Blog

  • Seleção Bolsista Pimentalab

    Seleção Bolsista Pimentalab

    P1060512

     

    Seleção de Bolsistas de Extensão para o edital ProExt – 2014

    Pimentalab: conhecimento local e tecnologias digitais

    Apresentação

    O Pimentalab é um laboratório de práticas sociais que objetiva integrar experiências de ensino, pesquisa e extensão. Atuamos em questões relacionadas à crescente mediação das tecnologias digitais na vida social, tendo em vista as transformações nos processos de produção de conhecimentos e nas dinâmicas sociopolíticas.

    Ao promover usos alternativos das tecnologias de informação, investigamos como os processos sociais adquirem configurações específicas através das mediações técnicas, observando tanto as dinâmicas micropolíticas e os modos de subjetivação como as inter-relações com o contexto sociopolítico mais amplo.

    Em nossas atividades a utilização das tecnologias de informação está orientada por uma concepção de apropriação tecnológica em que os sujeitos são provocados a reconhecer as dimensões sociopolíticas inscritas nesses dispositivos, incentivando-os à uma utilização criativa que supera, portanto, o uso meramente instrumental desses recursos. Ao combinar diferentes suportes e linguagens na realização do projeto, em especial a fotografia, vídeo, texto e a cartografia, tanto na web como em dispositivos móveis, pretendemos dinamizar formas de conhecimento e expressão em que os saberes estéticos-sensíveis cotidianos articulam-se aos saberes teóricos-abstratos. Tal abertura é fundamental para que possamos reconhecer e dar existência tangível a novos conhecimentos e práticas sociais locais.

    Para isso, o projeto realiza diversas atividades (oficinas, eventos, pesquisas) de experimentação e difusão de tecnologias digitais. Em suma, trata-se de desenvolver experiências em que possamos investigar as transformações na relação saber-poder em contextos específicos, tendo como vetor de análise a mediação sociotécnica em sua dupla dimensão tecnopolítica e tecnoestética.

    Seleção para o Edição 2014 ProExt/MEC

    Os bolsistas do ProExt deverão participar da criação, implementação, acompanhamento e suporte de diferentes atividades promovidas pelo Pimentalab. Na edição 2014 a realização de oficinas e eventos (conforme apresentação acima) pretende convergir com dois outros objetivos: implementar uma plataforma digital com aplicativos para uso público e constituir uma rede social (e digital) de colaboração com um público específico. Os estudantes selecionados poderão atuar em dois eixos temáticos: (1) tecnologia e processos sociopolíticos; (2) ensino de sociologia e formação de professores.

    Atividades a serem desenvolvidas

    (1)formação e pesquisa temática;

    (2)criação e manutenção de banco de dados;

    (3)capacitação técnica no uso de softwares livres;

    (4)alimentação contínua do sistema de gestão e avaliação;

    (5)gestão financeira do projeto;

    (5)sistematização e publicação das informações na plataforma online do projeto;

    (6)realização de oficinas e atividades de campo;

    (7)participação nas atividades de planejamento do projeto;

    (8)participação nos seminários de estudos do grupo de pesquisas.

    (9)produção de relatórios.

    Período de vigência da bolsa:

    de 01/06/2014 a 30/12/2014 (7 meses).

    Carga Horária Semanal: 16 horas.

    Valor da Bolsa (4 bolsistas): R$400,00.

    Requisitos e indicadores para classificação:

    (a)alunos regularmente matriculados no curso de Ciências Sociais, História, Letras, Filosofia, Pedagogia ou História da Arte;

    (b)bom desempenho acadêmico e interesse em atividades de pesquisa;

    (c)interesse na utilização intensiva de tecnologias de informação e comunicação;

    (d)capacidade para trabalhar coletivamente: autonomia, colaboração, planejamento em equipe, escuta, participação ativa, capacidade de sistematização e compartilhamento de informação.
    (e)conhecimentos técnicos básicos de informática e motivação para o aprendizado de novas softwares e tecnologias de comunicação.

    (f) familiaridade com as tecnologias e atividades já desenvolvidas pelo Pimentalab.

    (g)tempo disponível conforme carga horária proposta;

    (h)não acumular o recebimento de outra bolsa (exceto bolsas de auxílio social).

    Processo de Inscrição:

    O candidato deverá se inscrever por e-mail enviando uma mensagem:

    [para] opensocialsciences@gmail.com

    [assunto] PROEXT-Pimentalab

    Anexar à mensagem:

    (a)Nome, telefone e email para contato;

    (b)Cópia do histórico escolar atualizado (pode ser a versão online);

    (c)Carta de motivação em atuar no Pimentalab e descrevendo suas habilidades e interesses de pesquisa e atuação (uma página);

    (d)Proposta de trabalho que gostaria de desenvolver tendo em vista os objetivos e eixos temáticos descritos acima (até 2 páginas).

    Cronograma da inscrição e seleção:

    Inscrição via email: de 13//05/2014 a 23/05/2013.

    Entrevistas e seleção: de 27 a 30 de maio de 2014.

    Resultado: 2 de junho de 2014.

  • Sociedade de Controle e nomes múltiplos: o caso Black Bloc

    Sociedade de Controle e nomes múltiplos: o caso Black Bloc

    Seminário de Projetos - Pimentalab
    Dia 9 de abril das 17:30 às 19:30
    Sala 224 - Unifesp Guarulhos
    Av. Monteiro Lobato; 609 (Campus Provisório)

    Projeto de Iniciação Científica de Renato Ponzetto Aymberé
    Título: Sociedade de Controle e nomes múltiplos: o caso Black Bloc
    Texto disponível aqui

    “Podemos definir nomes múltiplos como uma forma de se organizar politicamente em que um grupo de pessoas que adotam o mesmo pseudônimo e com ele passam a assinar manifestações das mais variadas naturezas, de intervenções artísticas ao hackeamento de sites; da destruição de símbolos da propriedade privada empresarial à autoria de livros.

    Há dois tipos de nomes múltiplos, os abertos, onde, à priori, qualquer pessoa pode fazer utilizar o nome; e os fechados, em que apenas certas pessoas podem fazer uso do nome. Para estudar as relações de poder dentro de um nome múltiplo, optamos por analisar como se organiza o nome múltiplo Black Bloc, ou seja, procuramos compreender se dentro desse nome múltiplo alguns dos indivíduos que o constituem tem mais poder que outros, além de analisar a forma como o Black Bloc se enxerga e se promove em redes sociais e comunicados e, também, como a mídia os trata.”

    Aymbere-nomes-multiplos

    2013_07_11_ato_contra_monopolio_das_midias_manifestacao_cabral_6d_031
  • Encontro dos Professores de Sociologia no Ensino Médio

    Encontro dos Professores de Sociologia no Ensino Médio

    GD - Metodologias, Tecnologias e Linguagens - Ensino de Sociologia

    Anotações que serviram de base para minha intervenção na Mesa “Formação de Professores de Sociologia”, realizada em 21 de março de 2014. Escritos parciais, idéias em desenvolvimento…

    ***

    Palestra – Encontro dos Professores de Sociologia da RMSP
    21.03.2014

    Intervenção oral como um exercicio do pensamento em processo.

    Problemas relativos à formação de professores de sociologia envolvem diferentes aspectos da formação. A análise histórica das mudanças nos curriculos dos cursos de graduação, tanto no bacharelado como nas licenciaturas, indicam os diferentes princípios e abordagens que norteam/norteavam a formação dos sociólogos e professores e também as disputas nos desenhos dos cursos entre o bacharelado e licenciatura.

    Seja nas licenciaturas plenas, nos bacharelados e com posterior formação complementar para obtenção da licenciatura, ou ainda nos atuais modelos híbridos de dupla habilitação (bacharelado mais licenciatura), podemos observar diferenças e continuidades de disciplinas, conteúdos e práticas.

    No que tange os debates sobre a formação de professores, o principal foco das preocupações tem sido o de dar conta, num curto espaço de tempo, de tantos conhecimentos teóricos e saberes práticos necessários para o bom exercício profissional. Nos relatos de pesquisadores sobre as licenciaturas existentes no Brasil, percebemos rapidamente um reconhecimento das ausência nos cursos: “falta isso, falta aquilo”. Pessoalmente, ainda nao encontrei nenhum colega professor universitário que esteja plenamente satisfeito com a formação oferecida aos futuros professores. Mas enfim, talvez, seja apenas nosso habito da crítica permanente, de forma a buscar situações melhores.

    Ainda assim, já é possível montar a partir dos diferentes cursos, com discordância ou acordos, um quadro nacional do que seria este currículo mínimo para a formação de professores de sociologia, para além do percurso do bacharelado.

    Mas há ainda, junto a este percurso da formação teórico-prática, aquela parte da formação que diz respeito à prática efetiva na escola. No Brasil, ela se organiza em torno dos estágios supervisionados. Ainda que realizado de maneira diversa em cada universidade, é comum que seja mantida uma relação assimétrica e hierarquica entre universidade e escola. Observamos isso naquelas práticas de estágio que transformam a relação com o campo do estágio numa inserção instrumental e precária, sem proporcionar uma boa experiencia de formação inicial para o licenciando, ou de formação continuada para os atores da escola.

    Ainda assim, há boas experiencas aqui e acolá. Na Unifesp ministro, entre outros cursos, as disciplinas de estágio supervisionado. A cada semestre tenho procurado promover diferentes estratégias de ensino e de inserção em campos distintos de estágio. Ao final de cada semestre tenho me surpreendido positivamente com os resultados dos trabalhos dos estudantes. Porém, sempre fico, com frequencia, com aquela percepção de tudo que falta à formação de nossos futuros professores.

