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Imagens das oficinas realizadas com professores de sociologia da Guarulhos no Laboratório de Informática da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e no Laboratório de Informática da Diretoria de Ensino Guarulhos Norte.

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Imagens das oficinas realizadas com professores de sociologia da Guarulhos no Laboratório de Informática da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e no Laboratório de Informática da Diretoria de Ensino Guarulhos Norte.

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O Tropixel foi em evento que aconteceu entre os dias 21 e 25 de outubro e se propôs relacionar arte, ciência, tecnologia e sociedade, na transformação de Ubatuba em um laboratório experimental aberto, oferecendo olhares e ferramentas no relacionamento com a cidade e suas especificidades. Assim, além de palestras e oficinas, houve também uma programação para a realização de ações pontuais, de pesquisa e intervenção no espaço. Essas atividades foram propostas por alguns dos participantes e a programação para sua realização foi feita de maneira colaborativa, onde os grupos se juntaram por afinidade das ações e localização das mesmas.
A diversidade foi um elemento essencial do projeto, envolvendo pessoas de áreas e locais dos mais distintos nas ações que iam desde oficinas para a criação de Instrumentos musicais com tecnologias livres até a montagem de um telecentro com computadores usados.
Nós, integrantes do Pimentalab, acabamos nos concentrando em apenas uma atividade: o mapeamento cicloviário de Ubatuba. 
Esta atividade foi proposta por 3 pessoas que vieram com o Ônibus Hacker e pretendia, com a ajuda de alunos da ETEC de Ubatuba e outros moradores da cidade, andar de bicicleta e apontar onde são os pontos mais problemáticos para o ciclista como buracos e obstáculos, falta de sinalização, etc. De maneira que envolvessem habitantes de Ubatuba nesse processo que buscava criar melhores condições para a manutenção dessa característica da cidade que apesar de ser tida como estilo de vida para alguns, para muitos se trata de uma necessidade diante de restrições financeiras: meio de transporte cotidiano.
Então, no primeiro dia nos concentramos em registrar, através de um tracker de celular e de fotos, o percurso que realizamos. Além de criar uma comunidade em uma rede social para trocarmos informações e noticias que nos possibilitem pensar em novas saídas para os problemas que os ciclistas enfrentam em Ubatuba. https://www.facebook.com/ubabike?fref=ts
No segundo dia, nos reunimos para pensar em como poderíamos contribuir com a cidade e seus moradores. Surgiu então a ideia de realizar uma intervenção com stencil nas vias, para sinalizar o melhor percurso para o ciclista que ia de uma ciclovia a outra, o que também indicava aos motoristas que eles deveriam redobrar sua atenção naquele local, pois dividiriam espaço com os ciclistas. Desse modo a ação significou uma possibilidade de intervenção direta dos usuários das ciclovias e ciclofaixas na cidade, pois apesar de serem maioria na população local, são colocados em segundo plano pelas intervenções da prefeitura, que priorizam uma lógica rodoviária para a organização dos fluxos na cidade.




Abaixo estão as imagens das sinalizações sendo utilizadas no dia seguinte a intervenção.



Por fim, no terceiro dia, criamos um mapa no crowdmap (https://ubabike.crowdmap.com/), onde é possível que qualquer pessoa aponte onde são os locais que oferecem maior perigo para o ciclista. Visamos desse modo, fazer com que nossas ações no tropixel sejam apenas o ponto de partida para outras atividades, organizadas quem sabe pela própria população local. Nesse sentido o mapa colaborativo pode servir tanto para pensarmos em quais outros locais seria interessante intervir, quanto para colher dados para a apresentação de uma proposta de intervenção para a prefeitura, que se mostrou bastante disposta em colaborar e utilizar as informações coletadas para mudanças no local.
Aqui também se encontram alguns links sobre o evento e sua organização, a ETEC local e o Ubalab, iniciativa local relacionada à cultural digital:
Neste link esta organizada uma pasta com diversos textos para discussão teórica + pesquisa empírica: https://www.dropbox.com/sh/3ub1idniy5wayu9/nA95jjTV4E
SANDEVILLE, Euler. Um passeio pelo jardim popular paulistano.
SANDEVILLE, Euler. Paisagens e Métodos. Algumas contribuipções para elaboração de roteiros de estuda da paisagem intra-urbana.
SANDEVILLE, Euler. Paisagens são experiências partilhadas
GIRARDI,Gisele Girardi. Mapas Desejantes: uma agenda para a Cartografia Geográfica.
VIANNA JR.,Aurelio. O reencantamento da cartografia (reportagem Le Monde Diplô Brasil). Iconoclastas: Mapeo Colectivo (texto em espanhol).
OLIVEIRA Jr., Wenceslao Machado (coordenador). Projeto Imagens, Geografias e Educação, CNPq 477376/2011-8, 2012-2013.
