Autor: rckx

  • Tecnopolítica Latino América – Bernardo Gutiérrez 03-11

    Tecnopolítica Latino América – Bernardo Gutiérrez 03-11

    No dia 3 de novembro realizaremos o seminário TECNOPOLÍTICA LATINO AMÉRICA, organizado pelo Pimentalab, Departamento de Ciências Sociais e Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UNIFESP.

    O jornalista e pesquisador Bernardo Gutiérrez apresentará o resultado da pesquisa #tecnopolíticaLATAM, desenvolvida com apoio da OXFAM América Latina. A pesquisa tem o objetivo de mapear as novas dinâmicas de comunicação, organização e ação política na América Latina através das tecnologias digitais.

    Elaborada a partir de fontes primárias e secundárias, com quase 30 entrevistas exclusivas, a pesquisa inclui também o estudo de dados digitais para melhor visibilizar processos emergentes da sociedade.  A pesquisa de dados (com grafos e datamining) estudou a expansão latinoamericana e global do caso Ayotzinapa (desaparecimento de 43 estudantes no México), o Greve Camponesa da Colômbia (2013), a campanha #MachistasFueradeLasListas na Bolivia, a relação das revelações do Snowden e o Marco Civil da Internet no Brasil, e as revoltas #RenunciaJOH que pediam a renuncia do presidente de Honduras.

    Dia 03-11 às 19h30
    Sala 209
    Unifesp Guarulhos (campus provisório)
    Av. Monteiro Lobato, 679

     

    tecnopoliticaLATAM

  • Grupo de Estudos – 15/09

    Grupo de Estudos – 15/09

    Retomando as atividades do Grupo de Estudos Pimentalab, o próximo encontro será realizado no dia 15 de setembro.

    O texto base será “Saberes Localizados: a questão da ciência para o feminismo e o privilégio da perspectiva parcial” de Donna Haraway. Disponível para download.

    “Haraway é professora de História da Consciência na Universidade da Califórnia, em Santa Cruz. Seus trabalhos influenciaram os chamados Estudos Culturais e Estudos de Mulheres (como a Teoria Literária e Filosofia). Seu trabalho mais famoso é o “Manifesto ciborgue”, originalmente publicado na Socialist Review, em 1985, e que depois se tornou um dos capítulos do livro Simians, Cyborgs and Women – The Reivention of Nature (1991).”[1]

    [1] Donna Haraway e o manifesto ciborgue – Universidade Livre Feminista. http://feminismo.org.br/donna-haraway-e-o-manifesto-ciborgue/

    Data: 15/09
    Horário: à partir das 18h
    Sala 310 (Pimentalab/Visurb)
    EFLCH - Guarulhos
    Campus Provisório
    Av. Monteiro Lobato, 679

    15-09_donna-haraway

  • Seminário – Lei de Proteção de Dados Pessoais na Internet

    Seminário – Lei de Proteção de Dados Pessoais na Internet

    Com a aprovação do Marco Civil da Internet neste ano, os conflitos no próximo ano devem gravitar em torno da discussão da lei de proteção de dados pessoais. Pensando nisso vamos iniciar as discussões sobre o projeto de lei que deverá servir de ponta pé inicial dos debates. Trata-se de um limite tênue, tecnicamente mediado por empresas privadas e governos, que podem decidir sobre a emergência uma plena sociedade de controle (estatal e corporativa) em tensão face à promoção da privacidade e liberdade de expressão.

    Link para projeto de lei – https://ia902604.us.archive.org/20/items/PLProtecaoDeDados/PL-Protecao-de-Dados.pdf

    Data: 27/11 - 14h - Sala 413
    Local: Unifesp Guarulhos (Campus Provisório)
    Av. Monteiro Lobato, 679 - Macedo - Guarulhos/SP

  • Cryptoparty Guarulhos

    Cryptoparty Guarulhos

    Entre os dias 21 e 22 de outubro, no Centro Educacional Adamastor, aconteceu a Cryptoparty Guarulhos. A edição da Cryptoparty Guarulhos foi uma realização em parceria do projeto Pimentalab com voluntários, pesquisadores e tecnoativistas e organizações sociais que atuam em temas relacionados à promoção da liberdade de expressão e defesa da privacidade. 

    O evento ocorreu dentro da Semana de Ciência e Tecnologia de Guarulhos (SemCiTec)[1] atraindo um público de educadores da região e estudantes de Ciência e Tecnologia do IFSP. 

    A programação contou com 4 oficinas (BitMask, Tails e Tor, Chaves Criptografadas e E-mail Criptografado), além de três interessantes debates que envolviam o tema. 

    Na mesa de abertura os tecnoativistas Ratto e Felipe Cabral discutiram o atual contexto de espionagem no mundo, trazendo a importância do uso da criptografia. Após essa discussão os participantes puderam acompanhar a oficina de BitMask[2]: um aplicativo open source que visa facilitar a comunicação criptografada por meio de uma VPN (Virtual Private Network) e também criptografia de e-mail. 

    Na sequência a oficina sobre Tails[3] e Tor[4], oferecida pelo tecnoativista Gus, trouxe elementos importantes para a distinção entre anonimato e privacidade. Houve um breve relato histórico sobre o projeto Tor e como se deu seu desenvolvimento para depois mostrar o uso do Tails – um sistema operacional incógnito e amnésico. O sistema, que é baseado em Debian, já vem com aplicações pré-configuradas tendo em vista a segurança e privacidade do usuário com a possibilidade de não deixar nenhum rastro no seu uso, pois todo o sistema operacional é carregado na memória RAM do computador. 