    ***

    Feito este preâmbulo, gostaria de refletir com vocês sobre um outro aspecto da formação de professores que pouco aparece nessas discussões.

    Quando falamos do ensino de sociologia, de que tipo de sociologia, de qual sociologia estamos falando? Não digo aqui de qual vertente teórica, qual paradigma, autores ou conceitos devem ser tratados, ou qual deve ser a composição do currículo de sociologia para o ensino médio. Não é disso que se trata.

    Estou interessado em discutir a relação entre a sociologia que aprendemos na universidade e a sociologia que ensinamos na escola. Mais especificamente, o fazer sociólogico, a prática do sociólogo. Acredito que existe uma profunda relação entre aquilo que um professor de sociologia faz e ensina na escola, e aquilo que ele aprendeu como ofício de sociólogo na universidade.

    A meu ver, uma das dificuldades que os licenciandos enfrentam para ensinar sociologia na escola, tem a ver com a forma como aprendem e experienciam na universidade o que é a sociologia e o que faz um sociólogo profissional. Em síntese, parece-me que os universitários são frequentemente confrontrados com um modelo muito restrito de prática sociológica, focada quase que exclusivamente no ofício acadêmico. Nessa direção, as questões do ensino de sociologia acabam reduzidas ao problema de tradução/transposição entre os conhecimentos científicos universitários e os conhecimentos escolares.

    Para sitar um exemplo, tal problema fica evidente na necessidade sempre presente que a sociologia tem, na escola, de explicar logo no início do curso, o que é a sociologia, qual a sua história, qual a sua especifidade?
    Alguma outra disciplina do ensino médio faz isso? Talvez, essa caracteristica seja ainda um reflexo de sua instabilidade disciplinar no ensino médio e do fato da sociologia ser relativamente desconhecida dos estudantes.

    Mas talvez, nesse caso, seria importante pensarmos porque a sociologia é desconhecida deste público?
    Em que medida essa necessidade de auto-apresentação da sociologia na escola como campo científico legítimo, se relaciona ao fato de que ela seja uma profissão tão pouco conhecida em nossa sociedade?

    Perguntem às pessoas na rua sobre o que faz um sociólogo? A meu ver, o fato de que essa pergunta não seja facilmente respondida, relaciona-se à pequena presença na sociedade ou o pequeno reconhecimento social desta profissão – o sociólogo.

    A ausência de uma referência clara das possibilidades do ofício do sociólogo no mundo, presentifica-se na ação escolar do professor de sociologia sob um duplo aspecto: em sua formação ele próprio não teve contato com uma diversidade de práticas sociólogicas; e na sua prática de ensino a sociologia converte-se, na melhor das hipóteses, na transposição didática dos conhecimentos científicos acadêmicos.

    Mas haveriam outras possibilidades?
    Gostaria de fazer um exercicio de imaginação com vocês: quais poderiam ser as atividades de um sociólogo num hospital? quais sao as atividades de um sociólogo que trabalha no metro? quais sao as atividades de um sociólogo que atua numa secretaria de habitação? quais sao as atividades de um sociólogo numa empresa de engenharia?

    Talvez, se em nosso percurso de formação universitária como sociólogo fóssemos confrontados com uma diversidade maior de experiencias profissionais, nossa prática como professores de sociologia seria diferente.  Como ensinar a ciência sociologia a partir de uma diversidade de práticas sociológicas? Que conhecimentos sociológicos consideramos importantes que sejam aprendidos pelos jovens na escola? O que os jovens consideram importante e significativo em suas trajetórias de vida? Talvez, se experienciarmos o fazer sociológica de forma mais diversa, possamos responder essas perguntas de maneira diversa.

    Neste sentido, estou interessado em desenvolver uma espécie de sociologia amadora ou sociologia expandida, na linha do que temos chamado de ciência amadora e educação expandida. Tal conceituação tem emergido num contexto de descentramento dos antigos monopólios sobre as dinâmicas de produção/difusão de conhecimentos, onde temos observado uma diversidade de práticas alternativas em diferentes áreas do conhecimento, produzindo conhecimento relevante fora dos espaços e práticas institucionais estabelecidos.

    Trata-se, em certa medida, de pensar a formação de professores voltada para o ensino de sociologia na escola como experimentos de prática sociológica. O ensino como pesquisa e intervenção sociológica. Como identificar temas, problemas e questões relevantes com os estudantes e transformar esses elementos num projeto de pesquisa ou intervenção sociológica? Mas para isso, seria também necessário repensarmos o que aprendemos como fazer sociológico em nossas graduações.

    Por fim, essa não é uma proposta de formação exclusiva. É apenas mais uma trilha possível que poderia se desenvolver ao lado das outras práticas sociológicas que aprendemos na universidade. Esta, deve permanecer como um lugar de convívio da multiplicidade de conhecimentos e práticas científicas.

    Conclusao: relacao entre ensino de sociologia na educação basica e atuação profissional do sociólogo na sociedade. Legitimidade do campo científico depende também da maneira como este campo de conhecimentos está presente na sociedade.

  • Seminário de Projetos com Ale Abdo

    Seminário de Projetos com Ale Abdo

    Experimentação e Modelagem de Campanhas de Mobilização em Saúde

    Ale Abdo é doutor em física com passagem por departamentos de sociologia, comunicação e epidemiologia. Tem como programa de pesquisa a combinação de métodos sociológicos imersivos e análise matemática para compreender dinâmicas coletivas amparadas em tecnologias de informação.

    Seu atual projeto de pesquisa investiga o impacto das condições de comunicação no sistema de saúde pública, através de  intervenções em bairros de São Paulo e do Rio de Janeiro.

    Texto principal para discussão clique aqui
    Texto complementar clique aqui

    Data/Horário: 25/03 - 17:30
    Local: Unifesp Guarulhos (campus provisório)
    Sala de pesquisa 418 - Av. Monteiro Lobato; 679

    cartaz

  • Visita à Associação Casa dos Meninos

    Apresentação da Associação Casa dos Meninos

    de RODRIGO PEDRO BISCOSKI NUNES – Graduando de Ciencias Sociais Noturno

    Proposta de Intervenção educativa proposta na disciplina Estagio p/ Licenciatura 3ºSemestre

    Tem sido um prazer colaborar com os/as jovens da ACM uma vez que estamos nos ajudando a debater novas formas de mobilização por transformações na educação, trabalho. Todo o entorno da experiencia com a Associação Casa dos Meninos foi cercado sempre de respeito e um pouco de formalidade, apesar das propostas, tanto do meu trabalho quanto o deles tem sido debruçar-se sobre a informalidade e a horizontalidade das relações de trabalho.

    O coletivo da Casa promoveu entre muitos trabalhos, mapeamento de áreas de influencia dos aparelhos públicos, de maneira eficiente e reconhecida não só pela população do bairro como entidades governamentais, como o DIEESE, algumas das Diretorias de Ensino da Prefeitura. Promoveu a distribuição de internet através de oficinas de criação de equipamentos como antenas e roteadores adaptados para este fim. Trata-se de um sistema independente da Casa.

    Dependem muito de ajuda técnica para avanço dos projetos. É notável o entrosamento da casa com a comunidade e vice-versa. As portas abertas, a confiança de todos com relação aos integrantes da Casa dos Meninos, assim como a seus convidados. É evidente como o fruto de anos de trabalho deste grupo, do empenho de suas lideranças assim como o compromisso do coletivo em prosseguir com os projetos, são conquistas valiosíssimas para a comunidade, um exemplo a ser seguido sem ressalvas.

    A ACM luta para manter-se atuando em três frentes de trabalho, sendo elas a acadêmica, a extensão da associação a comunidade e ao desenvolvimento de tecnologia popular de ação social. Partindo da identificação com estes princípios, busquei colaborar com estes projetos para poder viabilizar uma série de ações conjuntas e fortalecer parcerias na construção de uma cultura de solidariedade no uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) aplicadas à educação de maneira não determinista, provendo informação e comunicação, ao contrário do que tem se realizado nas instituições formais de ensino com as quais tive contato.

    Projeto de Intervenção Educativa – Estagio III

     

    Breve descrição do local e da situação escolhida:

    Espaço amplo que sediou vários projetos e fazes diferentes de diversos grupos que atuam no bairro aproximadamente desde 2008. Antigo Ponto de Cultura que referenciou o bairro a partir dos projetos de integração e apropriação do território, parceria com as escolas da região, cursos profissionalizantes além do laboratório de informática que serviu ao programa Acessa São Paulo da Prefeitura. A Casa dos Meninos se situa na Rua Yoshimara Minamoto, número 656, dentro do distrito do Jardim São Luis, e no bairro do Jardim Fim de Semana. Local muito arborizado e com vista para a populosa região do M’Boi Mirim, de topografia acidentada e grande concentração de residências.

     

     

    Descrição do público

     Estudantes secundaristas de variadas idades. Com a integração , proporcionará outras relações de ensino-aprendizagem, focando temas a cerca da disciplina de sociologia com referencia ao currículo do ensino médio, ao mesmo tempo que a turma experiencia um novo saber-fazer que envolve novos conhecimento técnico.

     

    Documentação fotográfica e audiovisual

     Entrada da EMEF Procópio Ferreira, local onde a Casa dos Meninos mantém relação próxima e realiza diversas oficinas. Nesta visita, presenciei a Feira Cultural de 2013 que trazia os trabalhos de todas as turmas da escola. A Casa dos Meninos foi convidada a contribuir com uma oficina de artes para as crianças de 07 a 10 anos que serviria de mote para a discussão com os jovens de 11 a 14 anos das outras turmas. Os assuntos permearam a relação entre escola e a região, as preferencias mais comuns dos estudantes como a disciplina de matemática, ou português. Notamos e, em seguida, debatemos o grande interesse em aprender além do que cabe às disciplinas escolares.