SANTOS, Boaventura de Sousa. A Universidade no Século XXI: para uma reforma democrática e emancipatória da Universidade. São Paulo: Ed. Cortez, 2004 (em especial pp.40-90): http://extensao.milharal.org/files/2013/03/BOAVENTURA-DE-SOUZA-SANTOS-A-UNIVERSIDADE-NO-SEC-XXI.pdf
Colectivo Situationes: Sobre o Militante Investigador: http://eipcp.net/transversal/0406/colectivosituaciones/es
(referencias epistemológicas)
BARTHES, Roland. O Rumor da Língua, São Paulo: Martins Fontes, 2004. Capítulos sugeridos: “Escritores, intelectuais, professores” e “Seminário”.
CHARLOT, B. Relação com o Saber, Formação de professores e Globalização. Porto Alegre: ArtMed, 2005. Capítulos sugeridos: “Enquanto houver professores…os universais da situaçao de ensino” e “Ensinar, formar: lógica dos discursos constituídos e lógica das práticas”.
CHARLOT, B. Relação com o Saber, Formação de professores e Globalização. Porto Alegre: ArtMed, 2005. Capítulo sugerido: “A escola na periferia: abertura social e cercamento simbolico”. p.101-122
COULON, Alain. A reviravolta etnometodológica. In: Etnometodologia e Educação. Petrópolis: Vozes, 1995.
DUARTE, Newton. Conhecimento Tácito e Conhecimento Escolar na Formação do Professor (Porque Donald Schön não entendeu Luria). Educ. Soc., Campinas, vol. 24, n. 83, p. 601-625, agosto 2003 . Link: http://www.scielo.br/pdf/es/v24n83/a15v2483.pdf
FREIRE, Paulo & SHOR, Ira. Medo e Ousadia. Cap.1. São Paulo: Paz e Terra, 1987.
GOODSON, Ivor. Currículo, Teoria e História. Petrópolis: Vozes, 2005. Capítulo sugerido: “Currículo: a invenção de uma tradição”.
LARROSA, Jorge. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista Brasileira de Educação, n°19, 2002. Disponível em: http://redalyc.uaemex.mx/src/inicio/ArtPdfRed.jsp?iCve=27501903
LELIS, Isabel Alice. Do Ensino de conteúdos aos saberes do professor: mudança de idioma pedagógico. Educação & Sociedade, ano XXII, no 74, Abril/2001. Link: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302001000100004&lng=en&nrm=iso&tlng=pt
MARTINS, J.S.. O Senso Comum e a Vida Cotidiana. Tempo Social, v.10, n.1.Departamento de Sociologia – FFLCH-USP, São Paulo, maio de 1998, pp.1-8. – PDF
RANCIÈRE, Jacques. O Mestre Ignorante. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. Capítulo sugerido: Prefácio à edição brasileira.
TARDIF, Maurice. Saberes Profissionais dos profesores e conhecimentos universitários. Revista Brasileira de Educação, n.13, 2000, pp.5-24. Link: http://www.anped.org.br/rbe/rbedigital/RBDE13/RBDE13_05_MAURICE_TARDIF.pdf
ALVES, Maria Adélia . Filmes na escola: uma abordagem sobre o uso de audiovisuais (vídeo, cinema e programas de TV) nas aulas de Sociologia do ensino médio. Dissertação de Mestrado, Unicamp-FE, Campinas, 2001.
BOSI, Alfredo. Fenomenologia do olhar. In: NOVAES, Adauto (Org.). O olhar. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 65-87.
BRUZZO, Cristina. O CINEMA NA ESCOLA: o professor, um espectador. Tese de Doutorado, Unicamp-FE, Campinas, 1995. (Sugestão: pp.117-152.).
KRASS, Gunther. O ensino na era da informação: entre a instabilidade e a integração. In: Regina Leite Garcia e Antonio Flavio Barbosa Moreira (orgs.). Currículo na Contemporaneidade: incertezas e desafios, São Paulo: Cortez, 2003.
LEVY, Pierre . Educação e Cibercultura. 2002. Disponível em: <www.sescsp.org.br/sesc/conferencias/subindex.cfm?Referencia=2888&ID=29&ParamEnd=6&autor=168>. Acesso em: 26 de janeiro de 2007.
MACDOUGALL, David. Significado e Ser. In: Barbosa, Andréa & Cunha, Edgar & Hikiji, Rose (orgs.). Imagem-Conhecimento. Antropologia, Cinema e outros diálogos. Campinas: Papirus, 2009.
MIRANDA, Carlos Eduardo Albuquerque. Uma educação do olho: as imagens na sociedade urbana, industrial e de mercado. Cadernos CEDES, Campinas, v. 21, n. 54, p. 28-40, 2001. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-32622001000200004&lng=en&nrm=iso&tlng=pt
MIRANDA, Carlos Eduardo Albuquerque. Orbis Sensualium Pictus – Comenius em busca das técnicas mnemônicas. Carlos-Eduardo-Miranda-Comenius-em-busca-das-tecnicas-mnemonicas
OLIVEIRA Jr., Wencesláo Machado de. “FILMES E PROFESSORES: momentos de uma oralidade muito presente” Revista PRO-POSIÇÕES, Vol.10, no 28, março de 1999, Faculdade de Educação, Unicamp. Disponível em: http://mail.fae.unicamp.br/~proposicoes/edicoes/texto178.html
PASSOS, E. & KASTRUP, V. & ESCÓSSIA, L.. Pistas do método da cartografia: Pesquisa-intervenção e produção de subjetividade. Porto Alegre: Sulina, 2009.