    Transparência para os poderosos e privacidade para os oprimidos.[5]

    No encerramento do primeiro dia da Cryptoparty o debate “Tecnopolítica e Sociedade do Controle” levantou importantes questões a respeito da espionagem internacional que vem atingindo toda a população, citando as revelações feitas por Edward Snowden e o uso do PRISM. Os tecnoativistas falaram ainda sobre o atual estado de excessão, em referência ao filósofo Giorgio Agamben, além do atual regime de trabalho e produção de valor.

    O segundo dia contou com as oficinas de chaves criptográficas e e-mail criptografado.

    Foi feita uma introdução histórica à criptografia, que desde o império romando já via a necessidade de proteger informações e veiculá-las de forma segura.

    A oficina passou pela criação de um par de chaves GPG no Linux – Um bom tutorial pode ser encontrado no Manual de Segurança do Saravá[6] Foi explicado que a segurança da criptografia está ligada a entropia e a criação de uma senha forte[7]

    Após as oficinas a cryptoparty encerrou com a mesa “Liberdade de Expressão, Direitos e Tecnologias Digitais”. 

    Referências
    [1] Semcitec – http://semcitec.ifspguarulhos.edu.br/#
    [2] BitMask – https://bitmask.net/
    [3] Tails – https://tails.boum.org/
    [4] Tor – https://www.torproject.org/
    [5] Trecho do Livro “Cypherpunks” de Julian Assange  http://resistir.info/varios/assange_livro_port.pdf
    [6] Manual de Segurança do Saravá – https://manual.sarava.org/criptografia/introducao/
    [7] Site para verificar a força de sua senha – www.howsecureismypassword.net

  • Curso – sociedade e tecnologias digitais

    Curso – sociedade e tecnologias digitais

    A partir de agosto de 2014 ofereço a segunda edição da disciplina Sociedade e Tecnologias Digitais no curso de Ciências Sociais da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Unifesp/Guarulhos. O programa do curso anterior está disponível na Wikiversity, onde construímos e documentamos todo o percurso da disciplina – https://pt.wikiversity.org/wiki/Sociedade_e_Tecnologias_Digitais/2012

    O curso é oferecido como disciplina eletiva para estudantes da EFLCH/Unifesp e como curso de extensão para professores de sociologia da rede pública ou educadores/agentes socioculturais.

    Inscrições como curso de extensão:

    Período: 14/7/2014 a 31/7/2014.

    Vagas limitadas (o número pode variar conforme o número de estudantes regulares no curso).

    Formulário de inscrição: https://docs.google.com/forms/d/1XGMkkOlYUJLSof-yM7UsHo3zmz0QYeeom0hauZi0DF4/viewform?usp=send_form

    Critérios de seleção:

    (1) adequação ao perfil (professor e/ou educador com vínculo em escola, organização social).

    (2) manifestação de interesse.

    (3) ordem de inscrição.

    Resultado inscrição: 11/08/2014.

    Início curso: 27/08/2014 (presença inicial exigida para confirmação de interesse).

  • Seminario de Projetos: Os Movimentos Sociais sob o impacto dos protestos

    Seminario de Projetos: Os Movimentos Sociais sob o impacto dos protestos

    “Os Movimentos Sociais sob o impacto dos protestos: Uma análise sobre o Movimento Passe Livre e o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto” –

    Projeto de mestrado de Paulo Spina.

    RESUMO: “O trabalho analisa os protestos de 2013 e 2014 no Brasil, tendo como recorte o Movimento do Passe livre e o Movimento dos Trabalhadores sem Teto.

    O problema da pesquisa é identificar as diferentes formas de: organização, de repertórios de confronto e de relação com a tecnologia. O modelo teórico é o da Teoria do Processo Político e os conceitos de ciclo de confronto, repertórios de confronto e oportunidades políticas para entender os movimentos MPL e MTST. 

    O objetivo é investigar, no período de junho de 2013 a junho de 2014, como as formas de organização, a relação com as tecnologias de comunicação e os repertórios de confronto, relacionam-se ao processo político e ao modo de constituição de cada movimento social. As fontes de pesquisa são os documentos públicos dos movimentos, imagens coletadas e produzidas, entrevistas e observação de campo.

    A hipótese do trabalho é que um período de intensa mobilização provoca (ou se relaciona) a  modificações nos repertórios de confronto, nas formas de organização e na relação com a tecnologia.”

    Texto completo disponível em: http://extensao.milharal.org/files/2014/06/Projeto-Mestrado-Paulo-Spina.pdf

    Quinta-feira, 03/07 - sala 215, 17h30
    Unifesp Guarulhos (campus provisório)
    Av. Monteiro Lobato, 609

    fotos: http://coiote.org/site/?p=909

  • Festival de Instalação – Software Livre

    Festival de Instalação – Software Livre

    No dia 22/05 o Pimentalab realizou uma oficina para instalação de software livre e introdução a comunicação segura.

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    Tux, o mascote do Linux. E GNU, símbolo do projeto GNU/Linux.

    Na oficina, quem levou seu computador pessoal pode escolher em instalar o Debian ou o Ubuntu, distribuições do projeto GNU/Linux(1).

    A ESCOLHA DA DISTRIBUIÇÃO

    Enquanto o Ubuntu é caracterizado pela sua preocupação com o usuário final, adotando cada vez mais características condizentes ao seu lema “ubuntu – linux para seres humanos”.  Já o Debian, sistema muito utilizado em servidores, tem uma preocupação maior com a estabilidade e segurança do sistema.

    Atualmente o Ubuntu está na sua versão 13.10 (lança em outubro/2013) e 14.04 LTS (Longo Tempo de Suporte, lançada em abril/2014). A versão LTS significa que a versão será oficialmente suportada durante 5 anos para estações de trabalho(2).

