Categoria: oficinas

  • Oficina Instalação do Servidor Pimentalab

    Oficina Instalação do Servidor Pimentalab

    DSC00070-peqNo dia 09/10 foi realizada uma oficina de instalação do servidor Pimentalab. Na ocasião acompanhamos a instalação feita pelo tecnoativista Marcelo Tech.

    De acordo com o projeto original “[…] construção do sistema de informação e plataforma web com servidor autônomo em funcionamento (sempre com software livre).” Um dos objetivos do servidor seria funcionar em apoio a uma rede de blogs de grupos de pesquisa.

    Para a instalação optamos por algumas configurações a fim de minimizar os riscos relativos à segurança do servidor:

    Gerenciador de Volume Lógico

    O LVM[1] (Logical Volume Manager), ou Gerenciador de Volume Lógico, permite que o disco rígido (HD) seja redimensionado com facilidade. Com o LVM é possível criar partições lógicas que se estendem pelos volumes físicos, portanto, as partições não ficam limitadas pelo tamanho dos discos individuais, mas sim por um volume cumulativo. Posteriormente é possível adicionar um disco para redimensionar as partições. para mais informações acesse aqui.

    Na instalação do Debian é possível escolher a opção de LMV criptografado. A opção “para iniciantes” cria apenas uma partição para o diretório /home, mas é possível configurar manualmente o LVM criptografado. A dica para o o LVM criptografado manualmente é primeiro criar uma partição para o /boot (que não pode ser criptografada), depois criar a criptografia para o restante do hd e por último configurar o LVM.

    DSC00060-peq

    Criptografia de Disco

    A criptografia de disco serve para proteger os dados no caso de roubo ou perda do computador ou disco rígido. O padrão de criptografia utilizada na instalação do linux é AES[2] com chave de 256 bits, ou seja, um algoritmo de chave simétrica[3] onde existe apenas uma chave (senha) para as operações de cifragem e decifragem.

    Para se quebrar uma chave de segurança desse tipo de criptografia, um ataque comum de força bruta (programas testam por palavras de dicionário) demoraria alguns milhões de anos se a senha for bem configurada: acima de 25 caracteres, com letras e números, maiúsculas e minúsculas e caracteres especiais. Um caso bem conhecido de tentativa de quebrar senhas de criptografia foi o que envolveu o FBI e os discos rígidos de Daniel Dantas, preso na operação Satiagraha da Polícia Federal em 2008.

    Bootless

    “Bootless é uma integração tecnológica que permite um computador criptografado a permanecer sem gerenciador de partida (bootloader), de modo que grampos em software sejam difíceis de serem instalados. O Bootless é um gerenciador de partida em software livre instalado numa mídia removível e utilizado para inicializar computadores. É baseado no git-annex e no GNU Grub. É previsto suporte inicial para o sistema operacional Debian. O Bootless atualmente usa a Hydra Suite.”[4]

    Tipos de ataque à criptografia

    Quando um sistema operacional é instalado, o boot é inserido na MBR (Master Boot Record) o primeiro setor de um hd, onde também se localiza a tabela de partições. O boot do computador é o primeiro processo responsável para iniciar o sistema operacional, e portanto, não pode ser criptografado.

    Se uma pessoa tiver acesso físico ao computador ela poderá se utilizar dessa vulnerabilidade de arquitetura dos computadores. Uma técnica, conhecida como Evil Made Attack[5], pode ser utilizada para infectar o carregador do True Crypt (software utilizado para criptografia de disco na instalação do linux). Utilizando o bootless, minimizaria os riscos de alguém que tiver acesso físico ao servidor inserir um backdoor[6] no sistema.

    Cultura de Segurança

    Além dessas possibilidades de implementação de segurança, um sistema seguro é um sistema atualizado. Isso minimiza os riscos de ataque através de vulnerabilidades de software. Para sistemas GNU/Linux existe o manual de segurança do Debian[7] bem interessante, onde é possível conhecer algumas ferramentas úteis para auditoria do sistema.