ROLNIK, Suely. Geopolítica da cafetinagem. 2007. Disponível em: <http://transform.eipcp.net/transversal/1106/rolnik/pt>. Acesso em: 20 de julho de 2007.
SAMAIN, Etienne. Oralidade, escrita, visualidade. Meios e modos de construção dos indivíduos e das sociedades humanas. In: Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (Org.). Perturbador mundo novo: história, psicanálise e sociedade contemporânea – 1492-1900-1992. Coordenação Luis Carlos Uchôa Junqueira Filho. São Paulo: Escuta, 1994. p. 289-301.

A primeira edição da CryptoParty São Paulo ocorrerá no último sábado deste mês, dia 30 de novembro, das 9h30 às 19h00.A CryptoParty (ou CriptoFesta) é um evento gratuito e aberto ao público para aprender como usar ferramentas básicas de criptografia para dar maior segurança à sua comunicação. O objetivo dos organizadores é incentivar a criação e disseminação de uma cultura de defesa da privacidade entre as pessoas que utilizam a Internet.
Os participantes poderão, em um formato (meio) descontraído, assistir palestras sobre segurança da informação e privacidade, discutir o tema e também conhecer as ferramentas de proteção contra a vigilância praticada por empresas e governos.
A cada nova revelação do WikiLeaks e de Edward Snowden ficamos apavorados e preocupados com a ameaça do controle e da vigilância. Então é necessário não só lutar politicamente contra novas leis e práticas de vigilância, mas também torná-la tecnicamente impossível. “O universo acredita na criptografia”, escreveu Julian Assange, fundador do Wikileaks, da embaixada do Equador em Londres, uma vez que “é mais fácil criptografar informações do que descriptografá-las”[1]. Se a política falhar (e não estamos num momento muito otimista), a criptografia poderá ser a nossa última esperança contra o domínio das grandes empresas e governos.
A CryptoParty é uma iniciativa global[2] e descentralizada para apresentar softwares de criptografia e explicar seus conceitos para o público em geral. Portanto, não é necessário conhecimento prévio sobre o assunto para participar. A CryptoParty São Paulo está sendo organizada, desde o início de outubro, pela Actantes, entidade de defesa da privacidade e liberdade na rede[3], pelo Grupo de Trabalho “Segurança e Privacidade” da rede social livre Saravea[4] e por colaboradores individuais.
A programação do dia começará às 9h30 e terminará às 19h e contará com a realização de oficinas (tutoriais), mesas de debate e desconferências (palestras relâmpago). O anonimato da rede Tor[5], chave pública de criptografia (GPG)[6] e OTR (Off The Record)[7] são algumas das ferramentas a serem apresentadas e discutidas durante a festa. No final da tarde, às 17h, o criptógrafo e professor da UNB, Pedro Rezende fará uma palestra mostrando os riscos da biometria para as sociedades democráticas. Falará também da urna eletrônica brasileira, desmistificando o discurso de segurança impecável e mostrando seus pontos obscuros e falhas. Além disso, durante o dia inteiro teremos um Install Fest (festival de instalação) do sistema operacional GNU/Linux Debian[8].
A CryptoParty adota o software livre como marco zero na discussão de segurança. Nós não confiamos em softwares proprietários, isto é, em programas que não nós permitem observar, auditar, modificar e compartilhar o código fonte[9].
A programação completa pode ser vista no site[10] ou através do hidden service do Tor[11]. Pedimos para todos os participantes que leiam antes a seção “dúvidas e perguntas mais frequentes”(FAQ) da CryptoParty[12].
[1] Julian Assange, Cypherpunks: Liberdade e o Futuro da Internet
[2] cryptoparty.in
[3] actantes.org.br / actantes.inf.br
[4] saravea.net/g/seguranca e saravea.net/g/cryptoparty – necessitamos de colaboração em diversos subgrupos de trabalho!
[5] torproject.org
[6] GPG – https://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_Privacy_Guard
[7] OTR – https://en.wikipedia.org/wiki/Off-the-Record_Messaging
[8] Debian – http://debian.org/
[9] Essas são basicamente as 4 liberdades definidas no Projeto GNU que definem um software livre
[10] https://cryptoparty.inf.br/#programacao
[11] http://7rpom2smywmsynlu.onion
[12] https://cryptoparty.inf.br/#faq
:: CryptoParty Brasil - Edição São Paulo 2013 :: SITE OFICIAL: https://cryptoparty.inf.br LOCAL: Rua Minas Gerais, 181 - Consolação - São Paulo/SP Próximo ao metro Paulista e Consolação. HORÁRIO: 9h30 às 19h EMAIL: contato@cryptoparty.inf.br

A oficina “Comunicação” foi uma tentativa de interação e promoção da sensibilidade dos professores da rede pública de Guarulhos para usos alternativos das tecnologias da informação através da realização de experiências de campo, registro multimídia, sistematização e publicação online, mobilizando principalmente outras linguagens além da escrita (fotografia, audiovisual, cartografia).