     

     

    Diferentes pontos de vista

     Os integrantes da Casa dos Meninos notaram uma diferença de interesse e de participação grande entre as séries da Escola: Na quinta série todos querem participar, na sexta série, menos alunos se interessam, na sétima série menos ainda, e na oitava série estão, conforme disseram, os alunos estão “totalmente cansados”. Afirmam que na oitava série, momento na vida no qual os alunos deviam estar almejando mais liberdade, até pelos conteúdos ensinados, são justamente estes que “não acreditam em nada do que você fala”. Por outro lado avaliam que a quinta série:“está muito no oba-oba também, não quer dizer que estão com o projeto na cabeça. Qualquer ação na comunidade eles iam” . Em conversa com as professoras, muitas perspectivas diferentes surgiram, porém a presença do grupo da Casa dos Meninos era cercada de expectativa e confiança em seus projetos.

     

    Trechos do caderno de campo

     Chegamos na escola situada à Av. Fim de Semana, bastante atrasados e eu, particularmente, ansioso e animado para conhecer o publico da oficina. Haviam trabalhos desde artesanato à poesia expostas. Bonecas de lã e tecido inspiradas em uma estória infantil, confeccionadas por costureiras e com ajuda das mães, que pelo que entendi, também eram costureiras. As crianças, aparentemente, eram muito novas para manipularem agulhas e linhas, conforme disse a professora que nos convidou a observar sua banca e assistir sua apresentação. Ao final da conversa foi rapidamente interpelada por um integrante da Casa dos Meninos que acreditava não haver idade para aprender um ofício tão nobre como a costura – “crianças que já falam podem rapidamente aprender a defender-se dos riscos dos objetos pontiagudos”. Porém há de se convir que não seja dos trabalhos mas tranquilos para a realidade das enormes escolas municipais da periferia paulistana.(…)

     

    Objetivos

     Tem como fim uma oficina de instalação e administração de servidores de rede para as mais variadas aplicações. Deverão abranger um leque de soluções necessárias a um público como a Associação Casa dos Meninos que por sua vez atende uma grande área com serviços voltados para a cultura digital, acesso à informação e ao conhecimento.

     

    Serão abordados assuntos como a construção do bairro como é conhecido e o que podemos fazer para possibilitar as pessoas se apropriarem do espaço de maneira ampla, ser pertencido pela região e construir uma cultura de solidariedade.

     

    Considerando o uso de tecnologias aplicadas ao aprendizado através da análise sociológica poderemos observar não apenas ferramentas e discursos utilizados como a própria concepção de aprendizado dos participantes. Observaremos um contexto onde o sucesso profissional e individual dos sujeitos pode sofrer diante das condições de funcionamento da instituição escolar, dos excessos disciplinares, métodos conservadores e tradicionais, quando não pela ausência destes serviços, ou de maior qualidade. Por vezes limitada a condução dos aprendizes a uma intensa capacidade de adaptação aos obstáculos técnicos e profissionais, estarão condicionados a trabalharem habilidades e usos de objetos tecnológicos, em geral, eletrônicos e informática.

     

    A capacidade hipertextual que a informação recebe a partir da informatização dos meios de ensino e trabalho, aprendizado, entretenimento ou, em potencia, qualquer esfera da vida social, aponta para novos paradigmas, assim como relacionam-se entre si, criando novas dinâmicas, convergência e divergência em uma nova espacialidade social.

     

    Como instrumento capaz de estender nosso alcance à livros e pessoas, a internet permite nossos sentidos viajarem o mundo em poucos segundos, por diversos caminhos e simultaneamente. Cabe a cada um que se encontra como usuário, cidadão, indivíduo ou coletivo, avaliar o que a conveniência oferecida hoje custa, assim como o que custou e que há de nos custar nos próximos turnos.

     

    O que entendemos por educação, ensino e aprendizado, qualificação ou especialização, todo conjunto de sistemas educacionais, princípios éticos, profissionais, morais, de pessoas a instituições, tudo está sobre forte influencia de outros elementos menos explícitos do que os que já são conhecidos no universo escolar. Este caminho não pode ser mais trilhado sem levar em consideração o papel que tem na trajetória de um aprendiz sua capacidade de adaptar-se, aprender cada vez mais rápido e de maneira ampla, diversas disciplinas e técnicas que se traduzem em muita informação.

     

    Informação e informatização ao mesmo tempo, seu o suporte microeletrônico mundial que não para de se desenvolver. O domínio da técnica não é mais importante do que o saber-fazer, porém aqui embricamos em um debate onde as maneiras de trabalhar a informação, conhecimento, ferramentas e saber são alvos de diversas perspectivas e críticas as mais variadas. Dada a emergência desse cenário, é necessário buscarmos na esfera coletiva do saber, o resultado da socialização do conhecimento, aprimoramento do uso de ferramentas e discursos presentes em formas não-verticalizadas de ensino-aprendizagem.

     

    Relato e análise da Intervenção

    O projeto de intervenção pretendeu observar as práticas e discursos a cerca do uso da tecnologia para fins educacionais e mobilização da comunidade expandida no entorno da escola, associações ou instituições de ensino, convencionais ou não. A referencia à Associação Casa dos Meninos foi explicada ao longo do artigo que mapeou a proposta de intervenção educativa que foi elaborada em conjunto com os integrantes do espaço. Uma vez realizado o levantamento dos recursos utilizados pela Associação, os métodos, as ferramentas e os desafios por eles enfrentados, realizamos um debate aberto sobre, levando-se em conta todas as alternativas usadas e quais poderemos usar nos próximos meses, nesta espécie de laboratório de tecnologia popular que se tornou o Jardim São Luiz através da atuação do coletivo Casa dos Meninos.

    Autor de “O Modo de Existência dos Objetos Técnicos”, Gilbert Simodon afirmou que informação é o mapa do tesouro que permite encontrá-lo. Um mapa de um Sistema que lhe permite localizar o tal Tesouro do tal Sistema. O ator, agente, protagonista, assim como os objetos técnicos integram um Filo da natureza, chamado pelo autor de natureza das máquinas. Seus valores se relacionam, máquinas e mecanólogos, a partir de um lastro, uma limitação dentre as possibilidades oferecidas pela sociedade para que ambos sobrevivam nesta sociedade. Chama-o de “o modo de existência dos objetos técnicos” que Simodon deixa claro, trata-se de uma limitação intensa e clara na maneira como se manifesta através da cultura, dos ritos profissionais, da técnica e da tecnologia. Cada época contem uma forma de alienação que marca a cultura, e esta forma de alienação presente no horizonte tecnológico em que vivemos nos ultimos 50 anos cobra um protagonismo dos chamados mecanólogos para efetuar a reversão deste processo de alienação cultural. Simodon acredita que sejam os tais mecanólogos os únicos capazes de representar as máquinas diante os produtores da cultura.

    No mestrado de Guilherme Flynn vemos como as formações sociais dependem do acesso à informação, ou melhor, acesso ao um processo de “informação”. Este processo de informação e a individuação estão intimamente ligados. A individuação dos seres, humanos ou não, assim como a alienação da técnica (ou da cultura) é acompanhada pela ruptura entre a história e o momento presente onde estão inseridos os objetos técnicos e nós.

    Os elementos sociais sofrem transformações em um sentido e velocidades tal que configuram uma tendencia. Podemos compreender da captação desses dados empíricos, mesmo que de maneira limitada, e observar esta tendencia em mediar pessoas e seus aspectos sociais com tecnologia. A reificação dos sujeitos pode domina-lo em sua condição de classe, impedindo seu assujeitamento histórico.

    A racionalização da vida não deve ser visto como causa da segregação de classes, ou estaria associada ao individualismo e a discriminação(?). De qual maneira podemos evitar seus aspectos negativos, porém, também necessários à coesão social? Quais deverão ser os rumos da educação de maneira a desenvolvermos a racionalização subversiva?

     

     

     

  • Razões para usar o Open Street Map

    Razões para usar o Open Street Map

    Toda vez que eu falo para alguém sobre o OpenStreetMap, a pessoa inevitavelmente me pergunta: “Por que não usar o Google Maps?” De um ponto de vista prático, é uma pergunta compreensível, mas, em última análise, não é uma questão de praticidade, mas da reflexão sobre o tipo de sociedade na qual nós queremos viver. Eu discuti este assunto numa palestra que dei em 2008, no primeiro encontro MappingDC. Aqui estão muitos daqueles conceitos, mas expandidos.

    No começo do século XIX, as pessoas tinham problemas com o tempo. Não com a falta de tempo: a questão era saber que horas eram, mesmo. Os relógios existiam, mas cada cidade ou vila tinha sua própria hora, “a hora local”, que era sincronizada pelos relógios da cidade ou, mais frequentemente, pelos sinos das igrejas. Aos poucos, a hora da ferrovia e, então, a Hora Média de Greenwich suplantaram completamente a hora local, e a maioria das pessoas, hoje, sempre pensa nas horas como universais. Isto se deu, nos EUA, pela adoção pelas estradas de ferro e, depois, das universidades e grandes negócios.

    O dilema dos tempos modernos é a geografia e todos estão procurando pela fonte definitiva. O Google gasta, anualmente, US$1 bilhão para manter seus mapas, e isto não inclui o US$1,5 bilhão gasto na compra do Waze. O Google está longe de ser a única empresa tentando ser dona de todos os lugares: a Nokia comprou a Navtek, e a TomTom e a Tele Atlas se fundiram. Todas essas empresas querem se tornar a fonte definitiva para mostrar aquilo que está na face da Terra.