    Referências

    • [1] Instalando o Linux com LVM – http://www.hardware.com.br/artigos/linux-lvm/
    • [2] AES (Advanced Encryption Standart) https://pt.wikipedia.org/wiki/Advanced_Encryption_Standard
    • [3] Algoritmo de chave simetrica – https://pt.wikipedia.org/wiki/Algoritmo_de_chave_sim%C3%A9trica
    • [4] Bootless – https://bootless.sarava.org/index.pt/
    • [5] Evil Maide Attack – http://sseguranca.blogspot.com.br/2010/02/evil-maid-attack-ataque-ao-truecrypt.html
    • [6] Backdoor – https://pt.wikipedia.org/wiki/Backdoor
    • [7] Securing Debian Manual – https://www.debian.org/doc/manuals/securing-debian-howto/ch-sec-tools.pt-br.html

    Mais informações

  • Encontro Oficina Tecnologias Digitais 16_06_2014

    Encontro Oficina Tecnologias Digitais 16_06_2014

    Como determinado em grupo no encontro anterior, no encontro do dia 16 realizado numa manhã de segunda-feira no campus Guarulhos da UNIFESP, trabalhamos com os dados coletados sobre a identidade virtual dos outros participantes, nossos “amigos secretos”, assim como sobre os grafos produzidos com o Gephi, através de nossa rede de relações no Facebook cujos dados foram baixados com o Netvizz.

    DSC00044
    Na primeira parte do encontro cada um dos participantes presentes desvendou seu “amigo secreto”, apresentando o modo como coletou as informações, ou seja, a metodologia escolhida. Suas percepções sobre a relação de cada um dos “pesquisados” com a questão da privacidade, da fronteira entre público e privado e do modo de construção e apresentação da DSC00049identidade na rede propuseram algumas questões mais específicas e levaram a algumas conclusões iniciais.
    Para a maioria das pessoas parece que o padrão de identidade fora das redes sociais era essencialmente profissional ou nas fronteiras desse campo, como por exemplo a formação, com muitas informações importantes e formais das pessoas, como números de RG e CPF, sendo obtidas através dos rastros de concursos prestados e seleções de vestibulares, etc., dentre outros documentos oficiais. No contraponto a esta dimensão estavam, em praticamente todos os casos, as redes sociais, mas de maneira mais específica o Facebook, no qual uma  identidade mais pessoal ou íntima era apresentada. Nesse ponto uma interessante questão abordada foi o papel do outro na construção dessas identidades, e de uma outra forma, mas ainda a respeito da mesma questão, estava o controle que possuímos nessa construção de nossa identidade na rede, já que na construção dessas memórias coletivas os dados que nos dizem respeito muitas vezes estão sob o domínio de terceiros e vice-versa.

     

    DSC00037A partir disso, a questão da tecnologia se fez presente como uma maneira de qualificar essas formas de produção de narrativas por dois motivos em especial: a rastreabilidade e controle sobre esses dados que hoje constroem nossa identidade, e seu condicionamento através de algoritmos, que determinam de antemão um campo de possíveis conteúdos a serem acessados. Esse campo “algorítmico” contribui para a expressão dessas aspectos que configurariam tais identidades, construindo assim um perfil já direcionado, que possui suas próprias implicações no que diz respeito aos usos que podem ser feitos dessas informações, como por exemplo indiciais.  O modo como as pessoas lidam então com esse aspecto da “exposição” também pode ser colocado em função de outros critérios, como por exemplo a idade dos usuários, com as crianças e adolescentes como grupos que, lidando de maneira naturalizada com as tecnologias digitais, estariam dentre os mais “vulneráveis” no que diz respeito a esse aspecto.

     

    Depois dessa análise, falamos sobre o uso do Netvizz e do Gephi para a elaboração dos grafos que zildeterepresentam nossa rede de relações no Facebook, e também sobre os possíveis usos que poderíamos fazer dele enquanto ferramenta de pesquisa, para abordar as questões relacionadas à sociabilidade e tecnologias digitais.
    Por último trabalhamos em algumas hipóteses sobre o que poderíamos realizar de maneira mais concreta a partir das questões e dados levantados no encontro.
    Confira abaixo os grafos da rede de relações dos participantes do segundo encontro da oficina:
    tarcisio
    renatajeniferestelagrafo Juliana
  • Festival de Instalação – Software Livre

    Festival de Instalação – Software Livre

    No dia 22/05 o Pimentalab realizou uma oficina para instalação de software livre e introdução a comunicação segura.