A proposta foi promover uma experiência com os docentes que aguçasse a percepção para determinadas práticas, discussões e problemas relacionados ao uso das tecnologias digitais e sua relação com a vida cotidiana e o ensino de sociologia, tais como: as formas como as paisagens midiáticas se apresentam na cidade; como se coloca o direito à comunicação em nosso cotidiano; a relação entre ciberespaço e territórios materiais; e como as tecnologias modificam nossas formas de acesso à informação, comunicação e organização social.
1. Desenvolvimento e difusão junto aos participantes, de novas habilidades direcionadas à apropriação tecnológica que permitam uma utilização alternativa dos dispositivos de comunicação digital;
2. Produzir novos conhecimentos sobre os processos sócio-organizacionais numa determinada região e sua relação com a dinâmica comunicacional. Quais as mudanças na ecologia comunicacional de uma determinada região? Como ela se relaciona ao direito à comunicação, às formas de acesso, regime de propriedade e práticas de uso das tecnologias de informação?;
3. Desenvolvimento e difusão de metodologias sócio-culturais de produção colaborativa de conhecimentos através de TICs voltadas à pesquisa social aplicada.
A oficina foi programada para ser realizada em dois dias (29/08 e 05/09) com intervalo de uma semana para dar tempo de organizar o material produzido no primeiro dia.
No primeiro dia da oficina após a chegada e apresentação de todos os participantes foi criado um pad coletivo, onde os professores colocaram seus nomes, emails e apresentaram algum blog que já possuíam, após esse momento, foi feita a apresentação dos objetivos da Oficina, introduzindo algumas questões sobre comunicação, tecnologias e sociedade. Logo após foram apresentados outros trabalhos do Pimentalab e seguiram algumas ações planejadas para a Oficina como a criação de listas de discussões e a ferramenta para criação de questionário do Google Docs, onde os professores responderam um questionário sobre Modos de Uso da Internet.
Após um intervalo, foi iniciada uma breve discussão sobre “Comunicação”, buscando refletir sobre as concepções que giram em torno do tema, suas formas, acesso, seu papel em nossa vida cotidiana, etc.
Os professores foram então divididos em dois grupo para que seguíssemos para a atividade em campo, observando como as questões discutidas apareciam no bairro
Confira abaixo o relato do percurso dos dois grupos:
O primeiro grupo ficou de fazer um percurso até a “Lan WEB” e depois voltar ao Telecentro localizado no CEU-Pimentas. Pelo trajeto os(as) professores(as) se depararam com a comunicação nas suas mais diversas expressões: o Palhaço Abobrinha, que usa o facebook para divulgar seu trabalho; a Banca “Deus é Fiel” do vendedor de panelas e seu rádio usb; a Banca de Jornal que não costuma atrair muitos jovens e também aproveitaram para entrevistar alguns senhores que encontraram pelo caminho a fim de perceber como a comunicação se alterou ao longo do história.
Ao chegar no primeiro destino, a Lan House, tivemos a oportunidade de entrevistar tanto o funcionário quanto uma usuária a respeito dos meios de comunicação mais utilizados naquele estabelecimento. Após as entrevistas na Lan House, que confirmaram um “prognóstico” sobre os modos de uso da comunicação na internet (facebook), voltamos para o CEU-Pimentas a fim de entrevistar usuários(as) e os monitores do Telecentro Tecnologia Cidadã, da prefeitura de Guarulhos.
Embora seja considerado um espaço que visa não só o acesso indiscriminado da internet, mas também um espaço de formação e orientação pedagógica, as entrevistas trouxeram à tona um modo de uso bem próximo ao da Lan House.
Entrevistas:
Lan House – https://soundcloud.com/pimentalab/sets/entrevistas-oficina-pimentalab
Telecentro – https://soundcloud.com/pimentalab/sets/oficina-pimentalab-telecentro
trajeto realizado pelo grupo 2 (visualizado no Google Maps)O segundo grupo fez um percurso em direção ao centro de referência em DSTs/Aids do Parque Jurema, no caminho passamos pelo Hospital Municipal Pimentas-Bonsucesso, onde os professores observaram o local e abordaram algumas pessoas, levantando questões consideradas relevantes para o grupo como a presença e visibilidade da UNIFESP no bairro, por exemplo. Passamos também por duas escolas públicas onde os professores observaram os muros das escolas e o que eles comunicavam. Chegando no Centro de Saúde – SAE Carlos Cruz, fomos recebidos pela psicóloga responsável pelo Centro. Ela nos falou sobre as formas de comunicação com a população local estabelecidas pelo centro e o posicionamento da prefeitura em relação a essas ações, assim como alguns obstáculos enfrentados nesse processo. Os professores levantaram questões e observaram o local. O registro do encontro se deu pela captura de áudio e fotografias. No retorno passamos por uma Lan House localizada na Av. Jurema e retornamos para nos encontrarmos com o outro grupo. Durante todo o trajeto, os professores registraram com fotografias as formas de comunicação mais relevantes que perceberam no bairro como os carros de som, lambe-lambe, grafite e faixas.
