Ano: 2013

  • Planejamento inicial

    Planejamento Inicial e Organização do Trabalho

    Eixo de problematizacoes iniciais

    • Quais as transformações na ecologia de comunicaçao e de conhecimentos.
    • como as pessoas se comunicam, trocam informaçoes, aprendem e produzem conhecimentos?
    • quais os “ativos socio-culturais” da regiao, pontos de comunicaçao?
    • relação entre educação e tecnologia

    Princípios e pontos de partida

    • participação
    • colaboração
    • trabalhar com coletivos já existentes, agentes multiplicadores, interação com iniciativas coletivas
    • extensão como comunicação (P.Freire). Momento de produção de conhecimento, não apenas mera transmissão.
    • indissocialibidade ensino, pesquisa, extensão
    • participação e colaboração horizontal entre Universidade e Comunidade
    • memória e sistematização
    • Escola como aparelho cultural – educação como desenvolvimento local.
    • experimentar o ensino, a pesquisa e a extensão não enquanto práticas e momentos distintos da produção e difusão de conhecimentos, mas enquanto situações específicas de uma mesma prática;
    • reconhecer que a experiencia do cientista social e do professor dá-se no mesmo sujeito, o professor sociólogo;
    • fomentar dinâmicas de produção colaborativa e sistematização dos conhecimentos locais não formalizados frequentemente negligenciados, afim de se evitar os chamados epistemicídios (SANTOS, 2000);
    • desenvolver uma espécie de sociologia que se realize simultaneamente enquanto ciência e como modo de ação/prática.

    Gestao do Trabalho

    • como famos nos organizar?
    • o que é preciso ser feito?
    • fazer plajemento coletivo

    Rotina de trabalho

    • reunioes planejamento.
    • reunioes formaçao teórica (mensais): abertas
    • oficinas técnicas (quinzenais): abertas
    • Postagem semanal no blog utilizando imagens, mapeamentos ou escritos.
    • estudo/leituras.
    • atividades de campo (pesquisa de campo, visita a locais, entrevistas).
    • escrita: caderno de campo, relatórios, blog e N-1.
    • comunicação e gestão informacional
    • relatório mensal de atividades.

    Com relação às atividades com o público externo participante teremos em cada semana:

    • (1)atividades presenciais de formação (4hs);
    • (2)atividade de pesquisa de campo (4hs);
    • (3)atividades de organização e publicação online com suporte telemático (4hs).

    Ações do Projeto

    Fase 1: Pré-produção

    • Formação
    • Diagnóstico
    • Elaboraçao da proposta de intervencao
    • Mapeamento e construçao de rede local (professores de sociologia da regiao, cursinhos populares, mov.populares)

    1.Formação:

    • teórico (metodologia de pesquisa-açao; apropriaçao tecnológica – contra a noçao de impacto tecnológico; linguagens – conhecimento sensível).
    • prático/instrumental (laboratório – utilizar entre aulas; mapeamento)
    • Conhecer experiencias/exemplos (ver eventos)
    • Introdução à linguagem e técnica fotográfica;
    • Técnicas de entrevistas, registro e edição digital de audio;
    • Publicação web em softwares livres colaborativos: blogs e wikis;
    • Utilização de ferramentas (GPS) e softwares de geoprocessamento (SIG – sistema de informação geográfica);
    • Organização de dados numa plataforma web colaborativa que reunirá todos os dados.

    2.Mapeamento Social e Mobilizaçao

    • preparação: construção da oficina (reunião, quem são, publico interessado).
    • oficina com público externo: quantos encontros, quais datas (4 encontros, uma vez por semana, atividade concentrada em uma semana).
    • Quem é o público, onde será, duração, metodologia, objetivos
    • Encontros periódicos com público interessado.

    Fase 2: Produçao – Implantaçao (com público externo)

    A fase de ‘produção’ abrange a execução das oficinas propriamente ditas. Este período terá a duração de 5 meses. Nesta fase os executores do projetos terão:

    • organização e mobilização no campo de intervenção sócio-cultural;
    • organização e publicação das informações;
    • realização presencial das oficinas;
    • trabalho de campo junto aos participantes.

    Sub-Ações

    • atividades internas de preparação e planejamento;
    • mobilização no campo mantendo comunicação contínua com
    • participantes e suas bases;
    • organização e publicação das informações no sistema de monitaramento;
    • suporte telemático aos participantes das oficinas;
    • participação das atividades de planejamento;
    • participação em seminários relacionados ao Projeto de Extensão.