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    Tux, o mascote do Linux. E GNU, símbolo do projeto GNU/Linux.

    Na oficina, quem levou seu computador pessoal pode escolher em instalar o Debian ou o Ubuntu, distribuições do projeto GNU/Linux(1).

    A ESCOLHA DA DISTRIBUIÇÃO

    Enquanto o Ubuntu é caracterizado pela sua preocupação com o usuário final, adotando cada vez mais características condizentes ao seu lema “ubuntu – linux para seres humanos”.  Já o Debian, sistema muito utilizado em servidores, tem uma preocupação maior com a estabilidade e segurança do sistema.

    Atualmente o Ubuntu está na sua versão 13.10 (lança em outubro/2013) e 14.04 LTS (Longo Tempo de Suporte, lançada em abril/2014). A versão LTS significa que a versão será oficialmente suportada durante 5 anos para estações de trabalho(2).

    Por padrão a interface gráfica utilizada pelo Ubuntu é o Unity.

    Unity no Ubuntu

    Em 2012 uma polêmica envolveu o criador do projeto GNU/Linux, Richard Stalllman, que acusava a Cannonical (atual empresa desenvolvedora do Ubuntu) de coletar dados dos usuários para terceiros. O ubuntu adotou um sistema de busca – ativado por padrão – que coletava dados locais dos usuários para fazer sugestões de produtos da Amazon:

    Richard Stallman – “mp3 não é crime”

    Se você recomenda ou redistribui GNU/Linux, por favor remova o Ubuntu das distros que você recomenda ou redistribui. Se é sua prática recomendar e instalar software não-livre, não recomendaria você a parar, deixe isto convencer você. Nas suas install fests, nos eventos do Dia da Liberdade do Software, nos seus eventos FLISOL, não instale ou recomende Ubuntu. Ao invés disto, digas as pessoas que Ubuntu é evitado por espionagem – Richard Stallman(3)

    A distribuição Debian possui sempre 3 versões em manutenção ativa: estável, teste e instável. A atual estável é a versão 7, wheezy (lançada em abril/2014). A versão teste, jessie, possui os pacotes de programas que estão na fila para a versão estável, ou seja, será essa versão a próxima oficial estável. Sua característica é de possuir programas em suas últimas atualizações. Já a versão instável, sid, é indicada para desenvolvedores. Por padrão, a interface gráfica instalada no Debian é o Gnome.

    Gnome Classic no Debian

    Uma característica interessante do Debian é o sistema ser em sua maior parte por desenvolvedores colaboradores do projeto. Possui a comunidade mais ativa no mundo linux(4). Esta é uma importante característica do software livre em comparação aos softwares proprietários. Presente nas liberdades básicas de um software livre, o acesso ao código fonte é fundamental para que o programa seja desenvolvido.

    Liberdades básicas de um software livre(5):

    • A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito (liberdade 0).
    • A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo às suas necessidades (liberdade 1). Para tanto, acesso ao código-fonte é um pré-requisito.
    • A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao próximo (liberdade 2).
    • A liberdade de distribuir cópias de suas versões modificadas a outros (liberdade 3). Desta forma, você pode dar a toda comunidade a chance de beneficiar de suas mudanças. Para tanto, acesso ao código-fonte é um pré-requisito.

    O modelo proprietário, mantém o código fonte em segredo, nas mãos de um número reduzido de desenvolvedores. Uma boa discussão pode ser encontrada no texto de Eric Raymond “A catedral e o bazar”.

    TUTORIAIS DE INSTALAÇÃO

    APÓS A INSTALAÇÃO DO SISTEMA

    Normalmente após a instalação do sistema é preciso afinar algumas configurações, instalar alguns programas básicos e também fazer as atualizações de segurança.

    o amigável terminal do linux

    Multimídia:

    # aptitude update
    # aptitude install flashplugin-nonfree vlc openjdk-7-jdk openjdk-7-jre audacious kdenlive audacity

    com isso serão instalados o plugins responsáveis por rodar a maioria dos vídeos e áudios na internet,  reprodutor de filmes VLC, editor de vídeos KDEnLivre, editor de áudio Audacity

    Escritório:

    # aptitude install libreoffice

    instalação do pacote LibreOffice, com editor de textos, cálculos, apresentação etc.