Já o segundo dia da Oficina teve início com uma conversa sobre os possíveis desdobramentos da primeira parte da Oficina no cotidiano dos professores. As questões centrais foram retomadas como: O que é comunicação? Como a cidade se comunica? E o que podemos aprender de maneira sensível, olhando, ouvindo ou caminhando pelo bairro, pela cidade.
O material produzido na saída de campo foi analisado, observando e discutindo sobre as fotografias, mapas e áudio coletados.
Na segunda parte do dia houve uma breve discussão a respeito das mídias livres, com a apresentação de um vídeo sobre rádio livre, produzido por colegas da universidade, entre eles uma das alunas integrantes do Pimentalab. Também foi discutido a importância da utilização de softwares livre, compreendendo que a utilização dos mesmos traz consigo um posicionamento político, uma vez que priorizam a liberdade do usuário e possibilitam uma cooperação livre, sem permissões, dos usuários e desenvolvedores.
Na construção do blog o primeiro passo foi escolher um nome, que deveria fazer sentido para o trabalho realizado, ao mesmo tempo que não restringisse possibilidades futuras de uso. Decidimos então que seriam produzidos dois posts, sobre as experiências dos dois grupos durante o trabalho de campo realizado no primeiro encontro. Os professores redigiram textos sobre suas experiências e reflexões e escolheram as imagens que acompanharam os posts.
Após isso, os professores colocaram a “mão na massa” para a construção do blog com os materiais produzidos durante a oficina. Nesse processo eles tiveram contato com os processos para subir fotos e textos para um blog além de participar ativamente na escolha do template. Também foram apresentados à edição de imagens, áudio e mapas.
blog criado pelos(as) professores(as) no wordpress
Tutoriais produzidos a partir da oficina:
Relatos da Oficina
Racin – https://extensao.milharal.org/2013/10/19/rlato-oficina-professores-racin/
Marcella – https://extensao.milharal.org/2013/11/09/relato-oficina-professores-marcella/
Aymbere – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-aymbere/
Juliana – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-juliana/
Profª Aureni – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-aureni-2/
Profº Ricardo – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-ricardo/
Profª Maria José – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-maria-jose/
Roteiros da Oficina
https://extensao.milharal.org/2013/11/11/roteiros-oficina-professores/
Making-off da Oficina
https://extensao.milharal.org/2013/12/04/fotos-oficina-para-professores-de-sociologia/
Páginas:
Criar Agenda via Calendário de Movimentos Sociais e inserir código html na página (ver rizoma.milharal)

Seminários do Pimentalab/TransMediar: “Movimentos Sociais e as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação”.
Roda de conversa com Guilherme Flynn Paciornik.
Texto disponível em – http://hp.pimentalab.net/biblio/Guilherme-Flynn-Paciornik-Mestrado-Movimentos-Sociais-e-Tecnologias-2013.pdf
Data: 26 de novembro, terça-feira, às 18h Local: Unifesp Guarulhos (campus provisório) sala 306. Av. Monteiro Lobato, 679.
Foto de capa: Renato Aymbere. Mais em https://secure.flickr.com/photos/100367385@N08/


O Encontro de Culturas Populares e Tradicionais, aconteceu entre os dias 1 e 6 de outubro no SESC Itaquera, zona leste de São Paulo. Ele buscou reunir presencialmente os membros da Rede de Culturas Populares e Tradicionais que existe desde 2006, tendo como um de seus principais objetivos avaliar as políticas públicas de cultura dos últimos 10 anos e também fazer novas proposições sobre as mesmas. Assim, junto às reuniões dos colegiados regionais do Conselho Nacional de Cultura, dentre outras, ocorreram rodas de conversa temáticas com a participação de representantes de comunidades tradicionais e associações comunitárias, coletivos, pesquisadores, ONGs, agentes do Ministério da Cultura e etc.

Uma dessas rodas foi a de Democratização dos meios de comunicação. Ali acompanhei as discussões nos dias 4 e 5, quando os participantes redigiram suas propostas relativas ao tema dentro de quatro eixos: Infraestrutura, Fomento, Formação e Distribuição, além de uma moção de apoio ao “Marco Civil da Internet”, como forma de garantir a democracia e diversidade na comunicação. O resultado do processo foi um documento amplo, mas não genérico, no que diz respeito ao alcance das pluralidades culturais presentes ou não no local. Tais propostas foram votadas em plenária durante o vento.
Porém, a que
stão da Democratização dos Meios de Comunicação não pareceu ser o foco da atenção dos membros da rede que participavam do evento, tendo poucas pessoas na tenda em comparação às outras rodas de conversa.
Paralelo às reuniões, oficinas e assembléia, ocorreram durante todos os dias manifestações culturais de grupos tradicionais de diferentes regiões do Brasil.
Juliana
Para maiores informações: http://culturadigital.br/comunicadiversidade/
Relatório Final do Seminário para Indicação de Políticas Públicas para Cultura e Comunicação: http://culturadigital.br/comunicadiversidade/2013/05/19/1-seminario-relatorio-final/
28/08/2013
Manhã: Apresentação e Acolhida (1:30hs).