    Fase 3 – Pós-Producao – Sistematizaçao, Publicizaçao e Avaliaçao

    • sistematizaçao (trabalho interno para depois gerar publicizaçao).
    • criar uma forma de documentaçao para facilitar sistematizaçao.
    • publicizaçao
    • Registro, análise e sistematização das informações produzidas;
    • Elaboração do relatório final de atividades;
    • Avaliação do projeto e de sua participação;
    • Publicação online dos resultados finais do projeto;
    • Participação em seminários relacionados ao Projeto de Extensão.
    • Divulgação de todos os resultados junto à comunidade dos participantes envolvidos no projeto.
  • Redes Livres – oficina de provedores comunitários

    Redes Livres – oficina de provedores comunitários

    Oficina realizada no Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre (FLISOL 2013) de Guarulhos e Alto Tietê.
    Marcelo Saldanha, diretor de tecnologia e comunicação do OCSP – Observatório de controle do Setor Público de Campos dos Goytacazes-RJ, presidente do Instituto Bem Estar Brasil, onde são desenvolvidas atividades em prol da universalização da banda larga com gestão participativa das redes, promovendo empoderamento popular através das TICs, além de inclusão digital em parcerias com universidades públicas da região. O projeto principal do Instituto está nas Comunidades Digitais, onde são instalados telecentros e provedores comunitários de forma que os cidadãos possam usar as redes para educação, cultura, capacitação e mobilizações virtuais em prol do desenvolvimento local.

    A oficina

    Saldanha apresentou que os custos de um provedor comunitário seria inferior aos custos de provedores piradas, sendo portanto uma boa opção para o consumidor final. O custo dos equipamentos, para uma rede de até 20 usuários estaria em torno de R$ 2 mil. Esses provedores comunitários seriam capazes de garantir conexões com qualidade diferente do tráfego de apenas 20% garantido pelas Teles. Um interessante dado apresentado, de que segundo os critérios da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), qualquer conexão acima de 64kpbs pode ser considerada banda larga, aumentando os números que afirmam crescimento da banda larga no país. Na prática, até mesmo celulares de conexão EDGE são consideradas de banda larga. (Para testar sua conexão acesse http://simet.nic.br/)

    Enquanto é aguardada a deliberação da consulta pública 52, que permitirá a existência definitiva de provedores comunitários, muitos optam pela criação de empresas sem fins lucrativos, que a depender do estatuto poderão cobrar taxas de manutenção da entidade e de seus benefícios. A internet aqui, não aparece como um produto ou serviço segundo o Código de Defesa do Consumidor, mas sim, como um benefício aos associados.(Saldanha).

    No canal de youtube de Saldanha encontramos alguns vídeos, incluindo um sobre infraestrutura e gerência de redes para servidores comunitários. Outo interessante vídeo é um organograma da metodologia adotada para constituição de cidades digitais.

    Segundo o organograma, identificar comunidades interessadas e a mobilização de lideranças (principalmente associações de bairro), são fundamentais para a implantação das atividades segundo proposições de audiências comunitárias. Aparece também a importância da comunidade gestora e um plano de captação de recursos, onde é sugerida a parceria com o poder público. Por fim seria preciso a associação de usuários para o uso da conexão.

  • Poeira toma conta…

    Poeira toma conta…

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    Poeira subindo às narinas do povo, nas roupas da tia,

    nos livros da biblio, nos móveis de todos…

    Trabalho frenético dos homens, carros, tratores…

    Um sobe e desce que não tem fim.

    Só um ponto final na hora da entrega das chaves

    das residências em fase de acabamento…

    O Pimentas está avançando para os lados,

    para cima, para baixo, para todos os lugares…

    é poeira que não acaba….

    Somente quando a chuva chegar…..

    aí o barro toma conta….

  • Exercitando o olhar – Aymberé

    Exercitando o olhar – Aymberé

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    As aranhas não tecem suas teias
    Por loucura ou por paixão
    Se o sangue ainda corre nas veias
    é por pura falta de opção (…)

    Você sabe
    O que eu quero dizer não tá escrito nos outdoors
    Por mais que a gente grite
    O silêncio é sempre maior

    além dos outdoors – humberto gessinger

     

  • Exercitando o olhar – Edsonia

    Exercitando o olhar – Edsonia

    Em minha trajetória de oito termos, duas greves e quase cinco anos, permaneceu lindo e imutável o céu do Pimentas.

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    2013-04-11 18.11.26

    2013-04-16 17.22.14

  • Exercitando o olhar – Marcella

    Exercitando o olhar – Marcella

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    A fotografia me permite escrever MAGICAMENTE No céu.

    -trecho do (ótimo) livro Fahrenheit 451 de Ray Bradbury.