    Porque saber o que está nos territórios se tornou um grande negócio. Com GPS em todos os carros e um smartphone no bolso de cada uma das pessoas, o mercado de mostrar onde você está e aonde ir se tornou uma disputa feroz.

    Com todas estas empresas disputando o nicho, por que precisamos de um projeto como o OpenStreetMap? A resposta é simples: na sociedade, nenhuma empresa deve ter o monopólio dos lugares, assim como nenhuma empresa tinha o monopólio das horas no começo do século XIX. Os lugares são recursos compartilhados, e quando você dá todo esse poder a uma única instituição, ela pode não só mostrar a sua localização, mas formatá-la também. Em resumo, há três preocupações: quem decide o que aparece ou não nos mapas, quem mostra onde você está e aonde você deve ir e a privacidade pessoal.

    Quem decide o que aparece no Google Maps? A resposta é, obviamente, o Google. Eu ouvi esta preocupação num encontro com um governo local em 2009 — eles estavam preocupados por usar o Google Maps no seu site porque o Google escolhe que estabelecimentos mostrar. Eles estavam certos em se preocupar com esta questão, já que o governo precisa se manter imparcial e, usando mapas de outros, eles entregam o controle disso a terceiros.

    Parece inevitável que o Google monetize buscas geográficas, seja com resultados premium ou alterando a ordem das prioridades, se é que eles já não fazem isso (por exemplo: é apenas uma coincidência eu procurar por “café da manhã” perto de casa e o primeiro resultado ser “lanchonetes SUBWAY®”?).

    A segunda preocupação é sobre a localização. Quem define onde um bairro fica ou onde você deve ou não ir. Esta questão foi levantada pela ACLU, apontando um provedor de mapas que dava rotas (instruções para quem estava dirigindo/andando/pedalando) e usava, como parte do algoritmo, o que eles determinaram ser bairros seguros ou perigosos. Isto traz uma questão: quem determina o que torna um lugar seguro ou não? Além disso, seguro pode ser apenas uma palavra-chave para algo mais sinistro.

    Agora mesmo, o Flickr está coletando informações sobre bairros, baseadas em fotos analisadas através de uma API. Eles usam estas informações para sugerir tags para suas fotografias, mas é possível alterar informações de limites de um bairro de um jeito sutil para afetar qualquer coisa, de padrões de trânsito a preços de aluguel. E quando um provedor de mapas se torna grande demais, ele vira a fonte da “verdade”.

    Por fim, estes provedores de mapas têm um incentivo para coletar informações sobre você de maneiras que você pode não concordar. Tanto Google quanto Apple coletam informações sobre sua localização quando você usa os serviços deles. Isto pode ser usado para melhorar a precisão dos mapas, mas o Google já anunciou que vai monitorar a correlação entre buscas e lugares onde você vai. Como mais de 500 milhões de smartphones Android, essa é uma enorme quantidade de informação individual sobre os hábitos das pessoas, estejam elas dando uma voltinha, no caminho para o trabalho, indo ao médico ou talvez comparecendo a uma manifestação. Nós não podemos ignorar as implicações sociais de tantos dados nas mãos de uma única entidade, não importa o quão benevolente ela diga ser. Empresas como o Foursquare usam ludificação (também conhecida como gamificação, nome dado à prática de usar mecânicas de games em coisas que não são exatamente games) para encobrir o que é essencialmente um processo de coleta de dados em larga escala. O Google decidiu entrar jogo com o Ingress, um game que sobrepõe um mundo artificial sobre o mundo real e encoraja usuários a reunir dados de rotas e fotografias em mapas para lutar contra ou ajudar uma invasão alien.

    Agora que identificamos os problemas, vamos examinar como o OpenStreetMap resolve cada um deles.

    Em termos de conteúdo, o OpenStreetMap é neutro e transparente. Ele é um mapa wiki que qualquer um pode editar. Se está faltando uma loja no mapa, ela pode ser adicionada, seja pelo dono ou até mesmo por um consumidor. Em termos de exibição (renderização), cada pessoa ou empresa que cria um mapa está livre para renderizar como quiser, mas o mapa principal do OpenStreetMap.org usa software FLOSS (Free/Libre Open Source Software, que quer dizer “software livre e de código aberto”) para renderização e qualquer um pode utilizá-lo. Em outras palavras, quem estiver interessado pode criar seus próprios mapas usando os dados já existentes.

    Da mesma maneira, os apps de rotas mais populares para o OpenStreetMap também são FLOSS e, mesmo que uma empresa escolha um software de outro tipo, o usuário está sempre livre para usar o que quiser, e seria fácil comparar os resultados de trajetos para encontrar anomalias.

    Por fim, com os dados do OpenStreetMap, um usuário está livre para baixar alguns ou até mesmo todos os mapas. Isto significa que é possível usar os dados sem estar conectado nem precisar dar sua localização para ninguém.

    O OpenStreetMap respeita a comunidade e respeita as pessoas. Se você ainda não é um colaborador, considere contribuir. Se você já contribui, muito obrigado.

     

    Este artigo foi originalmente publicado no blog de Serge Wroclawski, e reproduzido aqui sob licença Creative Commons. Você pode segui-lo no Twitter @emacsen.

    Utilizamos a tradução feita pelo http://gizmodo.uol.com.br/analise-openstreetmap/

    Aqui você aprende a usar o Open Street Map Tracker para Android https://extensao.milharal.org/2013/03/21/tutorial-registro-do-percurso-com-gps-como-usar-openstreetmap-tracker-para-android/

  • Seleção Bolsistas Pimentalab – 2014

    Seleção Bolsistas Pimentalab – 2014

    Seleção de Bolsistas de Extensão para o edital ProExt – 2014

    Pimentalab: conhecimento local e tecnologias digitais

    Apresentação

    O Pimentalab é um laboratório de práticas sociais que objetiva integrar experiências de ensino, pesquisa e extensão. Atuamos em questões relacionadas à crescente mediação das tecnologias digitais na vida social, tendo em vista as transformações nos processos de produção de conhecimentos e nas dinâmicas sociopolíticas.

    Ao promover usos alternativos das tecnologias de informação, investigamos como os processos sociais adquirem configurações específicas através das mediações técnicas, observando tanto as dinâmicas micropolíticas e os modos de subjetivação como as inter-relações com o contexto sociopolítico mais amplo.

    Em nossas atividades a utilização das tecnologias de informação está orientada por uma concepção de apropriação tecnológica em que os sujeitos são provocados a reconhecer as dimensões sociopolíticas inscritas nesses dispositivos, incentivando-os à uma utilização criativa que supera, portanto, o uso meramente instrumental desses recursos. Ao combinar diferentes suportes e linguagens na realização do projeto, em especial a fotografia, vídeo, texto e a cartografia, tanto na web como em dispositivos móveis, pretendemos dinamizar formas de conhecimento e expressão em que os saberes estéticos-sensíveis cotidianos articulam-se aos saberes teóricos-abstratos. Tal abertura é fundamental para que possamos reconhecer e dar existência tangível a novos conhecimentos e práticas sociais locais.

    Para isso, o projeto realiza diversas atividades (oficinas, eventos, pesquisas) de experimentação e difusão de tecnologias digitais. Em suma, trata-se de desenvolver experiências em que possamos investigar as transformações na relação saber-poder em contextos específicos, tendo como vetor de análise a mediação sociotécnica em sua dupla dimensão tecnopolítica e tecnoestética.

    Instruções – edital completo Edital-Selecao-Alunos-ProExt-2014:

    MAIS INFOS:

    (mais…)

  • Fotos Oficina para Professores de Sociologia

    Fotos Oficina para Professores de Sociologia

    [Not a valid template]

    Imagens das oficinas realizadas com professores de sociologia da Guarulhos no Laboratório de Informática da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e no Laboratório de Informática da Diretoria de Ensino Guarulhos Norte.

  • Tropixel- arte, ciência, tecnologia e sociedade

    Tropixel- arte, ciência, tecnologia e sociedade

    tropixel 2 logo 286P1060590 O Tropixel foi em evento que aconteceu entre os dias 21 e 25 de outubro e se propôs relacionar arte, ciência, tecnologia e sociedade, na transformação de Ubatuba em um laboratório experimental aberto, oferecendo olhares e ferramentas no relacionamento com a cidade e suas especificidades. Assim, além de palestras e oficinas, houve também uma programação para a realização de ações pontuais, de pesquisa e intervenção no espaço. Essas atividades foram propostas por alguns dos participantes e a programação para sua realização foi feita de maneira colaborativa, onde os grupos se juntaram por afinidade das ações e localização das mesmas.

    A diversidade foi um elemento essencial do projeto, envolvendo pessoas de áreas e locais dos mais distintos nas ações que iam desde oficinas para a criação de Instrumentos musicais com tecnologias livres até a montagem de um telecentro com computadores usados.

    Nós, integrantes do Pimentalab, acabamos nos concentrando em apenas uma atividade: o mapeamento cicloviário de Ubatuba. P1060512

    Esta atividade foi proposta por 3 pessoas que vieram com o Ônibus Hacker e pretendia, com a ajuda de alunos da ETEC de Ubatuba e outros moradores da cidade, andar de bicicleta e apontar onde são os pontos mais problemáticos para o ciclista como buracos e obstáculos, falta de sinalização, etc. De maneira que envolvessem habitantes de Ubatuba nesse processo que buscava criar melhores condições para a manutenção dessa característica da cidade que apesar de ser tida como estilo de vida para alguns, para muitos se trata de uma necessidade diante de restrições financeiras: meio de transporte cotidiano.