1. Apresentação Henrique (5min)
2. Criação do PAD coletivo: (10min)
– participantes devem inserir seus nomes, emails e escolas.
-todos podem fazer anotações: ata coletiva
3. Apresentação do Pimentalab e alguns dos nossos trabalhos. (15min)
-Site Ensino de Sociologia
-Site PIBID: apresentar relatos oficinas
-Blog Pimentalab
-Crowdmap
-Site Extensão: destaque para exercicio com imagens.
4. Apresentação dos participantes e Criação de Lista:
-Verificar se alguém possui site/blog
-Criação da lista de discussão (ggroups)
5. Apresentação da Proposta da Oficina (15min)
Objetivos:
1.Desenvolver e difundir junto aos participantes, novas habilidades direcionadas à apropriação tecnológica que permitam uma utilização alternativa dos dispositivos de comunicação digital.
2.Produzir novos conhecimentos sobre os processos sócio-organizacionais numa determinada região e sua relação com a dinâmica comunicacional. Quais as mudanças na ecologia comunicacional de uma determinada região? Como ela se relaciona ao direito à comunicação, às formas de acesso, regime de propriedade e práticas de uso das tecnologias de informação?
3.Desenvolver e difundir metodologias sócio-culturais de produção colaborativa de conhecimentos através de TICs voltadas à pesquisa social aplicada.
Cronograma:
-Dia 1: sala de informática + pequisa de campo.
-Dia 2: manhã – sistematização e análise do material; tarde – publicação web.
Resultado coletivo: Criação de um site/blog comum com todo o material da oficina. Precisamos de um nome comum.
6. Criação de questionário no Google Docs (30min).
1.Como criar?
2.Exemplo de questionário: Modos de Uso da Internet – Professores: https://docs.google.com/forms/d/1SEulbv_fS2EyHGq7naHXeWcrJv1PwqQEWinqBIECaWY/viewform
3. Responder e analisar as respostas
Outro exemplo de plataforma para a criação de questionários: https://pt.surveymonkey.com/s/83ZZ58D
–Intervalo–
Parte II: Atividade em Grupo – preparação pesquisa de campo
7. Pergunta central: o que é comunicação?
1. Quais as formas de comunicação que conheço ou tenho acesso?
2. Na cidade, em minha vida cotidiana
3. Discutir as linguagens
Linguagens:
– Foto – 10 Fotos por grupo – participantes selecionam as fotos (fazemos bkp)
– Áudio (entrevista) – micro entrevistas de 1 a 3 minutos
– Mapa – 1 mapa por grupo https://extensao.milharal.org/2013/03/21/tutorial-registro-do-percurso-com-gps-como-usar-openstreetmap-tracker-para-android/. Usar também pimentalab.crowdmap.com – embebed em post, criar camada com fotos (também no gmaps)
– Texto – caderno de campo, post. Escrita como linguagem, na caminhada vai se atentar à linguagem escrita e como ela se estabelece.
8. Constituição dos grupos e distribuição conforme os locais
Locais:
– Shopping (proibido fotografar. Pensar espaço externo – propagandas)
– Nagumo e ambulantes (banca de jornal, como é a comunicação dos ambulantes, propagandas, onde ambulantes moram, como se deslocam etc)
– Trajeto de ônibus – 701 centro via sena (propagandas, BusTV)
– Unidade de Especialidade localizada na Rua Miraçanga nº 32 – Parque Jurema, fica próxima a Avenida Jurema (Supermercado Dovale)
– Telecentro CEU e lanhouse jurema ou perto da ubs
9. Discussões em grupos
9.1: Dividir grupos conforme local 9.2: Dividir em grupos. 9.3: Roteiro de Questões
-O que é comunicação?
-O que este lugar te diz? (ele lhe comunica algo?)
-Você acha que este lugar lhe educa de alguma forma?
-Como você se comunica?
==Almoço==
Tarde: pesquisa de campo. Final: retorno para coleta do material.
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05/09/2013
1. Aquecimento
Conversa inicial com os participantes. Avaliação do dia anterior. Quais as suas reverberações (se houve) durante a semana? Sucitou questões?
Retomada questão central:
2. Análise do material produzido e reflexões sobre o tema proposto
-fotos: ver fotos (Aymbere, Marcella, Juliana) -entrevistas ouvir audio (Racin) -caminhada: ver mapa (Henrique)
CONCLUSÃO parte 1: a partir da discussão cada grupo deve escrever um pequeno texto e selecionar algumas imagens.
Pausa Almoço
3. Fotografia
-câmeras, celulares, acessórios: importação e exportação.
-resolução
-dimensionar tamanho.
-publicação na web.
-pesquisa imagens na web e como utiliza-las
Software para Edição de Imagens: www.gimp.org
Exercício: criar uma conta no Flickr ou Picassa, pegar uma imagem e publica-la.
4. Mapas
-criar mapa no googlemaps.
-criar trajeto no mapa.
-inserir trilha GPS no mapa.
-inserir imagem no mapa.
