Autor: rckx
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Marco Civil da Internet – ao vivo
A proposta de um Marco Civil da Internet foi elaborada por diversos grupos da sociedade civil durante um longo processo de discussão. Agora, após 2 anos de enrolação para sua aprovação e diante do pesadelo real do Big Brother americano, o governo federal e o congresso brasileiro acordaram para a importância de sua votação. Para analisar as propostas e disputas em curso e refletir sobre as implicações do Marco Civil da Internet em nossa comunicação cotidiana realizamos uma roda de discussão sobre o tema.
Seminários do Pimentalab/TransMediar: “Marco Civil da Internet”.
Com a presença da pesquisadora Cristiana Gonzalez.
Data: 26 de setembro, quinta-feira, às 18hs
Local: Sala 13 – Campus Pimentas – EFLCH/Unifesp.
Materiais para discussão:
Relatorio-Alessandro-Molon-Marco-Civil-11-7-2012
Projeto de Lei – Marco Civil da Internet
Proposta do Marco Civil analisado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil
Novas emendas ao Projeto de Lei – final de setembro/2013
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GT Flisol Guarulhos
No último FLISOL de Guarulhos (mais informações em https://extensao.milharal.org//?s=FLISOL) um dos encaminhamentos foi a necessidade de se constituir um Grupo de Trabalho que pudesse fazer encaminhamentos práticos para políticas públicas de software livre e comunicação digital.
O primeiro encontro do GT foi realizado no dia 10 de maio, às 18h no DIT da Prefeitura. Estavam presentes na reunião entusiastas do software livre, membros do DIT e Comunicação da Prefeitura, estudantes do IFSP Campus Guarulhos e Unifesp (Pimentalab).
Algumas discussões, iniciadas no encontro, foram aprofundadas no GT, a exemplo da importância de uma regulamentação do uso do solo urbano pelas empresas de Telecomunicações, que poderiam fornecer uma infraestrutura de comunicação baseada em tecnologias como a fibra óptica. Buscar exemplos de experiências ligadas ao SL e uso de tecnologias digitais, como as Casas de Cultura Digital.
Outro ponto levantado foi a de se criar políticas públicas que incentivem jovens programadores em software livre. A incorporação de políticas de educação digital na educação pública e a construção de um calendário de atividades, como: seminários e feiras que pudessem convergir com eventos do tipo Semana Nacional da Ciência e Tecnologia
Encaminhamentos finais (pautas):
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Casa da Cultura Digital em Guarulhos;
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Educação Digital;
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Uso do Solo Urbano pelas empresas de Telecomunicações;
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Encontros quinzenais itinerantes.
Próximo Encontro
Sexta-feira, 24 de maio 19h no DIT da Prefeitura
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Redes Livres – oficina de provedores comunitários
Oficina realizada no Festival Latino Americano de Instalação de Software Livre (FLISOL 2013) de Guarulhos e Alto Tietê.
Marcelo Saldanha, diretor de tecnologia e comunicação do OCSP – Observatório de controle do Setor Público de Campos dos Goytacazes-RJ, presidente do Instituto Bem Estar Brasil, onde são desenvolvidas atividades em prol da universalização da banda larga com gestão participativa das redes, promovendo empoderamento popular através das TICs, além de inclusão digital em parcerias com universidades públicas da região. O projeto principal do Instituto está nas Comunidades Digitais, onde são instalados telecentros e provedores comunitários de forma que os cidadãos possam usar as redes para educação, cultura, capacitação e mobilizações virtuais em prol do desenvolvimento local.A oficina
Saldanha apresentou que os custos de um provedor comunitário seria inferior aos custos de provedores piradas, sendo portanto uma boa opção para o consumidor final. O custo dos equipamentos, para uma rede de até 20 usuários estaria em torno de R$ 2 mil. Esses provedores comunitários seriam capazes de garantir conexões com qualidade diferente do tráfego de apenas 20% garantido pelas Teles. Um interessante dado apresentado, de que segundo os critérios da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), qualquer conexão acima de 64kpbs pode ser considerada banda larga, aumentando os números que afirmam crescimento da banda larga no país. Na prática, até mesmo celulares de conexão EDGE são consideradas de banda larga. (Para testar sua conexão acesse http://simet.nic.br/)
Enquanto é aguardada a deliberação da consulta pública 52, que permitirá a existência definitiva de provedores comunitários, muitos optam pela criação de empresas sem fins lucrativos, que a depender do estatuto poderão cobrar taxas de manutenção da entidade e de seus benefícios. A internet aqui, não aparece como um produto ou serviço segundo o Código de Defesa do Consumidor, mas sim, como um benefício aos associados.(Saldanha).
No canal de youtube de Saldanha encontramos alguns vídeos, incluindo um sobre infraestrutura e gerência de redes para servidores comunitários. Outo interessante vídeo é um organograma da metodologia adotada para constituição de cidades digitais.
Segundo o organograma, identificar comunidades interessadas e a mobilização de lideranças (principalmente associações de bairro), são fundamentais para a implantação das atividades segundo proposições de audiências comunitárias. Aparece também a importância da comunidade gestora e um plano de captação de recursos, onde é sugerida a parceria com o poder público. Por fim seria preciso a associação de usuários para o uso da conexão.
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olhar – racin
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Exercitando o olhar – Racin
Pimentas, noite e dia.
Sempre que olho pela janela imagino uma pintura. Essa última, um rabisco de giz.
Edição feita no GIMP – Tutorial
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Ocupe Largo da Batata
O Largo da Batata já não é tão mais largo assim. Ele tem sofrido uma série de transformações por conta da chamada “Operação Urbana Faria Lima”. Mas, no final das contas, quem ganha e quem perde com a tal operação?
Pessoas que viveram ao longo de suas vidas na região e ajudaram a construí-la são desapropriadas. Casas vão ao chão para que sejam construídos no lugar prédios comerciais ou de “alto padrão”. A especulação imobiliária (valorização de imóveis provocada por esse movimento) acaba por expulsar os moradores e comerciantes originais do Largo e leva com eles a cultura e os costumes locais.
No dia 16 de março vamos ocupar o Largo da Batata com uma festa. Não para celebrar o que estamos perdendo, mas para mostrar que o espaço público pertence às pessoas. Não há lei, construtora ou incorporadora que possa nos desapropriar aquilo que é nosso por direito: a rua.

Queremos chamar você que mora e que trabalha no bairro, que passa por ele para pegar ônibus ou metrô e que frequenta seus bares para participar com a gente. A festa é colaborativa, ou seja, é feita por quem desejar, da maneira como desejar! Sinta-se a vontade, a rua é casa de todos e todas nós. Traga batatas, ideias, gazebo, farofa, cadeiras de praia, cangas ou mesmo o seu corpo para dançar. Vamos ter música, intervenções, brincadeiras (para crianças e adultos), comidinhas e bebidinhas.
Falando em comes e bebes, fazemos um convite de todo coração aos comerciantes e ambulantes da região: pipoqueiros, milheiros, doceiros, vendedores de bebidas, fazedores de cachorro quente… VENHAM!!! Se você tem algo para vender, traga. Não precisa de autorização nossa, nem de ninguém.
Haverá lançamento do livro Copyfight durante a ocupação
Informações sobre a Ocupação http://ocu.pe/batata http://www.facebook.com/events/271324219666303/?group_id=0