    1450874_621225047919494_1650861041_n Então, no primeiro dia nos concentramos em registrar, através de um tracker de celular e de fotos, o percurso que realizamos. Além de criar uma comunidade em uma rede social para trocarmos informações e noticias que nos possibilitem pensar em novas saídas para os problemas que os ciclistas enfrentam em Ubatuba. https://www.facebook.com/ubabike?fref=ts

    No segundo dia, nos reunimos para pensar em como poderíamos contribuir com a cidade e seus moradores. Surgiu então a ideia de realizar uma intervenção com stencil nas vias, para sinalizar o melhor percurso para o ciclista que ia de uma ciclovia a outra, o que também indicava aos motoristas que eles deveriam redobrar sua atenção naquele local, pois dividiriam espaço com os ciclistas. Desse modo a ação significou uma possibilidade de intervenção direta dos usuários das ciclovias e ciclofaixas na cidade, pois apesar de serem maioria na população local, são colocados em segundo plano pelas intervenções da prefeitura, que priorizam uma lógica rodoviária para a organização dos fluxos na cidade.

    P1060609

    P1060601P1060599

    P1060621

    Abaixo estão as imagens das sinalizações sendo utilizadas no dia seguinte a intervenção.

    1392428_621224981252834_2049888311_n484764_621225021252830_526376464_n

    1452518_621224897919509_1431878741_n (1)

    Por fim, no terceiro dia, criamos um mapa no crowdmap (https://ubabike.crowdmap.com/), onde é possível que qualquer pessoa aponte onde são os locais que oferecem maior perigo para o ciclista. Visamos desse modo, fazer com que nossas ações no tropixel sejam apenas o ponto de partida para outras atividades, organizadas quem sabe pela própria população local. Nesse sentido o mapa colaborativo pode servir tanto para pensarmos em quais outros locais seria interessante intervir, quanto para colher dados para a apresentação de uma proposta de intervenção para a prefeitura, que se mostrou bastante disposta em colaborar e utilizar as informações coletadas para mudanças no local.

    Aqui também se encontram alguns links sobre o evento e sua organização, a ETEC local e o Ubalab, iniciativa local relacionada à cultural digital:

    https://www.facebook.com/etecubatuba

    http://tropixel.ubalab.org/

    http://ubalab.org

  • Referências teóricas

    Bibliografia

    Neste link esta organizada uma pasta com diversos textos para discussão teórica + pesquisa empírica: https://www.dropbox.com/sh/3ub1idniy5wayu9/nA95jjTV4E

    Espaço, Paisagem e Educação

    SANDEVILLE, Euler. Um passeio pelo jardim popular paulistano.

    SANDEVILLE, Euler. Paisagens e Métodos. Algumas contribuipções para elaboração de roteiros de estuda da paisagem intra-urbana.

    SANDEVILLE, Euler. Paisagens são experiências partilhadas

    Geografias, Imagem e Mapeamento

    GIRARDI,Gisele Girardi. Mapas Desejantes: uma agenda para a Cartografia Geográfica.

    VIANNA JR.,Aurelio. O reencantamento da cartografia (reportagem Le Monde Diplô Brasil). Iconoclastas: Mapeo Colectivo (texto em espanhol).

    OLIVEIRA Jr., Wenceslao Machado (coordenador). Projeto Imagens, Geografias e Educação, CNPq 477376/2011-8, 2012-2013.

    Universidade e Sociedade: ensino, pesquisa e extensão

    SANTOS, Boaventura de Sousa. A Universidade no Século XXI: para uma reforma democrática e emancipatória da Universidade. São Paulo: Ed. Cortez, 2004 (em especial pp.40-90): http://extensao.milharal.org/files/2013/03/BOAVENTURA-DE-SOUZA-SANTOS-A-UNIVERSIDADE-NO-SEC-XXI.pdf

    Colectivo Situationes: Sobre o Militante Investigador: http://eipcp.net/transversal/0406/colectivosituaciones/es

    Ensino e Pesquisa, Professor e Pesquisador

    (referencias epistemológicas)

    BARTHES, Roland. O Rumor da Língua, São Paulo: Martins Fontes, 2004. Capítulos sugeridos: “Escritores, intelectuais, professores” e “Seminário”.

    CHARLOT, B. Relação com o Saber, Formação de professores e Globalização. Porto Alegre: ArtMed, 2005. Capítulos sugeridos: “Enquanto houver professores…os universais da situaçao de ensino” e “Ensinar, formar: lógica dos discursos constituídos e lógica das práticas”.

    CHARLOT, B. Relação com o Saber, Formação de professores e Globalização. Porto Alegre: ArtMed, 2005. Capítulo sugerido: “A escola na periferia: abertura social e cercamento simbolico”. p.101-122

    COULON, Alain. A reviravolta etnometodológica. In: Etnometodologia e Educação. Petrópolis: Vozes, 1995.

    DUARTE, Newton. Conhecimento Tácito e Conhecimento Escolar na Formação do Professor (Porque Donald Schön não entendeu Luria). Educ. Soc., Campinas, vol. 24, n. 83, p. 601-625, agosto 2003 . Link: http://www.scielo.br/pdf/es/v24n83/a15v2483.pdf

    FREIRE, Paulo & SHOR, Ira. Medo e Ousadia. Cap.1. São Paulo: Paz e Terra, 1987.

    GOODSON, Ivor. Currículo, Teoria e História. Petrópolis: Vozes, 2005. Capítulo sugerido: “Currículo: a invenção de uma tradição”.

    LARROSA, Jorge. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista Brasileira de Educação, n°19, 2002. Disponível em: http://redalyc.uaemex.mx/src/inicio/ArtPdfRed.jsp?iCve=27501903

    LELIS, Isabel Alice. Do Ensino de conteúdos aos saberes do professor: mudança de idioma pedagógico. Educação & Sociedade, ano XXII, no 74, Abril/2001. Link: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-73302001000100004&lng=en&nrm=iso&tlng=pt

    MARTINS, J.S.. O Senso Comum e a Vida Cotidiana. Tempo Social, v.10, n.1.Departamento de Sociologia – FFLCH-USP, São Paulo, maio de 1998, pp.1-8. – PDF

    RANCIÈRE, Jacques. O Mestre Ignorante. Belo Horizonte: Autêntica, 2010. Capítulo sugerido: Prefácio à edição brasileira.

    TARDIF, Maurice. Saberes Profissionais dos profesores e conhecimentos universitários. Revista Brasileira de Educação, n.13, 2000, pp.5-24. Link: http://www.anped.org.br/rbe/rbedigital/RBDE13/RBDE13_05_MAURICE_TARDIF.pdf

    Modos de conhecimento, linguagens e as tecnologias de comunicação

    ALVES, Maria Adélia . Filmes na escola: uma abordagem sobre o uso de audiovisuais (vídeo, cinema e programas de TV) nas aulas de Sociologia do ensino médio. Dissertação de Mestrado, Unicamp-FE, Campinas, 2001.

    BOSI, Alfredo. Fenomenologia do olhar. In: NOVAES, Adauto (Org.). O olhar. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 65-87.

    BRUZZO, Cristina. O CINEMA NA ESCOLA: o professor, um espectador. Tese de Doutorado, Unicamp-FE, Campinas, 1995. (Sugestão: pp.117-152.).

    KRASS, Gunther. O ensino na era da informação: entre a instabilidade e a integração. In: Regina Leite Garcia e Antonio Flavio Barbosa Moreira (orgs.). Currículo na Contemporaneidade: incertezas e desafios, São Paulo: Cortez, 2003.

    LEVY, Pierre . Educação e Cibercultura. 2002. Disponível em: <www.sescsp.org.br/sesc/conferencias/subindex.cfm?Referencia=2888&ID=29&ParamEnd=6&autor=168>. Acesso em: 26 de janeiro de 2007.

    MACDOUGALL, David. Significado e Ser. In: Barbosa, Andréa & Cunha, Edgar & Hikiji, Rose (orgs.). Imagem-Conhecimento. Antropologia, Cinema e outros diálogos. Campinas: Papirus, 2009.

    MIRANDA, Carlos Eduardo Albuquerque. Uma educação do olho: as imagens na sociedade urbana, industrial e de mercado. Cadernos CEDES, Campinas, v. 21, n. 54, p. 28-40, 2001. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0101-32622001000200004&lng=en&nrm=iso&tlng=pt

    MIRANDA, Carlos Eduardo Albuquerque. Orbis Sensualium Pictus – Comenius em busca das técnicas mnemônicas. Carlos-Eduardo-Miranda-Comenius-em-busca-das-tecnicas-mnemonicas

    OLIVEIRA Jr., Wencesláo Machado de. “FILMES E PROFESSORES: momentos de uma oralidade muito presente” Revista PRO-POSIÇÕES, Vol.10, no 28, março de 1999, Faculdade de Educação, Unicamp. Disponível em: http://mail.fae.unicamp.br/~proposicoes/edicoes/texto178.html

    PASSOS, E. & KASTRUP, V. & ESCÓSSIA, L.. Pistas do método da cartografia: Pesquisa-intervenção e produção de subjetividade. Porto Alegre: Sulina, 2009.

    ROLNIK, Suely. Geopolítica da cafetinagem. 2007. Disponível em: <http://transform.eipcp.net/transversal/1106/rolnik/pt>. Acesso em: 20 de julho de 2007.