    Gráficos:

    # aptitude install gimp inkscape scribus

    instalação dos editores de imagens Gimp (camadas), Inkscape (vetorial) e Scribus (publicações)

    Essas instalações são feitas à partir do terminal linux e o gerenciador de pacotes aptitude (ou apt-get no Ubuntu). Também poderão ser feitas por um gerenciador de pacotes gráfico, o Synaptic.

    Gerenciador de Pacotes Synaptic, no Ubuntu.

    Segurança:

    # aptitude upgrade

    As atualizações de segurança são ativadas por padrão quando disponíveis, cabendo ao usuário apenas aceitá-las pelo Atualizações de Programas.

    atualizações automáticas de programas
    Gostaria de instalar GNU/Linux no seu computador? Agende um encontro pelo email pimentalab-extensao@riseup.net ou compareça no laboratório Pimentalab na Unifesp Guarulhos (Av. Monteiro Lobato, 609 – campus provisório – 3º andar).

     

    REFERÊNCIAS

    1 – Introdução ao Projeto GNU – http://www.gnu.org/gnu/gnu-history.pt-br.html
    2 – Sobre versões e nomes do Ubuntu – http://wiki.ubuntu-br.org/VersoesUbuntu
    3- Stallman sobre Ubuntu – https://www.fsf.org/blogs/rms/ubuntu-spyware-what-to-do
    4 – Canto dos Desenvolvedores Debian – https://www.debian.org/devel/
    5 – O que é Software Livre – https://www.gnu.org/philosophy/free-sw.pt-br.html

  • Roteiro da Oficina com Educadores – 31-05-2014

    Roteiro da Oficina com Educadores – 31-05-2014

    Introdução

    Temática: Ecossistema de Comunicação e Relação Poder-Saber

    Práticas de conhecimento contra-hegemônico e reconfigurações
    politico-sociais
    O que podemos aprender com coletivos de hackers; arte-política;
    tecnoativistas; pedagogias radicais?

    Metodologias e principios políticos comuns: (entre hackers,
    pesquisadores e educadores radicais):
    *pragmática: foco na ação. São as reverberações da ação que constituem o
    sentido.
    *prototipagem: criação de protótipos que criam novas possibilidades de
    entendimento e reflexão sobre o problema.
    *participação mais horizontal e diversa entre especialistas
    (cientistas/professores) e amadores.
    *visibilidade: formas de comunicação e produçao de inteligibilidade.

    Sociedade Tecnológica e Sociedade de Controle: exige a emergência de
    tecnocidadãos (novos atores cognitivo-políticos):

    *relação de autonomia com o conhecimento (I-Pistemology)
    *apropriaçao crítica das tecnologias
    *conhecimento motivado e significativo.
    *aprendizado teórico-prático
    *novas redes de colaboração e partilha = commons digital.

    1.Apresentação rapida dos participantes

    2.Aquecimento:

    DSC00013

    *imagem para discussao
    *questoes relativas ao ecossistema de comunicação

    3.Apresentação da proposta da atividade

    [veja acima]

    *o que não faremos: não é um curso!
    *espectativa: iniciar exercicio hoje e desdobra-lo em mais 1-2 encontros

    3.1 Objetivos:

    DSC00020*criar situação de produção colaborativa de conhecimento sobre um
    problema comum mediante o uso de TICs.
    *desenvolver conhecimentos e práticas que poderão ser aplicadas em
    situações distintas
    *uso e apropriação de TICs conforme a demanda da situação
    *desenvolver formas de produção colaborativa
    *desenvolver metodologia de pesquisa participativa

    3.2 Processo:

    DSC00005*discussão coletiva para identificar problema/tema mobilizador (que será
    usado para o exercício)
    *análise do problema e construção da estratégica de investigação
    *estratégia de produção e coleta dos dados
    *sistematização e comunicação

     

    3.3. Estudo de Caso:

    Definir exemplo

    3.4 Exercício experimental busca articular as seguintes dimensões:

    [A] Conhecimento Local e Pesquisa ParticipativaIMG_1689

    *identificação de problema mobilizador
    *identificação dos indicadores (quali ou quanti)
    *produção, seleção e coleta dos dados
    *sistematização