Exercício: criar mapa da oficina no GoogleMaps, inserir trilha, inserir imagem.
5. Audio-Entrevista
-gravação com celular ou gravador digital
-importacao, exportação.
-edição com Audacity -compressao
Exercício: pegar arquivo de audio e edita-lo no audacity.
6. Blog
-qual o seu nome?
-criar blog no wordpress
-criar usuários -criar post
-criar pagina
-inserir imagem
-inserir mapa -inserir audio.
Exercício: cada grupo deve criar um post no blog.
Conclusão: análise da atividade realizada.
Encontro no Arquivo do Estado com o grupo de pesquisa HÍMACO (História, Mapas e Computadores) para discutir o uso de software livres e suas relações com os direitos autorais
Textos de Referência:
Etherpad é um editor de textos colaborativo em tempo real, que permite que diversos autores editem simultaneamente um documento de texto. O texto de cada editor é exibido com uma cor própria, facilitando portanto a identificação da escrita recém modificada. Na barra lateral há um chat que permite a comunicação síncrona dos editores.
Como usar
1- acessar alguns os Sites que utilizam o etherpad, tal como:
http://pad.riseup.net/
http://pad.sarava.org/
http://piratepad.net
2 – Ao acessar o site você é levado a uma página para criar o nome do Pad. Aleatoriamente é criado um nome contendo letras e números, dificultando o acesso por terceiros ao pad, funcionando como uma espécie de senha. Caso deseje mudar o nome basta apagar o nome gerado aleatoriamente, escrever o nome de seu interesse e clicar no botão “ok” que te levara ao pad em si;
3 – clique no canto superior direito clique no botão colorido com um numero (que é referente ao numero de pessoas que estão conectadas ao pad naquele momento);
4 – onde estiver escrito “enter your name” digite seu nome;
5 – clique no quadrado colorido ao lado para alterar a cor através da qual você sera identificado;
6 – experimente cores que te agradam clicando entre as diversas opções que apareceram ao lado e clique em “save”.
O chat permite que as pessoas que estão utilizando o pad conversem entre si sem que interfiram no conteúdo do pad.
Como usar
1 – clique no “chat” (canto inferior da direita)
2 – digite e aperte enter mandar sua mensagem
3 – caso queria deixar o chat fixo clique no ícone da engrenagem e depois clique em “Chat always on screen”
O ícone da duas flechas serve para importar/exportar conteúdo (só texto).
Como usar
1 – clique no ícone com 2 setas (primeiro ícone do menu superior da direita);
2 – na sessão “Exportar a Nota atual como” escolha a opção que melhor resolve suas necessidades (caso procure criar um arquivo de texto tipo Word clique em texto simples).
Caso alguma escrita tenha sido perdida por acidente existe a opção da “linha do tempo” onde toda modificação pode ser acessada a qualquer momento.
Como usar
1- clique no ícone do relógio (segundo ícone do menu superior da direita);
2 – aparecera uma linha do tempo onde é possível, através das setas ao lado do botão “play” rever antigas versões do texto;
3- também é possível se mover pela linha do tempo apenas clicando nela;
4 – para voltar ao pad basta clicar em “return to pad”
Obs.: caso queria exportar uma versão antiga basta clicar no ícone das 2 setas localizado no lado direito próximo ao botão “return to pad”
É possível salvar uma versão do pad (apenas para facilitar a pesquisa na linha do tempo).
Como usar
Basta clicar no ícone da estrela (tercero ícone do menu superior da direita).
No canto superior esquerdo existe uma barra de ferramentas para edição simples de texto.
Como usar
Funciona praticamente da mesma forma que os editores de texto mais convencionais (LibreOffice, MS-Office) tendo as opções negrito, itálico, sublinhado, tachado, lista, lista numerada, recuo de parágrafo etc.
Importante: ao terminar a escrita de um texto aconselhamos a salvá-lo em seu computador, pois depois de 30 dias o conteúdo é apagado do site sem aviso prévio.
Edição básica:
1 – importar áudio – Ficheiro -> Importar -> Áudio (CTRL+SHIFT+I)
2 – usar ferramenta de seleção para selecionar áreas a serem suprimidas
3 – para deletar área selecionada apertar a tecla DELETE do computador
4 – usar a ferramenta “ajuste de tempo” para unir partes do áudio
Aplicar efeitos:
Nivelador: permite nivelar o áudio em um mesmo volume
Efeitos -> Nivelador – Grau de nivelamento: Forte; Limiar de ruído: -75dB “OK”
Remoção de ruídos e ampliar som: equalização, compressor e normalizador
Efeitos -> Equalização -> OK
Efeitos -> Compressor -> OK
Efeitos -> Normalizador -> amplitude máxima “-0dB” -> OK
Exportar áudio:
Para exportar o áudio em formatos para tocadores de música
Ficheiro -> Exportar -> definir nome do arquivo e extensão -> Salvar
Incentivamos a extensão Ogg Vorbis (.ogg) por ser um formato livre de compressão de áudio em oposição ao .mp3
Mais informações em https://extensao.milharal.org/atividades/professores-rede-publica-2013/
Monitores – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-monitores
Usuário – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-usuario
Usuário – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-usuario2
Funcionário LanWeb – https://soundcloud.com/pimentalab/lanhouse-funcionario
Usuária da LanWeb – https://soundcloud.com/pimentalab/lanhouse-usuario1
Banca de conserto de panelas – https://soundcloud.com/pimentalab/banca-deus-e-fiel
Banca de jornal/revista – https://soundcloud.com/pimentalab/banca-jornal
Palhaço Abobrinha – https://soundcloud.com/pimentalab/palhaco
o WordPress é um software livre para gerenciamento de blogs. Software livre é diferente de”software gratuito”, pois no caso o próprio WordPress pode ser utilizado com fins comerciais; “free” pode ser traduzido como “grátis” ou “livre”. Para um software ser considerado livre, o programa deve respeitar 4 liberdades essenciais: Liberdade de conhecer o código fonte; Modificar o código; Retransmitir (compartilhar) livremente; Executar.