    Por padrão a interface gráfica utilizada pelo Ubuntu é o Unity.

    Unity no Ubuntu

    Em 2012 uma polêmica envolveu o criador do projeto GNU/Linux, Richard Stalllman, que acusava a Cannonical (atual empresa desenvolvedora do Ubuntu) de coletar dados dos usuários para terceiros. O ubuntu adotou um sistema de busca – ativado por padrão – que coletava dados locais dos usuários para fazer sugestões de produtos da Amazon:

    Richard Stallman – “mp3 não é crime”

    Se você recomenda ou redistribui GNU/Linux, por favor remova o Ubuntu das distros que você recomenda ou redistribui. Se é sua prática recomendar e instalar software não-livre, não recomendaria você a parar, deixe isto convencer você. Nas suas install fests, nos eventos do Dia da Liberdade do Software, nos seus eventos FLISOL, não instale ou recomende Ubuntu. Ao invés disto, digas as pessoas que Ubuntu é evitado por espionagem – Richard Stallman(3)

    A distribuição Debian possui sempre 3 versões em manutenção ativa: estável, teste e instável. A atual estável é a versão 7, wheezy (lançada em abril/2014). A versão teste, jessie, possui os pacotes de programas que estão na fila para a versão estável, ou seja, será essa versão a próxima oficial estável. Sua característica é de possuir programas em suas últimas atualizações. Já a versão instável, sid, é indicada para desenvolvedores. Por padrão, a interface gráfica instalada no Debian é o Gnome.

    Gnome Classic no Debian

    Uma característica interessante do Debian é o sistema ser em sua maior parte por desenvolvedores colaboradores do projeto. Possui a comunidade mais ativa no mundo linux(4). Esta é uma importante característica do software livre em comparação aos softwares proprietários. Presente nas liberdades básicas de um software livre, o acesso ao código fonte é fundamental para que o programa seja desenvolvido.

    Liberdades básicas de um software livre(5):

    • A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade 0).
    • A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo às suas necessidades (liberdade 1). Para tanto, acesso ao código-fonte é um pré-requisito.
    • A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao próximo (liberdade 2).
    • A liberdade de distribuir cópias de suas versões modificadas a outros (liberdade 3). Desta forma, você pode dar a toda comunidade a chance de beneficiar de suas mudanças. Para tanto, acesso ao código-fonte é um pré-requisito.

    O modelo proprietário, mantém o código fonte em segredo, nas mãos de um número reduzido de desenvolvedores. Uma boa discussão pode ser encontrada no texto de Eric Raymond “A catedral e o bazar”.

    TUTORIAIS DE INSTALAÇÃO

    APÓS A INSTALAÇÃO DO SISTEMA

    Normalmente após a instalação do sistema é preciso afinar algumas configurações, instalar alguns programas básicos e também fazer as atualizações de segurança.

    o amigável terminal do linux

    Multimídia:

    # aptitude update
    # aptitude install flashplugin-nonfree vlc openjdk-7-jdk openjdk-7-jre audacious kdenlive audacity

    com isso serão instalados o plugins responsáveis por rodar a maioria dos vídeos e áudios na internet,  reprodutor de filmes VLC, editor de vídeos KDEnLivre, editor de áudio Audacity

    Escritório:

    # aptitude install libreoffice

    instalação do pacote LibreOffice, com editor de textos, cálculos, apresentação etc.

    Gráficos:

    # aptitude install gimp inkscape scribus

    instalação dos editores de imagens Gimp (camadas), Inkscape (vetorial) e Scribus (publicações)

    Essas instalações são feitas à partir do terminal linux e o gerenciador de pacotes aptitude (ou apt-get no Ubuntu). Também poderão ser feitas por um gerenciador de pacotes gráfico, o Synaptic.

    Gerenciador de Pacotes Synaptic, no Ubuntu.

    Segurança:

    # aptitude upgrade

    As atualizações de segurança são ativadas por padrão quando disponíveis, cabendo ao usuário apenas aceitá-las pelo Atualizações de Programas.

    atualizações automáticas de programas
    Gostaria de instalar GNU/Linux no seu computador? Agende um encontro pelo email pimentalab-extensao@riseup.net ou compareça no laboratório Pimentalab na Unifesp Guarulhos (Av. Monteiro Lobato, 609 – campus provisório – 3º andar).

     

    REFERÊNCIAS

    1 – Introdução ao Projeto GNU – http://www.gnu.org/gnu/gnu-history.pt-br.html
    2 – Sobre versões e nomes do Ubuntu – http://wiki.ubuntu-br.org/VersoesUbuntu
    3- Stallman sobre Ubuntu – https://www.fsf.org/blogs/rms/ubuntu-spyware-what-to-do
    4 – Canto dos Desenvolvedores Debian – https://www.debian.org/devel/
    5 – O que é Software Livre – https://www.gnu.org/philosophy/free-sw.pt-br.html

  • Seminário de Projetos:  O espelho é a lente : a reconfiguração da subjetividade a partir da fotografia digital

    Seminário de Projetos: O espelho é a lente : a reconfiguração da subjetividade a partir da fotografia digital

    Pesquisas Compartilhadas – 20 de maio, terça-feira, 17:30-19:30hs

    Raoni Biasucci Vega (trabalho de conclusão de curso)

    Título: O espelho é a lente : a reconfiguração da subjetividade a partir da fotografia digital. Um estudo sobre os autorretratos postados no Instagram.

    Sala: 203.