    [B] Sociologia como Prática; Pesquisa-Ensino

    *como a sociedade de reproduz no nosso cotidiano
    *elementos de tensão e transformaçãoIMG_1677
    *materialidade das relações sociais
    *dimensão simbólica: imaginário, desejo, cultura

    [C] Mediação Sociotécnica da vida social

    *tecnopolítica
    *rastreabilidade, indiciabilidade
    *compartilhamento, formas de colaboração
    *transparência e abertura X controle e vigilanciaIMG_1712

    [D] Poética/Estética

    *conhecimento sensível
    *comunicabilidade
    *linguagens e modos de conhecer

    [E] Política

    *modos de organização social e tecnologias
    *relação saber-poder
    *autoridade, representação, deliberação
    *novos sujeitos cognitivos-político

    3.5 Discussão do Problema/Tema Comum (relacionado a tecnologia, vida e
    trabalho);

    [dinamica com tarjetas]
    O que está pegando?

    3.6 Toró de Idéias: como pesquisar e visibilizar este problema?

    [3 grupos com rodízio pelas estações]

    IMG_1722IMG_1727

    IMG_1723

    *quais sao os dados relevantes? Onde (pessoas e lugares) podemos
    perceber este problema?
    *como podemos produzir, registrar e coletar esses dados?
    *como podemos sistematizar, visibilizar, narrar, comunicar de maneira
    eficiente este problema?

    3.7 Conclusao Fase 1:

    *problema definido
    *indicadores definidos
    *campo definido: local/sujeitos
    *forma de produção e coleta de dados definido
    *definição das tecnologias de produção colaborativa para o
    desenvolvimento do processo.

  • Encontro – Educadores e Agentes Socioculturais – Tecnologias, Educação e Pesquisa Social

    Encontro – Educadores e Agentes Socioculturais – Tecnologias, Educação e Pesquisa Social

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    O Pimentalab realizará no dia 31 de maio um encontro dedicado à elaboração de um programa de formação no uso de tecnologias digitais. Para além das oficinas destinadas à apropriação crítica e criativa das tecnologias digitais na confluência de práticas educativas, pesquisa ou intervenção social, esperamos que esses encontros contribuam para o fomento de uma rede de colaboração expandida e aprendizagens mútuas. Nossa expectativa é fazer já neste primeiro encontro um experimento de formação, planejamento e mão-na-massa (ou melhor, nas máquinas).

    Público participante: educadores, professores do ensino médio (sociologia, história, geografia e filosofia), agentes sociais e culturais.
    Local: Unifesp/EFLCH – Guarulhos
    Dia: 31 de maio de 2014
    Horário: 9hs às 13hs.

    Inscrições: até 26 de maio.
    Enviar email para: pimentalab-extensao@riseup.net
    Com as seguintes informações:
    (1) nome, email e telefone para contato
    (2) breve apresentação e qual o interesse e motivação.

    Dispomos de vagas limitadas tanto pelo espaço que será utilizado como pelas possibilidades do trabalho em grupo.

    Para conhecer mais sobre nossas ações visite:
    http://extensao.milharal.org
    http://blog.pimentalab.net
    http://ensinosociologia.pimentalab.net

    Aqui, um exemplo de uma das oficinas que realizamos com professores em 2013: https://extensao.milharal.org/atividades/professores-rede-publica-2013/

  • Fotos Oficina para Professores de Sociologia

    Fotos Oficina para Professores de Sociologia

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    Imagens das oficinas realizadas com professores de sociologia da Guarulhos no Laboratório de Informática da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e no Laboratório de Informática da Diretoria de Ensino Guarulhos Norte.

  • Oficina com professores de Sociologia de Guarulhos

    Oficina com professores de Sociologia de Guarulhos

    A importância do tema

    A oficina “Comunicação” foi uma tentativa de interação e promoção da sensibilidade dos professores da rede pública de Guarulhos para usos alternativos das tecnologias da informação através da realização de experiências de campo, registro multimídia, sistematização e publicação online, mobilizando principalmente outras linguagens além da escrita (fotografia, audiovisual, cartografia).