  • olhar – racin

    olhar – racin

    bala-vidroQuais são as marcas que não conseguem apagar?

     

     

     

     

     

    assmb-17-04

    O que acontece em uma assembléia?

     

     

     

     

     

    Pedra e Bala – Cordel do Fogo Encantado (part. B.Negão)

  • Exercitando o olhar – Aymberé

    Exercitando o olhar – Aymberé

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    as vezes me pego pensando sobre o que é a vida afinal

  • Exercitando o olhar – Edsonia

    Exercitando o olhar – Edsonia

    De relance, num outro ângulo, um outro lugar.

    outroangulo

  • Retorno do trabalho – exercitando o olhar cansado

    Retorno do trabalho – exercitando o olhar cansado

    Retorno do trabalho após uma longa terça-feira. Na estrada, de carona com outros professores, os olhos cansados, o corpo frágil, o pensamento desatento.

     

  • Oficina – introdução ao GvSIG

    SIG: Informacao Espacial com informacao alfanumerica
    Bodahammer: o sig como organismo de defesa para orientar a enorme quantidade de informações que temos – integrador de informação
    John Snow: medico ingles – exemplo de uso
    livro: o mapa fantasma
    Visao: hipertrofiada na modernidade.
    Softwares:
        ArqGIS – proprietario
        SvSIG: http://www.gvsig.org
        QuantumGIS
    Gvsig: surge em 2004, em valencia, por conta de uma lei que obrigava os orgãos publicos a usar sodtwares livres
    Mito: somente software proprietario tem suporte tecnico.
    Software Livre: cria comunidade de aprendizado
    USANDO O SVSIG:
    Vista:camadas de informacao visual.
    Tabela: dados alfanumericos numa tabela
    Mapa: aquilo que vou imprimir.
    Projeção: colocar algo tridimensional como bidimensional
    Datum: ponto de informacao onde o dado coincide com o real.
    GoogleMaps – usa projecao wgs84
    Nos vamos usar a projecao EPSG:29193
    1. Criar vista
    2. Nomear arquivo
    3. Em propriedades definir projeçao mais adequada.
    Há dois tipos de mapas:
        -Raster: imagens de satelite, fotografia aerea
        -Vetorial: pontos, polignos,
    Endereço vem sem coordenadas geograficas. é preciso entrar no googlemaps e buscar as coordenadas (latitude longitude)
    No LABS DO GOOGLE MAPS
    ATIVAR LatLng Tool Tip
    COLOCA O CURSOR EM CIMA, APERTA O SHIFT
    CLICAR COM BOTÃO DIREITO E CLICAR EM DROP MARKER E COPIAR A COORDENADA
    Site para fazer a conversao de coordenadas latitude-longitude: http://splink.cria.org.br/conversor
    entrada: os dados do googlemaps estao em graus decimais, OBS: inverter a ordem latitude X longitude – trocar virgula do numero por ponto e manter a virgula entre as coordenadas
    formato de saida: UTM, SAD69, Zona (nosso caso SP) = 23.
    Criar tabela
    Importar tabela em CSV
    dados das tabelas em csv
    Janela -gestor de projeto – tabela – novo- adicionar a tabla csv – mudar o formato para CSV
    Janela – vista
    Vista – camada de enventos
    X – longitude longsad69
    Y – latitude latsad69 (altura, com relacao à linha do equador)
    zoom na camada
    ruas de guaruhlos (exemplo)
    adicionar camada com essas ruas (que sao os mapas das ruas vetorizados) em .shp formato de vetor
    USO de Filtro
    Salvar para selecao
    Depois…CAMADA e export para SHP file.
  • Exercitando o olhar – Marcella

    Exercitando o olhar – Marcella

    DSC03171-2

    atenção, imagens fortes!
    galinhas bicam pássaro vivo, ainda ofegante..

    galinhas, que des(h)umanas galinhas..

  • “O Caminho Velho…” por Tiely Queen

    “O Caminho Velho…” por Tiely Queen

    CAMINHO VELHO

     

     

    Esse “Caminho Velho” ficará na memória?

    Nas incongruências que existem agora?

    Ou nas histórias de lutas da aurora….

    Na rua, no campus, nas aulas de história?

    Sabemos que tudo tem um tempo…

    Respeitemos esse momento

    Seguimos no compasso

    Calejados mas atentos…

    Queremos o Caminho Velho!

    Depois que a obra se findar….

    Voltaremos, voltaremos, voltaremos….

     

    T.Q.