    Resumo do Trabalho:

    “O presente trabalho se insere num contexto de estudos que buscam interpretar as reconfigurações que ocorreram na construção da subjetividade contemporânea a partir do surgimento e apropriação da fotografia digital por usuários de redes sociais cibermediadas. O estudo foca mais precisamente o ambiente do aplicativo Instagram, tendo como objeto certos tipos de autorretratos que recebem codinomes específicos e que circulam por essa rede social constituindo um importante objeto dentro da sociabilidade estabelecida dentro desta comunidade. O estudo atenta para a relação das fotografias com os alegados novos fenômenos de exposição e vivência da intimidade contemporânea e seus possíveis sentidos dentro de uma sociabilidade amparada por tecnologias de comunicação em rede.”

    texto monografia – Raoni

    20/05 - Sala a confirmar
    Unifesp Guarulhos - Campus Provisório
    Av. Monteiro Lobato, 609 - Guarulhos

    encontro_raoni

     

  • Sociedade de Controle e nomes múltiplos: o caso Black Bloc

    Sociedade de Controle e nomes múltiplos: o caso Black Bloc

    Seminário de Projetos - Pimentalab
    Dia 9 de abril das 17:30 às 19:30
    Sala 224 - Unifesp Guarulhos
    Av. Monteiro Lobato; 609 (Campus Provisório)

    Projeto de Iniciação Científica de Renato Ponzetto Aymberé
    Título: Sociedade de Controle e nomes múltiplos: o caso Black Bloc
    Texto disponível aqui

    “Podemos definir nomes múltiplos como uma forma de se organizar politicamente em que um grupo de pessoas que adotam o mesmo pseudônimo e com ele passam a assinar manifestações das mais variadas naturezas, de intervenções artísticas ao hackeamento de sites; da destruição de símbolos da propriedade privada empresarial à autoria de livros.

    Há dois tipos de nomes múltiplos, os abertos, onde, à priori, qualquer pessoa pode fazer utilizar o nome; e os fechados, em que apenas certas pessoas podem fazer uso do nome. Para estudar as relações de poder dentro de um nome múltiplo, optamos por analisar como se organiza o nome múltiplo Black Bloc, ou seja, procuramos compreender se dentro desse nome múltiplo alguns dos indivíduos que o constituem tem mais poder que outros, além de analisar a forma como o Black Bloc se enxerga e se promove em redes sociais e comunicados e, também, como a mídia os trata.”

    Aymbere-nomes-multiplos

    2013_07_11_ato_contra_monopolio_das_midias_manifestacao_cabral_6d_031
  • Seminário de Projetos com Ale Abdo

    Seminário de Projetos com Ale Abdo

    Experimentação e Modelagem de Campanhas de Mobilização em Saúde

    Ale Abdo é doutor em física com passagem por departamentos de sociologia, comunicação e epidemiologia. Tem como programa de pesquisa a combinação de métodos sociológicos imersivos e análise matemática para compreender dinâmicas coletivas amparadas em tecnologias de informação.

    Seu atual projeto de pesquisa investiga o impacto das condições de comunicação no sistema de saúde pública, através de  intervenções em bairros de São Paulo e do Rio de Janeiro.

    Texto principal para discussão clique aqui
    Texto complementar clique aqui

    Data/Horário: 25/03 - 17:30
    Local: Unifesp Guarulhos (campus provisório)
    Sala de pesquisa 418 - Av. Monteiro Lobato; 679

    cartaz

  • CryptoParty: criptografia para as massas!

    CryptoParty: criptografia para as massas!

    Evento discute e ensina criptografia para usuários não experientes

    A primeira edição da CryptoParty São Paulo ocorrerá no último sábado deste mês, dia 30 de novembro, das 9h30 às 19h00.A CryptoParty (ou CriptoFesta) é um evento gratuito e aberto ao público para aprender como usar ferramentas básicas de criptografia para dar maior segurança à sua comunicação. O objetivo dos organizadores é incentivar a criação e disseminação de uma cultura de defesa da privacidade entre as pessoas que utilizam a Internet.

    Os participantes poderão, em um formato (meio) descontraído, assistir palestras sobre segurança da informação e privacidade, discutir o tema e também conhecer as ferramentas de proteção contra a vigilância praticada por empresas e governos.

    A cada nova revelação do WikiLeaks e de Edward Snowden ficamos apavorados e preocupados com a ameaça do controle e da vigilância. Então é necessário não só lutar politicamente contra novas leis e práticas de vigilância, mas também torná-la tecnicamente impossível. “O universo acredita na criptografia”, escreveu Julian Assange, fundador do Wikileaks, da embaixada do Equador em Londres, uma vez que “é mais fácil criptografar informações do que descriptografá-las”[1]. Se a política falhar (e não estamos num momento muito otimista), a criptografia poderá ser a nossa última esperança contra o domínio das grandes empresas e governos.

    A CryptoParty é uma iniciativa global[2] e descentralizada para apresentar softwares de criptografia e explicar seus conceitos para o público em geral. Portanto, não é necessário conhecimento prévio sobre o assunto para participar. A CryptoParty São Paulo está sendo organizada, desde o início de outubro, pela Actantes, entidade de defesa da privacidade e liberdade na rede[3], pelo Grupo de Trabalho “Segurança e Privacidade” da rede social livre Saravea[4] e por colaboradores individuais.

    A programação do dia começará às 9h30 e terminará às 19h e contará com a realização de oficinas (tutoriais), mesas de debate e desconferências (palestras relâmpago). O anonimato da rede Tor[5], chave pública de criptografia (GPG)[6] e OTR (Off The Record)[7] são algumas das ferramentas a serem apresentadas e discutidas durante a festa. No final da tarde, às 17h, o criptógrafo e professor da UNB, Pedro Rezende fará uma palestra mostrando os riscos da biometria para as sociedades democráticas. Falará também da urna eletrônica brasileira, desmistificando o discurso de segurança impecável e mostrando seus pontos obscuros e falhas. Além disso, durante o dia inteiro teremos um Install Fest (festival de instalação) do sistema operacional GNU/Linux Debian[8].