    A proposta foi promover uma experiência com os docentes que aguçasse a percepção para determinadas práticas, discussões e problemas relacionados ao uso das tecnologias digitais e sua relação com a vida cotidiana e o ensino de sociologia, tais como: as formas como as paisagens midiáticas se apresentam na cidade; como se coloca o direito à comunicação em nosso cotidiano; a relação entre ciberespaço e territórios materiais; e como as tecnologias modificam nossas formas de acesso à informação, comunicação e organização social.

    Para que serve?

    1. Desenvolvimento e difusão junto aos participantes, de novas habilidades direcionadas à apropriação tecnológica que permitam uma utilização alternativa dos dispositivos de comunicação digital;
    2. Produzir novos conhecimentos sobre os processos sócio-organizacionais numa  determinada região e sua relação com a dinâmica comunicacional. Quais as  mudanças na ecologia comunicacional de uma determinada região? Como ela se  relaciona ao direito à comunicação, às formas de acesso, regime de  propriedade e práticas de uso das tecnologias de informação?;
    3. Desenvolvimento e difusão de metodologias sócio-culturais de produção colaborativa de conhecimentos através de TICs voltadas à pesquisa social aplicada.

    Oficina

    A oficina foi programada para ser realizada em dois dias (29/08 e 05/09) com intervalo de uma semana para dar tempo de organizar o material produzido no primeiro dia.

    1º dia de Oficina

    No primeiro dia da oficina após a chegada e apresentação de todos os participantes foi criado um pad coletivo, onde os professores colocaram seus nomes, emails e apresentaram algum blog que já possuíam, após esse momento, foi feita a apresentação dos objetivos da Oficina, introduzindo algumas questões sobre comunicação, tecnologias e sociedade. Logo após foram apresentados outros trabalhos do Pimentalab e seguiram algumas ações planejadas para a Oficina como a criação de listas de discussões e a ferramenta para criação de questionário do Google Docs, onde os professores responderam um questionário sobre Modos de Uso da Internet.

    Após um intervalo, foi iniciada uma breve discussão sobre “Comunicação”, buscando refletir sobre as concepções que giram em torno do tema, suas formas, acesso, seu papel em nossa vida cotidiana, etc.

    CIMG6725_pqnOs professores foram então divididos em dois grupo para que seguíssemos para a atividade em campo, observando como as questões discutidas apareciam no bairro

     

    Confira abaixo o relato do percurso dos dois grupos:

    •  Relato grupo 1 (lan house/telecentro)

    O primeiro grupo ficou de fazer um percurso até a “Lan WEB” e depois voltar ao Telecentro localizado no CEU-Pimentas. Pelo trajeto os(as) professores(as) se depararam com a comunicação nas suas mais diversas expressões: o Palhaço Abobrinha, que usa o facebook para divulgar seu trabalho; a Banca “Deus é Fiel” do vendedor de panelas e seu rádio usb; a Banca de Jornal que não costuma atrair muitos jovens e também aproveitaram para entrevistar alguns senhores que encontraram pelo caminho a fim de perceber como a comunicação se alterou ao longo do história.

    Ao chegar no primeiro destino, a Lan House, tivemos a oportunidade de entrevistar tanto o funcionário quanto uma usuária a respeito dos meios de comunicação mais utilizados naquele estabelecimento.  Após as entrevistas na Lan House, que confirmaram um “prognóstico” sobre os modos de uso da comunicação na internet (facebook), voltamos para o CEU-Pimentas a fim de entrevistar usuários(as) e os monitores do Telecentro Tecnologia Cidadã, da prefeitura de Guarulhos.

    Embora seja considerado um espaço que visa não só o acesso indiscriminado da internet, mas também um espaço de formação e orientação pedagógica, as entrevistas trouxeram à tona um modo de uso bem próximo ao da Lan House.