    SAMAIN, Etienne. Oralidade, escrita, visualidade. Meios e modos de construção dos indivíduos e das sociedades humanas. In: Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (Org.). Perturbador mundo novo: história, psicanálise e sociedade contemporânea – 1492-1900-1992. Coordenação Luis Carlos Uchôa Junqueira Filho. São Paulo: Escuta, 1994. p. 289-301.

  • CryptoParty: criptografia para as massas!

    CryptoParty: criptografia para as massas!

    Evento discute e ensina criptografia para usuários não experientes

    A primeira edição da CryptoParty São Paulo ocorrerá no último sábado deste mês, dia 30 de novembro, das 9h30 às 19h00.A CryptoParty (ou CriptoFesta) é um evento gratuito e aberto ao público para aprender como usar ferramentas básicas de criptografia para dar maior segurança à sua comunicação. O objetivo dos organizadores é incentivar a criação e disseminação de uma cultura de defesa da privacidade entre as pessoas que utilizam a Internet.

    Os participantes poderão, em um formato (meio) descontraído, assistir palestras sobre segurança da informação e privacidade, discutir o tema e também conhecer as ferramentas de proteção contra a vigilância praticada por empresas e governos.

    A cada nova revelação do WikiLeaks e de Edward Snowden ficamos apavorados e preocupados com a ameaça do controle e da vigilância. Então é necessário não só lutar politicamente contra novas leis e práticas de vigilância, mas também torná-la tecnicamente impossível. “O universo acredita na criptografia”, escreveu Julian Assange, fundador do Wikileaks, da embaixada do Equador em Londres, uma vez que “é mais fácil criptografar informações do que descriptografá-las”[1]. Se a política falhar (e não estamos num momento muito otimista), a criptografia poderá ser a nossa última esperança contra o domínio das grandes empresas e governos.

    A CryptoParty é uma iniciativa global[2] e descentralizada para apresentar softwares de criptografia e explicar seus conceitos para o público em geral. Portanto, não é necessário conhecimento prévio sobre o assunto para participar. A CryptoParty São Paulo está sendo organizada, desde o início de outubro, pela Actantes, entidade de defesa da privacidade e liberdade na rede[3], pelo Grupo de Trabalho “Segurança e Privacidade” da rede social livre Saravea[4] e por colaboradores individuais.

    A programação do dia começará às 9h30 e terminará às 19h e contará com a realização de oficinas (tutoriais), mesas de debate e desconferências (palestras relâmpago). O anonimato da rede Tor[5], chave pública de criptografia (GPG)[6] e OTR (Off The Record)[7] são algumas das ferramentas a serem apresentadas e discutidas durante a festa. No final da tarde, às 17h, o criptógrafo e professor da UNB, Pedro Rezende fará uma palestra mostrando os riscos da biometria para as sociedades democráticas. Falará também da urna eletrônica brasileira, desmistificando o discurso de segurança impecável e mostrando seus pontos obscuros e falhas. Além disso, durante o dia inteiro teremos um Install Fest (festival de instalação) do sistema operacional GNU/Linux Debian[8].

    A CryptoParty adota o software livre como marco zero na discussão de segurança. Nós não confiamos em softwares proprietários, isto é, em programas que não nós permitem observar, auditar, modificar e compartilhar o código fonte[9].

    A programação completa pode ser vista no site[10] ou através do hidden service do Tor[11]. Pedimos para todos os participantes que leiam antes a seção “dúvidas e perguntas mais frequentes”(FAQ) da CryptoParty[12].

    [1] Julian Assange, Cypherpunks: Liberdade e o Futuro da Internet
    [2] cryptoparty.in
    [3] actantes.org.br / actantes.inf.br
    [4] saravea.net/g/seguranca e saravea.net/g/cryptoparty – necessitamos de colaboração em diversos subgrupos de trabalho!
    [5] torproject.org
    [6] GPG – https://pt.wikipedia.org/wiki/GNU_Privacy_Guard
    [7] OTR – https://en.wikipedia.org/wiki/Off-the-Record_Messaging
    [8] Debian – http://debian.org/
    [9] Essas são basicamente as 4 liberdades definidas no Projeto GNU que definem um software livre
    [10] https://cryptoparty.inf.br/#programacao
    [11] http://7rpom2smywmsynlu.onion
    [12] https://cryptoparty.inf.br/#faq

    :: CryptoParty Brasil - Edição São Paulo 2013 ::
    
    SITE OFICIAL: https://cryptoparty.inf.br
    
    LOCAL: Rua Minas Gerais, 181 - Consolação - São Paulo/SP 
    Próximo ao metro Paulista e Consolação.
    
    HORÁRIO: 9h30 às 19h
    
    EMAIL: contato@cryptoparty.inf.br
  • Oficina com professores de Sociologia de Guarulhos

    Oficina com professores de Sociologia de Guarulhos

    A importância do tema

    A oficina “Comunicação” foi uma tentativa de interação e promoção da sensibilidade dos professores da rede pública de Guarulhos para usos alternativos das tecnologias da informação através da realização de experiências de campo, registro multimídia, sistematização e publicação online, mobilizando principalmente outras linguagens além da escrita (fotografia, audiovisual, cartografia).

    A proposta foi promover uma experiência com os docentes que aguçasse a percepção para determinadas práticas, discussões e problemas relacionados ao uso das tecnologias digitais e sua relação com a vida cotidiana e o ensino de sociologia, tais como: as formas como as paisagens midiáticas se apresentam na cidade; como se coloca o direito à comunicação em nosso cotidiano; a relação entre ciberespaço e territórios materiais; e como as tecnologias modificam nossas formas de acesso à informação, comunicação e organização social.

    Para que serve?

    1. Desenvolvimento e difusão junto aos participantes, de novas habilidades direcionadas à apropriação tecnológica que permitam uma utilização alternativa dos dispositivos de comunicação digital;
    2. Produzir novos conhecimentos sobre os processos sócio-organizacionais numa  determinada região e sua relação com a dinâmica comunicacional. Quais as  mudanças na ecologia comunicacional de uma determinada região? Como ela se  relaciona ao direito à comunicação, às formas de acesso, regime de  propriedade e práticas de uso das tecnologias de informação?;
    3. Desenvolvimento e difusão de metodologias sócio-culturais de produção colaborativa de conhecimentos através de TICs voltadas à pesquisa social aplicada.

    Oficina

    A oficina foi programada para ser realizada em dois dias (29/08 e 05/09) com intervalo de uma semana para dar tempo de organizar o material produzido no primeiro dia.

    1º dia de Oficina

    No primeiro dia da oficina após a chegada e apresentação de todos os participantes foi criado um pad coletivo, onde os professores colocaram seus nomes, emails e apresentaram algum blog que já possuíam, após esse momento, foi feita a apresentação dos objetivos da Oficina, introduzindo algumas questões sobre comunicação, tecnologias e sociedade. Logo após foram apresentados outros trabalhos do Pimentalab e seguiram algumas ações planejadas para a Oficina como a criação de listas de discussões e a ferramenta para criação de questionário do Google Docs, onde os professores responderam um questionário sobre Modos de Uso da Internet.

    Após um intervalo, foi iniciada uma breve discussão sobre “Comunicação”, buscando refletir sobre as concepções que giram em torno do tema, suas formas, acesso, seu papel em nossa vida cotidiana, etc.

    CIMG6725_pqnOs professores foram então divididos em dois grupo para que seguíssemos para a atividade em campo, observando como as questões discutidas apareciam no bairro

     

    Confira abaixo o relato do percurso dos dois grupos:

    •  Relato grupo 1 (lan house/telecentro)

    O primeiro grupo ficou de fazer um percurso até a “Lan WEB” e depois voltar ao Telecentro localizado no CEU-Pimentas. Pelo trajeto os(as) professores(as) se depararam com a comunicação nas suas mais diversas expressões: o Palhaço Abobrinha, que usa o facebook para divulgar seu trabalho; a Banca “Deus é Fiel” do vendedor de panelas e seu rádio usb; a Banca de Jornal que não costuma atrair muitos jovens e também aproveitaram para entrevistar alguns senhores que encontraram pelo caminho a fim de perceber como a comunicação se alterou ao longo do história.

    Ao chegar no primeiro destino, a Lan House, tivemos a oportunidade de entrevistar tanto o funcionário quanto uma usuária a respeito dos meios de comunicação mais utilizados naquele estabelecimento.  Após as entrevistas na Lan House, que confirmaram um “prognóstico” sobre os modos de uso da comunicação na internet (facebook), voltamos para o CEU-Pimentas a fim de entrevistar usuários(as) e os monitores do Telecentro Tecnologia Cidadã, da prefeitura de Guarulhos.

    Embora seja considerado um espaço que visa não só o acesso indiscriminado da internet, mas também um espaço de formação e orientação pedagógica, as entrevistas trouxeram à tona um modo de uso bem próximo ao da Lan House.

    Entrevistas:
    Lan House – https://soundcloud.com/pimentalab/sets/entrevistas-oficina-pimentalab
    Telecentro – https://soundcloud.com/pimentalab/sets/oficina-pimentalab-telecentro

    • Relato grupo 2 (Hospital e Centro de referência DSTs)
    trajeto_saudetrajeto realizado pelo grupo 2 (visualizado no Google Maps)

    O segundo grupo fez um percurso em direção ao centro de referência em DSTs/Aids do Parque Jurema, no caminho passamos pelo Hospital Municipal Pimentas-Bonsucesso, onde os professores observaram o local e abordaram algumas pessoas, levantando questões consideradas relevantes para o grupo como a presença e visibilidade da UNIFESP no bairro, por exemplo. Passamos também por duas escolas públicas onde os professores observaram os muros das escolas e o que eles comunicavam. Chegando no Centro de Saúde – SAE Carlos Cruz, fomos recebidos pela psicóloga responsável pelo Centro. Ela nos falou sobre as formas de comunicação com a população local estabelecidas pelo centro e o posicionamento da prefeitura em relação a essas ações, assim como alguns obstáculos enfrentados nesse processo. Os professores levantaram questões e observaram o local. O registro do encontro  se deu pela captura de áudio e fotografias.  No retorno passamos por uma Lan House localizada na Av. Jurema e retornamos para nos encontrarmos com o outro grupo. Durante todo o trajeto, os professores registraram com fotografias as formas de comunicação mais relevantes que perceberam no bairro como os carros de som, lambe-lambe, grafite e faixas.