    A CryptoParty adota o software livre como marco zero na discussão de segurança. Nós não confiamos em softwares proprietários, isto é, em programas que não nós permitem observar, auditar, modificar e compartilhar o código fonte[9].

    A programação completa pode ser vista no site[10] ou através do hidden service do Tor[11]. Pedimos para todos os participantes que leiam antes a seção “dúvidas e perguntas mais frequentes”(FAQ) da CryptoParty[12].

    [1] Julian Assange, Cypherpunks: Liberdade e o Futuro da Internet
    [2] cryptoparty.in
    [3] actantes.org.br / actantes.inf.br
    [4] saravea.net/g/seguranca e saravea.net/g/cryptoparty – necessitamos de colaboração em diversos subgrupos de trabalho!
    [5] torproject.org
    [6] GPG – https://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_Privacy_Guard
    [7] OTR – https://en.wikipedia.org/wiki/Off-the-Record_Messaging
    [8] Debian – http://debian.org/
    [9] Essas são basicamente as 4 liberdades definidas no Projeto GNU que definem um software livre
    [10] https://cryptoparty.inf.br/#programacao
    [11] http://7rpom2smywmsynlu.onion
    [12] https://cryptoparty.inf.br/#faq

    :: CryptoParty Brasil - Edição São Paulo 2013 ::
    
    SITE OFICIAL: https://cryptoparty.inf.br
    
    LOCAL: Rua Minas Gerais, 181 - Consolação - São Paulo/SP 
    Próximo ao metro Paulista e Consolação.
    
    HORÁRIO: 9h30 às 19h
    
    EMAIL: contato@cryptoparty.inf.br
  • Oficina com professores de Sociologia de Guarulhos

    Oficina com professores de Sociologia de Guarulhos

    A importância do tema

    A oficina “Comunicação” foi uma tentativa de interação e promoção da sensibilidade dos professores da rede pública de Guarulhos para usos alternativos das tecnologias da informação através da realização de experiências de campo, registro multimídia, sistematização e publicação online, mobilizando principalmente outras linguagens além da escrita (fotografia, audiovisual, cartografia).

    A proposta foi promover uma experiência com os docentes que aguçasse a percepção para determinadas práticas, discussões e problemas relacionados ao uso das tecnologias digitais e sua relação com a vida cotidiana e o ensino de sociologia, tais como: as formas como as paisagens midiáticas se apresentam na cidade; como se coloca o direito à comunicação em nosso cotidiano; a relação entre ciberespaço e territórios materiais; e como as tecnologias modificam nossas formas de acesso à informação, comunicação e organização social.

    Para que serve?

    1. Desenvolvimento e difusão junto aos participantes, de novas habilidades direcionadas à apropriação tecnológica que permitam uma utilização alternativa dos dispositivos de comunicação digital;
    2. Produzir novos conhecimentos sobre os processos sócio-organizacionais numa  determinada região e sua relação com a dinâmica comunicacional. Quais as  mudanças na ecologia comunicacional de uma determinada região? Como ela se  relaciona ao direito à comunicação, às formas de acesso, regime de  propriedade e práticas de uso das tecnologias de informação?;
    3. Desenvolvimento e difusão de metodologias sócio-culturais de produção colaborativa de conhecimentos através de TICs voltadas à pesquisa social aplicada.

    Oficina

    A oficina foi programada para ser realizada em dois dias (29/08 e 05/09) com intervalo de uma semana para dar tempo de organizar o material produzido no primeiro dia.

    1º dia de Oficina

    No primeiro dia da oficina após a chegada e apresentação de todos os participantes foi criado um pad coletivo, onde os professores colocaram seus nomes, emails e apresentaram algum blog que já possuíam, após esse momento, foi feita a apresentação dos objetivos da Oficina, introduzindo algumas questões sobre comunicação, tecnologias e sociedade. Logo após foram apresentados outros trabalhos do Pimentalab e seguiram algumas ações planejadas para a Oficina como a criação de listas de discussões e a ferramenta para criação de questionário do Google Docs, onde os professores responderam um questionário sobre Modos de Uso da Internet.

    Após um intervalo, foi iniciada uma breve discussão sobre “Comunicação”, buscando refletir sobre as concepções que giram em torno do tema, suas formas, acesso, seu papel em nossa vida cotidiana, etc.

    CIMG6725_pqnOs professores foram então divididos em dois grupo para que seguíssemos para a atividade em campo, observando como as questões discutidas apareciam no bairro

     

    Confira abaixo o relato do percurso dos dois grupos:

    •  Relato grupo 1 (lan house/telecentro)

    O primeiro grupo ficou de fazer um percurso até a “Lan WEB” e depois voltar ao Telecentro localizado no CEU-Pimentas. Pelo trajeto os(as) professores(as) se depararam com a comunicação nas suas mais diversas expressões: o Palhaço Abobrinha, que usa o facebook para divulgar seu trabalho; a Banca “Deus é Fiel” do vendedor de panelas e seu rádio usb; a Banca de Jornal que não costuma atrair muitos jovens e também aproveitaram para entrevistar alguns senhores que encontraram pelo caminho a fim de perceber como a comunicação se alterou ao longo do história.