    Entrevistas:
    Lan House – https://soundcloud.com/pimentalab/sets/entrevistas-oficina-pimentalab
    Telecentro – https://soundcloud.com/pimentalab/sets/oficina-pimentalab-telecentro

    • Relato grupo 2 (Hospital e Centro de referência DSTs)
    trajeto_saudetrajeto realizado pelo grupo 2 (visualizado no Google Maps)

    O segundo grupo fez um percurso em direção ao centro de referência em DSTs/Aids do Parque Jurema, no caminho passamos pelo Hospital Municipal Pimentas-Bonsucesso, onde os professores observaram o local e abordaram algumas pessoas, levantando questões consideradas relevantes para o grupo como a presença e visibilidade da UNIFESP no bairro, por exemplo. Passamos também por duas escolas públicas onde os professores observaram os muros das escolas e o que eles comunicavam. Chegando no Centro de Saúde – SAE Carlos Cruz, fomos recebidos pela psicóloga responsável pelo Centro. Ela nos falou sobre as formas de comunicação com a população local estabelecidas pelo centro e o posicionamento da prefeitura em relação a essas ações, assim como alguns obstáculos enfrentados nesse processo. Os professores levantaram questões e observaram o local. O registro do encontro  se deu pela captura de áudio e fotografias.  No retorno passamos por uma Lan House localizada na Av. Jurema e retornamos para nos encontrarmos com o outro grupo. Durante todo o trajeto, os professores registraram com fotografias as formas de comunicação mais relevantes que perceberam no bairro como os carros de som, lambe-lambe, grafite e faixas.

    2º dia de Oficina

    Já o segundo dia da Oficina teve início com uma conversa sobre os possíveis desdobramentos da primeira parte da Oficina no cotidiano dos professores. As questões centrais foram retomadas como: O que é comunicação? Como a cidade se comunica? E o que podemos aprender de maneira sensível, olhando, ouvindo ou caminhando pelo bairro, pela cidade.

    O material produzido na saída de campo foi analisado, observando e discutindo sobre as fotografias, mapas e áudio coletados.

    Na segunda parte do dia houve uma breve discussão a respeito das mídias livres, com a apresentação de um vídeo sobre rádio livre, produzido por colegas da universidade, entre eles uma das alunas integrantes do Pimentalab. Também foi discutido a importância da utilização de softwares livre, compreendendo que a utilização dos mesmos traz consigo um posicionamento político, uma vez que priorizam a liberdade do usuário e possibilitam uma cooperação livre, sem permissões, dos usuários e desenvolvedores.

    Blog – Sociologia Global

    Na construção do blog o primeiro passo foi escolher um nome, que deveria fazer sentido para o trabalho realizado, ao mesmo tempo que não restringisse possibilidades futuras de uso. Decidimos então que seriam produzidos dois posts, sobre as experiências dos dois grupos durante o trabalho de campo realizado no primeiro encontro. Os professores redigiram textos sobre suas experiências e reflexões e escolheram as imagens que acompanharam os posts.

    Após  isso, os professores colocaram a “mão na massa” para a construção do  blog com os materiais produzidos durante a oficina. Nesse processo eles tiveram contato com os processos para subir fotos e textos para um blog além de participar ativamente na escolha do template. Também foram apresentados à edição de imagens, áudio e mapas.

    blog_professoresblog criado pelos(as) professores(as) no wordpress

    Tutoriais produzidos a partir da oficina:

    Relatos da Oficina

    Racin – https://extensao.milharal.org/2013/10/19/rlato-oficina-professores-racin/
    Marcella – https://extensao.milharal.org/2013/11/09/relato-oficina-professores-marcella/
    Aymbere – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-aymbere/
    Juliana – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-juliana/
    Profª Aureni – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-aureni-2/
    Profº Ricardo – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-ricardo/
    Profª Maria José – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-maria-jose/

    Roteiros da Oficina

    https://extensao.milharal.org/2013/11/11/roteiros-oficina-professores/

    Making-off da Oficina

    https://extensao.milharal.org/2013/12/04/fotos-oficina-para-professores-de-sociologia/

    Categorias:extensão: foi a primeira categoria (é a padrão), não pode ser excluída. Dá pra fazer uma gambiarra e colocar outro nome. Tirei todas as postagens dessa categoria.
    gestão do projeto: selecionei os posts referentes a essa categoria
    mapeamento: inicialmente era uma categoria para fazer o mapeamento de agentes e público interessado no pimentas. Como o xará disse, está bem confuso, pois há também mapeamento relativo as ferramentas de geoprocessamento. Sugiro criar uma categoria “cartografia” e separar o conteúdo tipo: postagens relativas ao público interessado, pimentas e região em “mapeamento”; mapas, cartografia, gps etc em “cartografia”
    oficinas fiz as sugestões do aymbere. Sub-categoria “roteiros”. Deixei “tutorial” separado, pois nem todos tutoriais vem das oficinas.

