade pessoal.

    Quem decide o que aparece no Google Maps? A resposta é, obviamente, o Google. Eu ouvi esta preocupação num encontro com um governo local em 2009 — eles estavam preocupados por usar o Google Maps no seu site porque o Google escolhe que estabelecimentos mostrar. Eles estavam certos em se preocupar com esta questão, já que o governo precisa se manter imparcial e, usando mapas de outros, eles entregam o controle disso a terceiros.

    Parece inevitável que o Google monetize buscas geográficas, seja com resultados premium ou alterando a ordem das prioridades, se é que eles já não fazem isso (por exemplo: é apenas uma coincidência eu procurar por “café da manhã” perto de casa e o primeiro resultado ser “lanchonetes SUBWAY®”?).

    A segunda preocupação é sobre a localização. Quem define onde um bairro fica ou onde você deve ou não ir. Esta questão foi levantada pela ACLU, apontando um provedor de mapas que dava rotas (instruções para quem estava dirigindo/andando/pedalando) e usava, como parte do algoritmo, o que eles determinaram ser bairros seguros ou perigosos. Isto traz uma questão: quem determina o que torna um lugar seguro ou não? Além disso, seguro pode ser apenas uma palavra-chave para algo mais sinistro.

    Agora mesmo, o Flickr está coletando informações sobre bairros, baseadas em fotos analisadas através de uma API. Eles usam estas informações para sugerir tags para suas fotografias, mas é possível alterar informações de limites de um bairro de um jeito sutil para afetar qualquer coisa, de padrões de trânsito a preços de aluguel. E quando um provedor de mapas se torna grande demais, ele vira a fonte da “verdade”.

    Por fim, estes provedores de mapas têm um incentivo para coletar informações sobre você de maneiras que você pode não concordar. Tanto Google quanto Apple coletam informações sobre sua localização quando você usa os serviços deles. Isto pode ser usado para melhorar a precisão dos mapas, mas o Google já anunciou que vai monitorar a correlação entre buscas e lugares onde você vai. Como mais de 500 milhões de smartphones Android, essa é uma enorme quantidade de informação individual sobre os hábitos das pessoas, estejam elas dando uma voltinha, no caminho para o trabalho, indo ao médico ou talvez comparecendo a uma manifestação. Nós não podemos ignorar as implicações sociais de tantos dados nas mãos de uma única entidade, não importa o quão benevolente ela diga ser. Empresas como o Foursquare usam ludificação (também conhecida como gamificação, nome dado à prática de usar mecânicas de games em coisas que não são exatamente games) para encobrir o que é essencialmente um processo de coleta de dados em larga escala. O Google decidiu entrar jogo com o Ingress, um game que sobrepõe um mundo artificial sobre o mundo real e encoraja usuários a reunir dados de rotas e fotografias em mapas para lutar contra ou ajudar uma invasão alien.

    Agora que identificamos os problemas, vamos examinar como o OpenStreetMap resolve cada um deles.

    Em termos de conteúdo, o OpenStreetMap é neutro e transparente. Ele é um mapa wiki que qualquer um pode editar. Se está faltando uma loja no mapa, ela pode ser adicionada, seja pelo dono ou até mesmo por um consumidor. Em termos de exibição (renderização), cada pessoa ou empresa que cria um mapa está livre para renderizar como quiser, mas o mapa principal do OpenStreetMap.org usa software FLOSS (Free/Libre Open Source Software, que quer dizer “software livre e de código aberto”) para renderização e qualquer um pode utilizá-lo. Em outras palavras, quem estiver interessado pode criar seus próprios mapas usando os dados já existentes.

    Da mesma maneira, os apps de rotas mais populares para o OpenStreetMap também são FLOSS e, mesmo que uma empresa escolha um software de outro tipo, o usuário está sempre livre para usar o que quiser, e seria fácil comparar os resultados de trajetos para encontrar anomalias.

    Por fim, com os dados do OpenStreetMap, um usuário está livre para baixar alguns ou até mesmo todos os mapas. Isto significa que é possível usar os dados sem estar conectado nem precisar dar sua localização para ninguém.

    O OpenStreetMap respeita a comunidade e respeita as pessoas. Se você ainda não é um colaborador, considere contribuir. Se você já contribui, muito obrigado.

     

    Este artigo foi originalmente publicado no blog de Serge Wroclawski, e reproduzido aqui sob licença Creative Commons. Você pode segui-lo no Twitter @emacsen.

    Utilizamos a tradução feita pelo http://gizmodo.uol.com.br/analise-openstreetmap/

    Aqui você aprende a usar o Open Street Map Tracker para Android https://extensao.milharal.org/2013/03/21/tutorial-registro-do-percurso-com-gps-como-usar-openstreetmap-tracker-para-android/

  • CryptoParty: criptografia para as massas!

    CryptoParty: criptografia para as massas!