    2º dia de Oficina

    Já o segundo dia da Oficina teve início com uma conversa sobre os possíveis desdobramentos da primeira parte da Oficina no cotidiano dos professores. As questões centrais foram retomadas como: O que é comunicação? Como a cidade se comunica? E o que podemos aprender de maneira sensível, olhando, ouvindo ou caminhando pelo bairro, pela cidade.

    O material produzido na saída de campo foi analisado, observando e discutindo sobre as fotografias, mapas e áudio coletados.

    Na segunda parte do dia houve uma breve discussão a respeito das mídias livres, com a apresentação de um vídeo sobre rádio livre, produzido por colegas da universidade, entre eles uma das alunas integrantes do Pimentalab. Também foi discutido a importância da utilização de softwares livre, compreendendo que a utilização dos mesmos traz consigo um posicionamento político, uma vez que priorizam a liberdade do usuário e possibilitam uma cooperação livre, sem permissões, dos usuários e desenvolvedores.

    Blog – Sociologia Global

    Na construção do blog o primeiro passo foi escolher um nome, que deveria fazer sentido para o trabalho realizado, ao mesmo tempo que não restringisse possibilidades futuras de uso. Decidimos então que seriam produzidos dois posts, sobre as experiências dos dois grupos durante o trabalho de campo realizado no primeiro encontro. Os professores redigiram textos sobre suas experiências e reflexões e escolheram as imagens que acompanharam os posts.

    Após  isso, os professores colocaram a “mão na massa” para a construção do  blog com os materiais produzidos durante a oficina. Nesse processo eles tiveram contato com os processos para subir fotos e textos para um blog além de participar ativamente na escolha do template. Também foram apresentados à edição de imagens, áudio e mapas.

    blog_professoresblog criado pelos(as) professores(as) no wordpress

    Tutoriais produzidos a partir da oficina:

    Relatos da Oficina

    Racin – https://extensao.milharal.org/2013/10/19/rlato-oficina-professores-racin/
    Marcella – https://extensao.milharal.org/2013/11/09/relato-oficina-professores-marcella/
    Aymbere – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-aymbere/
    Juliana – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-juliana/
    Profª Aureni – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-aureni-2/
    Profº Ricardo – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-ricardo/
    Profª Maria José – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-maria-jose/

    Roteiros da Oficina

    https://extensao.milharal.org/2013/11/11/roteiros-oficina-professores/

    Making-off da Oficina

    https://extensao.milharal.org/2013/12/04/fotos-oficina-para-professores-de-sociologia/

    Categorias:extensão: foi a primeira categoria (é a padrão), não pode ser excluída. Dá pra fazer uma gambiarra e colocar outro nome. Tirei todas as postagens dessa categoria.
    gestão do projeto: selecionei os posts referentes a essa categoria
    mapeamento: inicialmente era uma categoria para fazer o mapeamento de agentes e público interessado no pimentas. Como o xará disse, está bem confuso, pois há também mapeamento relativo as ferramentas de geoprocessamento. Sugiro criar uma categoria “cartografia” e separar o conteúdo tipo: postagens relativas ao público interessado, pimentas e região em “mapeamento”; mapas, cartografia, gps etc em “cartografia”
    oficinas fiz as sugestões do aymbere. Sub-categoria “roteiros”. Deixei “tutorial” separado, pois nem todos tutoriais vem das oficinas.

    Páginas:

    Criar Agenda via Calendário de Movimentos Sociais e inserir código html na página (ver rizoma.milharal)

  • Roda de Conversa: Movimentos Sociais e as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação

    Roda de Conversa: Movimentos Sociais e as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação

    cartaz_movsociaisSeminários do Pimentalab/TransMediar: “Movimentos Sociais e as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação”.

    Roda de conversa com Guilherme Flynn Paciornik.

    Texto disponível em – http://hp.pimentalab.net/biblio/Guilherme-Flynn-Paciornik-Mestrado-Movimentos-Sociais-e-Tecnologias-2013.pdf

    Data: 26 de novembro, terça-feira, às 18h
    Local: Unifesp Guarulhos (campus provisório)
    sala 306. Av. Monteiro Lobato, 679.

    Foto de capa: Renato Aymbere. Mais em https://secure.flickr.com/photos/100367385@N08/

  • Encontro de Culturas Populares e Tradicionais

    Encontro de Culturas Populares e Tradicionais

    DSC02447
    O Encontro de Culturas Populares e Tradicionais, aconteceu entre os dias 1 e 6 de outubro no SESC Itaquera, zona leste de São Paulo. Ele buscou reunir presencialmente os membros da Rede de Culturas Populares e Tradicionais que existe desde 2006, tendo como um de seus principais objetivos avaliar as políticas públicas de cultura dos últimos 10 anos e também fazer novas proposições sobre as mesmas. Assim, junto às reuniões dos colegiados regionais do Conselho Nacional de Cultura, dentre outras, ocorreram rodas de conversa temáticas com a participação de representantes de comunidades tradicionais e associações comunitárias, coletivos, pesquisadores, ONGs, agentes do Ministério da Cultura e etc.

    DSC02446

    Uma dessas rodas foi a de Democratização dos meios de comunicação. Ali acompanhei as discussões nos dias 4 e 5, quando os participantes redigiram suas propostas relativas ao tema dentro de quatro eixos: Infraestrutura, Fomento, Formação e Distribuição, além de uma moção de apoio ao “Marco Civil da Internet”, como forma de garantir a democracia e diversidade na comunicação. O resultado do processo foi um documento amplo, mas não genérico, no que diz respeito ao alcance das pluralidades culturais presentes ou não no local. Tais propostas foram votadas em plenária durante o vento.

    Porém, a queDSC02445stão da Democratização dos Meios de Comunicação não pareceu ser o foco da atenção dos membros da rede que participavam do evento, tendo poucas pessoas na tenda em comparação às outras rodas de conversa.

    Paralelo às reuniões, oficinas e assembléia, ocorreram durante todos os dias manifestações culturais de grupos tradicionais de diferentes regiões do Brasil.

    Juliana

     

    Para maiores informações: http://culturadigital.br/comunicadiversidade/

    Relatório Final do Seminário para Indicação de Políticas Públicas para Cultura e Comunicação: http://culturadigital.br/comunicadiversidade/2013/05/19/1-seminario-relatorio-final/

     

  • Roteiros oficina professores

    28/08/2013

    Manhã: Apresentação e Acolhida (1:30hs).

    1. Apresentação Henrique (5min)

    2. Criação do PAD coletivo: (10min)
    – participantes devem inserir seus nomes, emails e escolas.
    -todos podem fazer anotações: ata coletiva

    3. Apresentação do Pimentalab e alguns dos nossos trabalhos. (15min)
    -Site Ensino de Sociologia
    -Site PIBID: apresentar relatos oficinas
    -Blog Pimentalab
    -Crowdmap
    -Site Extensão: destaque para exercicio com imagens.

    4. Apresentação dos participantes e Criação de Lista:
    -Verificar se alguém possui site/blog
    -Criação da lista de discussão (ggroups)

    5. Apresentação da Proposta da Oficina (15min)

    Objetivos:
    1.Desenvolver e difundir junto aos participantes, novas habilidades direcionadas à apropriação tecnológica que permitam uma utilização alternativa dos dispositivos de comunicação digital.

    2.Produzir novos conhecimentos sobre os processos sócio-organizacionais numa determinada região e sua relação com a dinâmica comunicacional. Quais as mudanças na ecologia comunicacional de uma determinada região? Como ela se relaciona ao direito à comunicação, às formas de acesso, regime de propriedade e práticas de uso das tecnologias de informação?

    3.Desenvolver e difundir metodologias sócio-culturais de produção colaborativa de conhecimentos através de TICs voltadas à pesquisa social aplicada.

    Cronograma:
    -Dia 1: sala de informática + pequisa de campo.
    -Dia 2: manhã – sistematização e análise do material; tarde – publicação web.

    Resultado coletivo: Criação de um site/blog comum com todo o material da oficina. Precisamos de um nome comum.

    6. Criação de questionário no Google Docs (30min).
    1.Como criar?
    2.Exemplo de questionário: Modos de Uso da Internet – Professores: https://docs.google.com/forms/d/1SEulbv_fS2EyHGq7naHXeWcrJv1PwqQEWinqBIECaWY/viewform
    3. Responder e analisar as respostas
    Outro exemplo de plataforma para a criação de questionários: https://pt.surveymonkey.com/s/83ZZ58D

    –Intervalo–

    Parte II: Atividade em Grupo – preparação pesquisa de campo

    7. Pergunta central: o que é comunicação?
    1. Quais as formas de comunicação que conheço ou tenho acesso?
    2. Na cidade, em minha vida cotidiana
    3. Discutir as linguagens

    Linguagens:
    – Foto – 10 Fotos por grupo – participantes selecionam as fotos (fazemos bkp)
    – Áudio (entrevista) – micro entrevistas de 1 a 3 minutos
    – Mapa – 1 mapa por grupo https://extensao.milharal.org/2013/03/21/tutorial-registro-do-percurso-com-gps-como-usar-openstreetmap-tracker-para-android/. Usar também pimentalab.crowdmap.com – embebed em post, criar camada com fotos (também no gmaps)
    – Texto – caderno de campo, post. Escrita como linguagem, na caminhada vai se atentar à linguagem escrita e como ela se estabelece.