    Ao chegar no primeiro destino, a Lan House, tivemos a oportunidade de entrevistar tanto o funcionário quanto uma usuária a respeito dos meios de comunicação mais utilizados naquele estabelecimento.  Após as entrevistas na Lan House, que confirmaram um “prognóstico” sobre os modos de uso da comunicação na internet (facebook), voltamos para o CEU-Pimentas a fim de entrevistar usuários(as) e os monitores do Telecentro Tecnologia Cidadã, da prefeitura de Guarulhos.

    Embora seja considerado um espaço que visa não só o acesso indiscriminado da internet, mas também um espaço de formação e orientação pedagógica, as entrevistas trouxeram à tona um modo de uso bem próximo ao da Lan House.

    Entrevistas:
    Lan House – https://soundcloud.com/pimentalab/sets/entrevistas-oficina-pimentalab
    Telecentro – https://soundcloud.com/pimentalab/sets/oficina-pimentalab-telecentro

    • Relato grupo 2 (Hospital e Centro de referência DSTs)
    trajeto_saudetrajeto realizado pelo grupo 2 (visualizado no Google Maps)

    O segundo grupo fez um percurso em direção ao centro de referência em DSTs/Aids do Parque Jurema, no caminho passamos pelo Hospital Municipal Pimentas-Bonsucesso, onde os professores observaram o local e abordaram algumas pessoas, levantando questões consideradas relevantes para o grupo como a presença e visibilidade da UNIFESP no bairro, por exemplo. Passamos também por duas escolas públicas onde os professores observaram os muros das escolas e o que eles comunicavam. Chegando no Centro de Saúde – SAE Carlos Cruz, fomos recebidos pela psicóloga responsável pelo Centro. Ela nos falou sobre as formas de comunicação com a população local estabelecidas pelo centro e o posicionamento da prefeitura em relação a essas ações, assim como alguns obstáculos enfrentados nesse processo. Os professores levantaram questões e observaram o local. O registro do encontro  se deu pela captura de áudio e fotografias.  No retorno passamos por uma Lan House localizada na Av. Jurema e retornamos para nos encontrarmos com o outro grupo. Durante todo o trajeto, os professores registraram com fotografias as formas de comunicação mais relevantes que perceberam no bairro como os carros de som, lambe-lambe, grafite e faixas.

    2º dia de Oficina

    Já o segundo dia da Oficina teve início com uma conversa sobre os possíveis desdobramentos da primeira parte da Oficina no cotidiano dos professores. As questões centrais foram retomadas como: O que é comunicação? Como a cidade se comunica? E o que podemos aprender de maneira sensível, olhando, ouvindo ou caminhando pelo bairro, pela cidade.

    O material produzido na saída de campo foi analisado, observando e discutindo sobre as fotografias, mapas e áudio coletados.

    Na segunda parte do dia houve uma breve discussão a respeito das mídias livres, com a apresentação de um vídeo sobre rádio livre, produzido por colegas da universidade, entre eles uma das alunas integrantes do Pimentalab. Também foi discutido a importância da utilização de softwares livre, compreendendo que a utilização dos mesmos traz consigo um posicionamento político, uma vez que priorizam a liberdade do usuário e possibilitam uma cooperação livre, sem permissões, dos usuários e desenvolvedores.

    Blog – Sociologia Global

    Na construção do blog o primeiro passo foi escolher um nome, que deveria fazer sentido para o trabalho realizado, ao mesmo tempo que não restringisse possibilidades futuras de uso. Decidimos então que seriam produzidos dois posts, sobre as experiências dos dois grupos durante o trabalho de campo realizado no primeiro encontro. Os professores redigiram textos sobre suas experiências e reflexões e escolheram as imagens que acompanharam os posts.

    Após  isso, os professores colocaram a “mão na massa” para a construção do  blog com os materiais produzidos durante a oficina. Nesse processo eles tiveram contato com os processos para subir fotos e textos para um blog além de participar ativamente na escolha do template. Também foram apresentados à edição de imagens, áudio e mapas.

    blog_professoresblog criado pelos(as) professores(as) no wordpress

    Tutoriais produzidos a partir da oficina:

    Relatos da Oficina

    Racin – https://extensao.milharal.org/2013/10/19/rlato-oficina-professores-racin/
    Marcella – https://extensao.milharal.org/2013/11/09/relato-oficina-professores-marcella/
    Aymbere – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-aymbere/
    Juliana – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-juliana/
    Profª Aureni – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-aureni-2/
    Profº Ricardo – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-ricardo/
    Profª Maria José – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-maria-jose/

    Roteiros da Oficina

    https://extensao.milharal.org/2013/11/11/roteiros-oficina-professores/

    Making-off da Oficina

    https://extensao.milharal.org/2013/12/04/fotos-oficina-para-professores-de-sociologia/

    Categorias:extensão: foi a primeira categoria (é a padrão), não pode ser excluída. Dá pra fazer uma gambiarra e colocar outro nome. Tirei todas as postagens dessa categoria.
    gestão do projeto: selecionei os posts referentes a essa categoria
    mapeamento: inicialmente era uma categoria para fazer o mapeamento de agentes e público interessado no pimentas. Como o xará disse, está bem confuso, pois há também mapeamento relativo as ferramentas de geoprocessamento. Sugiro criar uma categoria “cartografia” e separar o conteúdo tipo: postagens relativas ao público interessado, pimentas e região em “mapeamento”; mapas, cartografia, gps etc em “cartografia”
    oficinas fiz as sugestões do aymbere. Sub-categoria “roteiros”. Deixei “tutorial” separado, pois nem todos tutoriais vem das oficinas.