    Evento discute e ensina criptografia para usuários não experientes

    A primeira edição da CryptoParty São Paulo ocorrerá no último sábado deste mês, dia 30 de novembro, das 9h30 às 19h00.A CryptoParty (ou CriptoFesta) é um evento gratuito e aberto ao público para aprender como usar ferramentas básicas de criptografia para dar maior segurança à sua comunicação. O objetivo dos organizadores é incentivar a criação e disseminação de uma cultura de defesa da privacidade entre as pessoas que utilizam a Internet.

    Os participantes poderão, em um formato (meio) descontraído, assistir palestras sobre segurança da informação e privacidade, discutir o tema e também conhecer as ferramentas de proteção contra a vigilância praticada por empresas e governos.

    A cada nova revelação do WikiLeaks e de Edward Snowden ficamos apavorados e preocupados com a ameaça do controle e da vigilância. Então é necessário não só lutar politicamente contra novas leis e práticas de vigilância, mas também torná-la tecnicamente impossível. “O universo acredita na criptografia”, escreveu Julian Assange, fundador do Wikileaks, da embaixada do Equador em Londres, uma vez que “é mais fácil criptografar informações do que descriptografá-las”[1]. Se a política falhar (e não estamos num momento muito otimista), a criptografia poderá ser a nossa última esperança contra o domínio das grandes empresas e governos.

    A CryptoParty é uma iniciativa global[2] e descentralizada para apresentar softwares de criptografia e explicar seus conceitos para o público em geral. Portanto, não é necessário conhecimento prévio sobre o assunto para participar. A CryptoParty São Paulo está sendo organizada, desde o início de outubro, pela Actantes, entidade de defesa da privacidade e liberdade na rede[3], pelo Grupo de Trabalho “Segurança e Privacidade” da rede social livre Saravea[4] e por colaboradores individuais.

    A programação do dia começará às 9h30 e terminará às 19h e contará com a realização de oficinas (tutoriais), mesas de debate e desconferências (palestras relâmpago). O anonimato da rede Tor[5], chave pública de criptografia (GPG)[6] e OTR (Off The Record)[7] são algumas das ferramentas a serem apresentadas e discutidas durante a festa. No final da tarde, às 17h, o criptógrafo e professor da UNB, Pedro Rezende fará uma palestra mostrando os riscos da biometria para as sociedades democráticas. Falará também da urna eletrônica brasileira, desmistificando o discurso de segurança impecável e mostrando seus pontos obscuros e falhas. Além disso, durante o dia inteiro teremos um Install Fest (festival de instalação) do sistema operacional GNU/Linux Debian[8].

    A CryptoParty adota o software livre como marco zero na discussão de segurança. Nós não confiamos em softwares proprietários, isto é, em programas que não nós permitem observar, auditar, modificar e compartilhar o código fonte[9].

    A programação completa pode ser vista no site[10] ou através do hidden service do Tor[11]. Pedimos para todos os participantes que leiam antes a seção “dúvidas e perguntas mais frequentes”(FAQ) da CryptoParty[12].

    [1] Julian Assange, Cypherpunks: Liberdade e o Futuro da Internet
    [2] cryptoparty.in
    [3] actantes.org.br / actantes.inf.br
    [4] saravea.net/g/seguranca e saravea.net/g/cryptoparty – necessitamos de colaboração em diversos subgrupos de trabalho!
    [5] torproject.org
    [6] GPG – https://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_Privacy_Guard
    [7] OTR – https://en.wikipedia.org/wiki/Off-the-Record_Messaging
    [8] Debian – http://debian.org/
    [9] Essas são basicamente as 4 liberdades definidas no Projeto GNU que definem um software livre
    [10] https://cryptoparty.inf.br/#programacao
    [11] http://7rpom2smywmsynlu.onion
    [12] https://cryptoparty.inf.br/#faq

    :: CryptoParty Brasil - Edição São Paulo 2013 ::
    
    SITE OFICIAL: https://cryptoparty.inf.br
    
    LOCAL: Rua Minas Gerais, 181 - Consolação - São Paulo/SP 
    Próximo ao metro Paulista e Consolação.
    
    HORÁRIO: 9h30 às 19h
    
    EMAIL: contato@cryptoparty.inf.br
  • Tutorial: criar blog wordpress

    o WordPress é um software livre para gerenciamento de blogs. Software livre é diferente de”software gratuito”, pois no caso o próprio WordPress pode ser utilizado com fins comerciais; “free” pode ser traduzido como “grátis” ou “livre”. Para um software ser considerado livre, o  programa deve respeitar 4 liberdades essenciais: Liberdade de conhecer o código fonte; Modificar o código; Retransmitir (compartilhar) livremente; Executar.