  • Pensamentos sobre os exercícios do olhar

    Sobre as imagens que estão começando a surgir no site: https://extensao.milharal.org/category/pesquisa-de-campo/fotografia/

    Uma das questões que tem movimentado meu pensamento em minha prática como professor na universidade, é de que forma podemos apreender e captar os saberes e a novidade trazida por cada aluno. A universidade, como toda instituição, é um universo cheio de códigos próprios. Nela, algumas formas de enunciação, suas linguagens e formas de pensamento são mais incentivadas e reconhecidas do que outras. Cada instituição é marcada por formas próprias de comunicação. Em se tratando de uma instituição voltada para a promoção do conhecimento, a criação de mecanismos que permitam o encontro entre diferentes saberes e formas de expressão com aqueles conhecimentos que gozam de maior centralidade na instituição, pode contribuir para o surgimento de uma ecologia mais diversa. A possibilidade de inovação e ação criativa no interior de qualquer instituição depende de uma capacidade de relacionar suas dinâmicas internas com o meio externo. Por vezes, tenho a impressão que a não-abertura para outras formas expressivas no trabalho com os estudantes gera epistemicídios – a perda/morte de outros saberes (expressão do Boaventura de S.Santos). Como acolher outros saberes que são frequentemente silenciados pelos códigos dominantes no interior de uma instituição? Como proporcionar um encontro positivo entre esses diferentes saberes de maneira a criar novos conhecimentos, tanto acadêmicos quanto existenciais? As imagens que vocês estão começando a produzir estão dando novas pistas, rastros de novos caminhos a serem investigados.

  • Formação: Software Livre e Direitos Autorais

     

    Dia 8 de maio, no Arquivo do Estado, junto ao grupo de pesquisa HÍMACO, vamos nos reunir para discutir o uso de software livres e suas relações com os direitos autorais.

    Selecionei abaixo algumas referências teóricas sobre o tema. O material abaixo foi utilizado no curso Sociedade e Tecnologias Digitais, no semestre passado, e está integralmente disponível aqui: http://pt.wikiversity.org/wiki/Sociedade_e_Tecnologias_Digitais/2012

    • Richard Stallman. (ordenados por ordem de prioridade. O Manifesto GNU é mais longo, voces podem se concentrar no 3 primeiros textos)
    • Lawrence Lessig. Cultura Livre, capítulo 10, “Propriedade”.

     

    Complementar
  • Exercitando o olhar – Racin

    Exercitando o olhar – Racin

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    Pimentas, noite e dia.

    Sempre que olho pela janela imagino uma pintura. Essa última, um rabisco de giz.

    Edição feita no GIMP – Tutorial

  • Exercitando o olhar – Aymberé

    Exercitando o olhar – Aymberé

    Exercitando o olhar - Aymberé

    São paulo tem de tudo: feijoada vegana as 4 da manhã; Psicologo que atropela ciclista e joga o braço decepado no rio; skinhead mestiço; time de futebol anarquista …

    Tem de tudo, basta procurar.

     

    Obs: apanhei pra tirar essa foto. obturador, iso, abertura …

  • Exercitando o olhar – Marcella

    Exercitando o olhar – Marcella

    Onde começa a faculdade

    DSC03091

    Foto da fila para a ponte orca em Itaquera.

    Pensando um pouco sobre onde começa a faculdade, se no caminho ou no portão..

  • Antes e Depois? Por Tiely Queen

    Antes e Depois? Por Tiely Queen

    PONTO VELHO PONTO NOVO

     

    Estranha a sensação ao andar nas ruas do Bairro Pimentas e perceber que de um lado está um ponto de ônibus novo em folha, e bem a sua frente existe outro ponto totalmente deteriorado…

    Por que isso acontece? Sinceramente, não sei. O que sei é que a visão é até um pouco surreal. Esses pontos de ônibus ficam na rua do Supermercado Nagumo.

    Ao mesmo tempo que o bairro cresce. Há um atraso em resolver problemas simples. Onde, nesse caso, era somente pintar o ponto, ou trocar de vez! Como fizeram com o mais novo.

    A “burrocracia” incomoda a tod@s… E parece que em todas as cidades existem esse atraso em resolver alguns problemas de interesse público.

    T.Q.

  • Exercitando o olhar – Edsonia

    Exercitando o olhar – Edsonia

    O sol se põe no circo do Pimentas

    Há alguns dias fiz essa foto depois de sair da aula. Tinha em mente nossa discussão sobre a saída fotográfica e tentava identificar a delicadeza presente nos detalhes que com a camera, por vezes, me escapam.

    2013-03-15 18.25.13

    O dia terminava, o sol se despedia e o circo chegava deixando no céu um bonito colorido.