    Páginas:

    Criar Agenda via Calendário de Movimentos Sociais e inserir código html na página (ver rizoma.milharal)

  • textos de formacao

    26-02-13 – Educação expandida e ciência amadora

    26-03-13 – Pesquisa-ação

    23-04-13 – A promessa amadora

    08-05-13 – Formação em Software Livre

    Encontro no Arquivo do Estado com o grupo de pesquisa HÍMACO (História, Mapas e Computadores) para discutir o uso de software livres e suas relações com os direitos autorais
    Textos de Referência:

    27-06-13 – Teoria Crítica e Tecnologia

    01-08-13 – Política, imagens e subjetividades nas manifestações

    26-09-13 – Marco Civil da Internet

    26-11-13 Movimentos Sociais e as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação

     

  • Tutorial: escrita coletiva (etherpad)

    Etherpad é um editor de textos colaborativo em tempo real, que permite que diversos autores editem simultaneamente um documento de texto. O texto de cada editor é exibido com uma cor própria, facilitando portanto a identificação da escrita recém modificada. Na barra lateral há um chat que permite a comunicação síncrona dos editores.

    Como usar

    1- acessar alguns os Sites que utilizam o etherpad, tal como:
    http://pad.riseup.net/
    http://pad.sarava.org/
    http://piratepad.net
    2 – Ao acessar o site você é levado a uma página para criar o nome do Pad. Aleatoriamente é criado um nome contendo letras e números, dificultando o acesso por terceiros ao pad, funcionando como uma espécie de senha. Caso deseje mudar o nome basta apagar o nome gerado aleatoriamente, escrever o nome de seu interesse e clicar no botão “ok” que te levara ao pad em si;
    3 – clique no canto superior direito clique no botão colorido com um numero (que é referente ao numero de pessoas que estão conectadas ao pad naquele momento);
    4 – onde estiver escrito “enter your name” digite seu nome;
    5 – clique no quadrado colorido ao lado para alterar a cor através da qual você sera identificado;
    6 – experimente cores que te agradam clicando entre as diversas opções que apareceram ao lado e clique em “save”.

    Chat

    O chat permite que as pessoas que estão utilizando o pad conversem entre si sem que interfiram no conteúdo do pad.

    Como usar
    1 – clique no “chat” (canto inferior da direita)
    2 – digite e aperte enter mandar sua mensagem
    3 – caso queria deixar o chat fixo clique no ícone da engrenagem e depois clique em “Chat always on screen”

    Importar/exportar

    O ícone da duas flechas serve para importar/exportar conteúdo (só texto).

    Como usar
    1 – clique no ícone com 2 setas (primeiro ícone do menu superior da direita);
    2 – na sessão “Exportar a Nota atual como” escolha a opção que melhor resolve suas necessidades (caso procure criar um arquivo de texto tipo Word clique em texto simples).

    Linha do tempo

    Caso alguma escrita tenha sido perdida por acidente existe a opção da “linha do tempo” onde toda modificação pode ser acessada a qualquer momento.

    Como usar
    1- clique no ícone do relógio (segundo ícone do menu superior da direita);
    2 – aparecera uma linha do tempo onde é possível, através das setas ao lado do botão “play” rever antigas versões do texto;
    3- também é possível se mover pela linha do tempo apenas clicando nela;
    4 – para voltar ao pad basta clicar em “return to pad”
    Obs.: caso queria exportar uma versão antiga basta clicar no ícone das 2 setas localizado no lado direito próximo ao botão “return to pad”

    Salvar

    É possível salvar uma versão do pad (apenas para facilitar a pesquisa na linha do tempo).

    Como usar
    Basta clicar no ícone da estrela (tercero ícone do menu superior da direita).

    Editando o texto

    No canto superior esquerdo existe uma barra de ferramentas para edição simples de texto.

    Como usar
    Funciona praticamente da mesma forma que os editores de texto mais convencionais (LibreOffice, MS-Office) tendo as opções negrito, itálico, sublinhado, tachado, lista, lista numerada, recuo de parágrafo etc.

    Importante: ao terminar a escrita de um texto aconselhamos a salvá-lo em seu computador, pois depois de 30 dias o conteúdo é apagado do site sem aviso prévio.

  • Tutorial: edição de áudio (audacity)

    Edição básica:
    1 – importar áudio – Ficheiro -> Importar -> Áudio (CTRL+SHIFT+I)
    2 – usar ferramenta de seleção para selecionar áreas a serem suprimidas
    3 – para deletar área selecionada apertar a tecla DELETE do computador
    4 – usar a ferramenta “ajuste de tempo” para unir partes do áudio

    Aplicar efeitos:
    Nivelador: permite nivelar o áudio em um mesmo volume
    Efeitos -> Nivelador – Grau de nivelamento: Forte; Limiar de ruído: -75dB “OK”
    Remoção de ruídos e ampliar som: equalização, compressor e normalizador
    Efeitos -> Equalização -> OK
    Efeitos -> Compressor -> OK
    Efeitos -> Normalizador -> amplitude máxima “-0dB” -> OK

    Exportar áudio:
    Para exportar o áudio em formatos para tocadores de música
    Ficheiro -> Exportar -> definir nome do arquivo e extensão -> Salvar
    Incentivamos a extensão Ogg Vorbis (.ogg) por ser um formato livre de compressão de áudio em oposição ao .mp3

  • Oficina professores sociologia – entrevistas

    Entrevistas realizadas durante a oficina de professor@s de sociologia da rede pública de Guarulhos (2013).