     Criar o blog

    1 – criar usuário e senha em https://wordpress.com/ com email pessoal (canto esquerdo);
    2 – “Create a New Blog”. Definir endereço do blog. exemplo: “socioglobal.wordpress.com
    3 – nome do blog, privacidade “visível para todo mundo”;
    4 – selecionar opção “Create Blog”, versão não-paga;
    5 – para gerenciar o blog entrar em Dashboard;

    A hospedagem do blog pode ser feita em diferentes servidores que trabalham com blogs em WordPress. O próprio site do WordPress oferece uma hospedagem grátis e uma versão paga (como exemplo do tutorial acima). Outro exemplo é o Coletivo Milharal que visa atender a demanda “numa plataforma com requisitos mínimos de segurança, privacidade, acesso e controle da informação.” (mais em https://milharal.org/politica/)

  • Oficina – introdução ao GvSIG

    SIG: Informacao Espacial com informacao alfanumerica
    Bodahammer: o sig como organismo de defesa para orientar a enorme quantidade de informações que temos – integrador de informação
    John Snow: medico ingles – exemplo de uso
    livro: o mapa fantasma
    Visao: hipertrofiada na modernidade.
    Softwares:
        ArqGIS – proprietario
        SvSIG: http://www.gvsig.org
        QuantumGIS
    Gvsig: surge em 2004, em valencia, por conta de uma lei que obrigava os orgãos publicos a usar sodtwares livres
    Mito: somente software proprietario tem suporte tecnico.
    Software Livre: cria comunidade de aprendizado
    USANDO O SVSIG:
    Vista:camadas de informacao visual.
    Tabela: dados alfanumericos numa tabela
    Mapa: aquilo que vou imprimir.
    Projeção: colocar algo tridimensional como bidimensional
    Datum: ponto de informacao onde o dado coincide com o real.
    GoogleMaps – usa projecao wgs84
    Nos vamos usar a projecao EPSG:29193
    1. Criar vista
    2. Nomear arquivo
    3. Em propriedades definir projeçao mais adequada.
    Há dois tipos de mapas:
        -Raster: imagens de satelite, fotografia aerea
        -Vetorial: pontos, polignos,
    Endereço vem sem coordenadas geograficas. é preciso entrar no googlemaps e buscar as coordenadas (latitude longitude)
    No LABS DO GOOGLE MAPS
    ATIVAR LatLng Tool Tip
    COLOCA O CURSOR EM CIMA, APERTA O SHIFT
    CLICAR COM BOTÃO DIREITO E CLICAR EM DROP MARKER E COPIAR A COORDENADA
    Site para fazer a conversao de coordenadas latitude-longitude: http://splink.cria.org.br/conversor
    entrada: os dados do googlemaps estao em graus decimais, OBS: inverter a ordem latitude X longitude – trocar virgula do numero por ponto e manter a virgula entre as coordenadas
    formato de saida: UTM, SAD69, Zona (nosso caso SP) = 23.
    Criar tabela
    Importar tabela em CSV
    dados das tabelas em csv
    Janela -gestor de projeto – tabela – novo- adicionar a tabla csv – mudar o formato para CSV
    Janela – vista
    Vista – camada de enventos
    X – longitude longsad69
    Y – latitude latsad69 (altura, com relacao à linha do equador)
    zoom na camada
    ruas de guaruhlos (exemplo)
    adicionar camada com essas ruas (que sao os mapas das ruas vetorizados) em .shp formato de vetor
    USO de Filtro
    Salvar para selecao
    Depois…CAMADA e export para SHP file.
  • Formação: Software Livre e Direitos Autorais

     

    Dia 8 de maio, no Arquivo do Estado, junto ao grupo de pesquisa HÍMACO, vamos nos reunir para discutir o uso de software livres e suas relações com os direitos autorais.

    Selecionei abaixo algumas referências teóricas sobre o tema. O material abaixo foi utilizado no curso Sociedade e Tecnologias Digitais, no semestre passado, e está integralmente disponível aqui: http://pt.wikiversity.org/wiki/Sociedade_e_Tecnologias_Digitais/2012

    • Richard Stallman. (ordenados por ordem de prioridade. O Manifesto GNU é mais longo, voces podem se concentrar no 3 primeiros textos)
    • Lawrence Lessig. Cultura Livre, capítulo 10, “Propriedade”.

     

    Complementar
  • FLISOL 2012 em Guarulhos

     

    Neste sábado haverá o FLISOL – Festival do Software Livre de Guarulhos – http://softwarelivre.org/flisol-guarulhos
    A programação está bem interessante e convergente com as discussões da nossa disciplina Sociedade e Tecnologias Digitais – http://pt.wikiversity.org/wiki/Sociedade_e_Tecnologias_Digitais/2012

    Pela manhã, haverá palestra do Sergio Amadeu (está na nossa biliografia) e várias oficinas. Eu e alguns membros do Pimentalab faremos uma apresentação sobre tecnologias livres e educação com início previsto para às 10:40 (sala de artes), junto com o povo da Wikimedia Brasil.

    No mesmo horário o colega Thiago Pimentel fará uma oficina sobre tecnologia e ativismo em redes.
    No período da tarde haverão oficinas de edição de audio, video em software livre, entre outras coisas.

    Enfim, será uma ótima oportunidade para conhecer novas pessoas da região (alto-tietê) que estão envolvidas com o uso criativo e crítico das tecnologias de comunicação.