1 – criar usuário e senha em https://wordpress.com/ com email pessoal (canto esquerdo);
2 – “Create a New Blog”. Definir endereço do blog. exemplo: “socioglobal.wordpress.com”
3 – nome do blog, privacidade “visível para todo mundo”;
4 – selecionar opção “Create Blog”, versão não-paga;
5 – para gerenciar o blog entrar em Dashboard;
A hospedagem do blog pode ser feita em diferentes servidores que trabalham com blogs em WordPress. O próprio site do WordPress oferece uma hospedagem grátis e uma versão paga (como exemplo do tutorial acima). Outro exemplo é o Coletivo Milharal que visa atender a demanda “numa plataforma com requisitos mínimos de segurança, privacidade, acesso e controle da informação.” (mais em https://milharal.org/politica/)
1 – acessar docs.google.com;
2 – (caso você tenha uma conta no google mas não esteja logado) no campo login preencha com com seu e-mail do gmail e o campo senha preencha com a senha do mesmo;
3 – clique no botão criar localizado no canto direito da tela;
4 – escolha qualquer um dos modelos clicando duas vezes sobre qual você deseja utilizar, ou clique apenas uma vez e em seguida clique no botão ok localizado logo abaixo;
5 – no campo título da pergunta escreva a pergunta. O campo texto de ajuda pode ficar em branco, pois as informações contidas nesse campo servem apenas para esclarecer algum ponto da pergunta para aquele que esta respondendo;
6 – em tipo de pergunta escolha de que forma sera feita a pergunta: múltipla escolha, texto, escala etc;
7 – caso a pergunta seja de extrema importância basta que clicar em pergunta obrigatória localizada logo abaixo, ao lado do botão concluído;
8 – quando o questionário já estiver pronto basta clicar uma vez em concluído e depois em enviar formulário (canto superior direito);
9 – copie (ctrl + c) o link que aparecera do lado esquerdo do botão incoporar e clique em concluído;
10 – agora basta colar (ctrl +v) o link e mandar pra quem você quer que preencha o formulário.
1 – acessar a pagina que você quer enviar um relato no crowdmap
2 – clicar em “submit a report” (caso esteja em português clicar em “enviar um relato”)
3 – em “Report Title” escreva o título de seu relato
4 – em “Description” escreva mais informações sobre o relato
5 – em “Categories” escolha uma categoria na qual seu relato se enquadra
6 – os campos “First Name”, “Last Name” e “Email” você não precisa, necessariamente, preencher
7 – abaixo do mapa clique em “clear map”
8 – localize no mapa o local onde você ira marcar o relato (se necessário clique no botão + ou –
para encontrar a rua)
9 – clique no botão cujo desenho é de um lápis (Logo abaixo do mapa. Ao do botão da mão)
10 – em “Location Name” basta colocar o nome da rua que você marcou na foto
11 – em “Upload Photos” você pode anexar uma foto referente ao local do relato (não é necessário)
12 – para finalizar, clique em “submit”

A proposta de um Marco Civil da Internet foi elaborada por diversos grupos da sociedade civil durante um longo processo de discussão. Agora, após 2 anos de enrolação para sua aprovação e diante do pesadelo real do Big Brother americano, o governo federal e o congresso brasileiro acordaram para a importância de sua votação. Para analisar as propostas e disputas em curso e refletir sobre as implicações do Marco Civil da Internet em nossa comunicação cotidiana realizamos uma roda de discussão sobre o tema.
Seminários do Pimentalab/TransMediar: “Marco Civil da Internet”.
Com a presença da pesquisadora Cristiana Gonzalez.
Data: 26 de setembro, quinta-feira, às 18hs
Local: Sala 13 – Campus Pimentas – EFLCH/Unifesp.
Materiais para discussão:
Relatorio-Alessandro-Molon-Marco-Civil-11-7-2012
Projeto de Lei – Marco Civil da Internet
Proposta do Marco Civil analisado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil
Novas emendas ao Projeto de Lei – final de setembro/2013

Esse é um vídeo produzido para a Unidade Curricular Tecnologia, Comunicação e Educação – em que discutimos o monopólio da mídia e a rádio livre como uma alternativa à esse monopólio.