    Mais informações em https://extensao.milharal.org/atividades/professores-rede-publica-2013/

    • Entrevistas Telecentro CEU-Pimentas

    Monitores – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-monitores
    Usuário – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-usuario
    Usuário – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-usuario2

    • Entrevistas Lan House

    Funcionário LanWeb – https://soundcloud.com/pimentalab/lanhouse-funcionario
    Usuária da LanWeb – https://soundcloud.com/pimentalab/lanhouse-usuario1

    • Entrevistas comércio local

    Banca de conserto de panelas – https://soundcloud.com/pimentalab/banca-deus-e-fiel
    Banca de jornal/revista – https://soundcloud.com/pimentalab/banca-jornal
    Palhaço Abobrinha – https://soundcloud.com/pimentalab/palhaco

  • Tutorial: criar blog wordpress

    o WordPress é um software livre para gerenciamento de blogs. Software livre é diferente de”software gratuito”, pois no caso o próprio WordPress pode ser utilizado com fins comerciais; “free” pode ser traduzido como “grátis” ou “livre”. Para um software ser considerado livre, o  programa deve respeitar 4 liberdades essenciais: Liberdade de conhecer o código fonte; Modificar o código; Retransmitir (compartilhar) livremente; Executar.

     Criar o blog

    1 – criar usuário e senha em https://wordpress.com/ com email pessoal (canto esquerdo);
    2 – “Create a New Blog”. Definir endereço do blog. exemplo: “socioglobal.wordpress.com
    3 – nome do blog, privacidade “visível para todo mundo”;
    4 – selecionar opção “Create Blog”, versão não-paga;
    5 – para gerenciar o blog entrar em Dashboard;

    A hospedagem do blog pode ser feita em diferentes servidores que trabalham com blogs em WordPress. O próprio site do WordPress oferece uma hospedagem grátis e uma versão paga (como exemplo do tutorial acima). Outro exemplo é o Coletivo Milharal que visa atender a demanda “numa plataforma com requisitos mínimos de segurança, privacidade, acesso e controle da informação.” (mais em https://milharal.org/politica/)

  • Tutorial: Questionario – Google Docs

    Google Docs

    1 – acessar docs.google.com;
    2 – (caso você tenha uma conta no google mas não esteja logado) no campo login preencha com com seu e-mail do gmail e o campo senha  preencha com a senha do mesmo;
    3 – clique no botão criar localizado no canto direito da tela;
    4  – escolha qualquer um dos modelos clicando duas vezes sobre qual você  deseja utilizar, ou clique apenas uma vez e em seguida clique no botão ok localizado logo abaixo;
    5 – no campo título da pergunta escreva a pergunta. O campo texto de ajuda  pode ficar em branco, pois as informações contidas nesse campo servem  apenas para esclarecer algum ponto da pergunta para aquele que esta  respondendo;
    6 – em tipo de pergunta escolha de que forma sera feita a pergunta: múltipla escolha, texto, escala etc;
    7 – caso a pergunta seja de extrema importância basta que clicar em pergunta obrigatória localizada logo abaixo, ao lado do botão concluído;
    8 – quando o questionário já estiver pronto basta clicar uma vez em concluído e depois em  enviar formulário (canto superior direito);
    9 – copie (ctrl + c) o link que aparecera do lado esquerdo do botão incoporar  e clique em concluído;
    10 – agora basta colar (ctrl +v) o link e mandar pra quem você quer que preencha o formulário.

  • Tutorial: criar lista de discussão (e-mail)

    “Lista de discussão, também denominado grupo de discussão é uma ferramenta gerenciável pela Internet que permite a um grupo de pessoas a troca de mensagens via e-mail entre todos os membros do grupo”¹.

     Listas Riseup

    Segundo a definição do próprio Riseup, as listas de e-mails podem ser criadas por qualquer pessoa desde que tenha como fim uma transformação social radical. Caso a lista não tenha fins de natureza progressista, radical ou revolucionária poderá ser excluída pelos moderadores. Para conhecer mais sobre o coletivo Riseup acesse https://help.riseup.net/pt/pt-quem-somos

    Criar a lista:

    1. acesse https://lists.riseup.net/www/firstpasswd/ e insira seu email;
    2. você receberá um email para confirmar a inscrição. Clique no link do email;
    3. será solicitada uma senha. Depois de inserir a senha e confirmar, clique em “Submit”;
    4. na página de preferências do usuário você poderá escolher a linguagem, um nome, se deseja trocar de senha etc. Salve caso faça alguma mudança;
    5. no canto superior direito clique em “Creat List” (criar lista);
    6. defina um nome para a lista. Depois defina que tipo de acesso terá a lista (público, moderado, privado etc). O assunto, tópico e uma breve descrição. Clique em “Submit your creation request”;
    7. você receberá um email assim que a lista for ativada por um moderador do Riseup.

    tutorial do site (em inglês) – https://help.riseup.net/pt/how-to-create-a-list

    Google Groups

    O Google se caracteriza por ser uma plataforma corporativa/comercial. Portanto, antes de de criar uma conta no Google acesse os Termos de Serviço (recém atualizada) em https://www.google.com.br/intl/pt-BR/policies/terms/regional.html e a Política de Privacidade em https://www.google.com.br/intl/pt-BR/policies/privacy/ para saber como seus dados serão tratados pela empresa.

    Criar a lista:

    1. acessar https://groups.google.com;
    2. (caso você tenha uma conta no google mas não esteja logado) no campo login preencha com com seu e-mail do gmail e o campo senha  preencha com a senha do mesmo;
    3. no canto superior esquerdo clique em “Criar Grupo”;
    4. defina o nome do grupo, endereço de email, descrição, linguagem. Em tipo de grupo deixe “lista de e-mails”. Defina as permissões básicas de visualização, postagem e e participação do grupo;
    5. novamente no canto superior esquerdo clique em “Criar”.