    8. Constituição dos grupos e distribuição conforme os locais

    Locais:
    – Shopping (proibido fotografar. Pensar espaço externo – propagandas)
    – Nagumo e ambulantes (banca de jornal, como é a comunicação dos ambulantes, propagandas, onde ambulantes moram, como se deslocam etc)
    – Trajeto de ônibus – 701 centro via sena (propagandas, BusTV)
    – Unidade de Especialidade localizada na Rua Miraçanga nº 32 – Parque Jurema, fica próxima a Avenida Jurema (Supermercado Dovale)
    – Telecentro CEU e lanhouse jurema ou perto da ubs

    9. Discussões em grupos

    9.1: Dividir grupos conforme local 9.2: Dividir em grupos. 9.3: Roteiro de Questões
    -O que é comunicação?
    -O que este lugar te diz? (ele lhe comunica algo?)
    -Você acha que este lugar lhe educa de alguma forma?
    -Como você se comunica?

    ==Almoço==

    Tarde: pesquisa de campo. Final: retorno para coleta do material.

    ———————————————————————————–

    05/09/2013

    Parte I – Analise do Material e Reflexões

    1. Aquecimento

    Conversa inicial com os participantes. Avaliação do dia anterior. Quais as suas reverberações (se houve) durante a semana? Sucitou questões?

    Retomada questão central:

    1. o que é comunicação?
    2. como a cidade se comunica?
    3. o que podemos apreender de maneira sensivel (olhos, ouvidos, caminhada).

    2. Análise do material produzido e reflexões sobre o tema proposto

    -fotos: ver fotos (Aymbere, Marcella, Juliana) -entrevistas ouvir audio (Racin) -caminhada: ver mapa (Henrique)

    CONCLUSÃO parte 1: a partir da discussão cada grupo deve escrever um pequeno texto e selecionar algumas imagens.

    Pausa Almoço

    Parte II – Capacitação Técnica

    3. Fotografia

    -câmeras, celulares, acessórios: importação e exportação.
    -resolução
    -dimensionar tamanho.
    -publicação na web.
    -pesquisa imagens na web e como utiliza-las

    Software para Edição de Imagens: www.gimp.org

    Exercício: criar uma conta no Flickr ou Picassa, pegar uma imagem e publica-la.

    4. Mapas

    -criar mapa no googlemaps.
    -criar trajeto no mapa.
    -inserir trilha GPS no mapa.
    -inserir imagem no mapa.

    Exercício: criar mapa da oficina no GoogleMaps, inserir trilha, inserir imagem.

    5. Audio-Entrevista

    -gravação com celular ou gravador digital
    -importacao, exportação.
    -edição com Audacity -compressao

    Exercício: pegar arquivo de audio e edita-lo no audacity.

    6. Blog
    -qual o seu nome?
    -criar blog no wordpress
    -criar usuários -criar post
    -criar pagina
    -inserir imagem
    -inserir mapa -inserir audio.

    Exercício: cada grupo deve criar um post no blog.

    Conclusão: análise da atividade realizada.

     

     

     

     

  • textos de formacao

    26-02-13 – Educação expandida e ciência amadora

    26-03-13 – Pesquisa-ação

    23-04-13 – A promessa amadora

    08-05-13 – Formação em Software Livre

    Encontro no Arquivo do Estado com o grupo de pesquisa HÍMACO (História, Mapas e Computadores) para discutir o uso de software livres e suas relações com os direitos autorais
    Textos de Referência:

    27-06-13 – Teoria Crítica e Tecnologia

    01-08-13 – Política, imagens e subjetividades nas manifestações

    26-09-13 – Marco Civil da Internet

    26-11-13 Movimentos Sociais e as Novas Tecnologias da Informação e Comunicação

     

  • Tutorial: escrita coletiva (etherpad)

    Etherpad é um editor de textos colaborativo em tempo real, que permite que diversos autores editem simultaneamente um documento de texto. O texto de cada editor é exibido com uma cor própria, facilitando portanto a identificação da escrita recém modificada. Na barra lateral há um chat que permite a comunicação síncrona dos editores.

    Como usar

    1- acessar alguns os Sites que utilizam o etherpad, tal como:
    http://pad.riseup.net/
    http://pad.sarava.org/
    http://piratepad.net
    2 – Ao acessar o site você é levado a uma página para criar o nome do Pad. Aleatoriamente é criado um nome contendo letras e números, dificultando o acesso por terceiros ao pad, funcionando como uma espécie de senha. Caso deseje mudar o nome basta apagar o nome gerado aleatoriamente, escrever o nome de seu interesse e clicar no botão “ok” que te levara ao pad em si;
    3 – clique no canto superior direito clique no botão colorido com um numero (que é referente ao numero de pessoas que estão conectadas ao pad naquele momento);
    4 – onde estiver escrito “enter your name” digite seu nome;
    5 – clique no quadrado colorido ao lado para alterar a cor através da qual você sera identificado;
    6 – experimente cores que te agradam clicando entre as diversas opções que apareceram ao lado e clique em “save”.

    Chat

    O chat permite que as pessoas que estão utilizando o pad conversem entre si sem que interfiram no conteúdo do pad.

    Como usar
    1 – clique no “chat” (canto inferior da direita)
    2 – digite e aperte enter mandar sua mensagem
    3 – caso queria deixar o chat fixo clique no ícone da engrenagem e depois clique em “Chat always on screen”

    Importar/exportar

    O ícone da duas flechas serve para importar/exportar conteúdo (só texto).

    Como usar
    1 – clique no ícone com 2 setas (primeiro ícone do menu superior da direita);
    2 – na sessão “Exportar a Nota atual como” escolha a opção que melhor resolve suas necessidades (caso procure criar um arquivo de texto tipo Word clique em texto simples).

    Linha do tempo

    Caso alguma escrita tenha sido perdida por acidente existe a opção da “linha do tempo” onde toda modificação pode ser acessada a qualquer momento.

    Como usar
    1- clique no ícone do relógio (segundo ícone do menu superior da direita);
    2 – aparecera uma linha do tempo onde é possível, através das setas ao lado do botão “play” rever antigas versões do texto;
    3- também é possível se mover pela linha do tempo apenas clicando nela;
    4 – para voltar ao pad basta clicar em “return to pad”
    Obs.: caso queria exportar uma versão antiga basta clicar no ícone das 2 setas localizado no lado direito próximo ao botão “return to pad”

    Salvar

    É possível salvar uma versão do pad (apenas para facilitar a pesquisa na linha do tempo).

    Como usar
    Basta clicar no ícone da estrela (tercero ícone do menu superior da direita).

    Editando o texto

    No canto superior esquerdo existe uma barra de ferramentas para edição simples de texto.

    Como usar
    Funciona praticamente da mesma forma que os editores de texto mais convencionais (LibreOffice, MS-Office) tendo as opções negrito, itálico, sublinhado, tachado, lista, lista numerada, recuo de parágrafo etc.

    Importante: ao terminar a escrita de um texto aconselhamos a salvá-lo em seu computador, pois depois de 30 dias o conteúdo é apagado do site sem aviso prévio.

  • Tutorial: edição de áudio (audacity)

    Edição básica:
    1 – importar áudio – Ficheiro -> Importar -> Áudio (CTRL+SHIFT+I)
    2 – usar ferramenta de seleção para selecionar áreas a serem suprimidas
    3 – para deletar área selecionada apertar a tecla DELETE do computador
    4 – usar a ferramenta “ajuste de tempo” para unir partes do áudio

    Aplicar efeitos:
    Nivelador: permite nivelar o áudio em um mesmo volume
    Efeitos -> Nivelador – Grau de nivelamento: Forte; Limiar de ruído: -75dB “OK”
    Remoção de ruídos e ampliar som: equalização, compressor e normalizador
    Efeitos -> Equalização -> OK
    Efeitos -> Compressor -> OK
    Efeitos -> Normalizador -> amplitude máxima “-0dB” -> OK

    Exportar áudio:
    Para exportar o áudio em formatos para tocadores de música
    Ficheiro -> Exportar -> definir nome do arquivo e extensão -> Salvar
    Incentivamos a extensão Ogg Vorbis (.ogg) por ser um formato livre de compressão de áudio em oposição ao .mp3

  • Oficina professores sociologia – entrevistas

    Entrevistas realizadas durante a oficina de professor@s de sociologia da rede pública de Guarulhos (2013).

    Mais informações em https://extensao.milharal.org/atividades/professores-rede-publica-2013/

    • Entrevistas Telecentro CEU-Pimentas

    Monitores – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-monitores
    Usuário – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-usuario
    Usuário – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-usuario2

    • Entrevistas Lan House

    Funcionário LanWeb – https://soundcloud.com/pimentalab/lanhouse-funcionario
    Usuária da LanWeb – https://soundcloud.com/pimentalab/lanhouse-usuario1

    • Entrevistas comércio local

    Banca de conserto de panelas – https://soundcloud.com/pimentalab/banca-deus-e-fiel
    Banca de jornal/revista – https://soundcloud.com/pimentalab/banca-jornal
    Palhaço Abobrinha – https://soundcloud.com/pimentalab/palhaco