    Páginas:

    Criar Agenda via Calendário de Movimentos Sociais e inserir código html na página (ver rizoma.milharal)

  • Roteiros oficina professores

    28/08/2013

    Manhã: Apresentação e Acolhida (1:30hs).

    1. Apresentação Henrique (5min)

    2. Criação do PAD coletivo: (10min)
    – participantes devem inserir seus nomes, emails e escolas.
    -todos podem fazer anotações: ata coletiva

    3. Apresentação do Pimentalab e alguns dos nossos trabalhos. (15min)
    -Site Ensino de Sociologia
    -Site PIBID: apresentar relatos oficinas
    -Blog Pimentalab
    -Crowdmap
    -Site Extensão: destaque para exercicio com imagens.

    4. Apresentação dos participantes e Criação de Lista:
    -Verificar se alguém possui site/blog
    -Criação da lista de discussão (ggroups)

    5. Apresentação da Proposta da Oficina (15min)

    Objetivos:
    1.Desenvolver e difundir junto aos participantes, novas habilidades direcionadas à apropriação tecnológica que permitam uma utilização alternativa dos dispositivos de comunicação digital.

    2.Produzir novos conhecimentos sobre os processos sócio-organizacionais numa determinada região e sua relação com a dinâmica comunicacional. Quais as mudanças na ecologia comunicacional de uma determinada região? Como ela se relaciona ao direito à comunicação, às formas de acesso, regime de propriedade e práticas de uso das tecnologias de informação?

    3.Desenvolver e difundir metodologias sócio-culturais de produção colaborativa de conhecimentos através de TICs voltadas à pesquisa social aplicada.

    Cronograma:
    -Dia 1: sala de informática + pequisa de campo.
    -Dia 2: manhã – sistematização e análise do material; tarde – publicação web.

    Resultado coletivo: Criação de um site/blog comum com todo o material da oficina. Precisamos de um nome comum.

    6. Criação de questionário no Google Docs (30min).
    1.Como criar?
    2.Exemplo de questionário: Modos de Uso da Internet – Professores: https://docs.google.com/forms/d/1SEulbv_fS2EyHGq7naHXeWcrJv1PwqQEWinqBIECaWY/viewform
    3. Responder e analisar as respostas
    Outro exemplo de plataforma para a criação de questionários: https://pt.surveymonkey.com/s/83ZZ58D

    –Intervalo–

    Parte II: Atividade em Grupo – preparação pesquisa de campo

    7. Pergunta central: o que é comunicação?
    1. Quais as formas de comunicação que conheço ou tenho acesso?
    2. Na cidade, em minha vida cotidiana
    3. Discutir as linguagens

    Linguagens:
    – Foto – 10 Fotos por grupo – participantes selecionam as fotos (fazemos bkp)
    – Áudio (entrevista) – micro entrevistas de 1 a 3 minutos
    – Mapa – 1 mapa por grupo https://extensao.milharal.org/2013/03/21/tutorial-registro-do-percurso-com-gps-como-usar-openstreetmap-tracker-para-android/. Usar também pimentalab.crowdmap.com – embebed em post, criar camada com fotos (também no gmaps)
    – Texto – caderno de campo, post. Escrita como linguagem, na caminhada vai se atentar à linguagem escrita e como ela se estabelece.

    8. Constituição dos grupos e distribuição conforme os locais

    Locais:
    – Shopping (proibido fotografar. Pensar espaço externo – propagandas)
    – Nagumo e ambulantes (banca de jornal, como é a comunicação dos ambulantes, propagandas, onde ambulantes moram, como se deslocam etc)
    – Trajeto de ônibus – 701 centro via sena (propagandas, BusTV)
    – Unidade de Especialidade localizada na Rua Miraçanga nº 32 – Parque Jurema, fica próxima a Avenida Jurema (Supermercado Dovale)
    – Telecentro CEU e lanhouse jurema ou perto da ubs

    9. Discussões em grupos

    9.1: Dividir grupos conforme local 9.2: Dividir em grupos. 9.3: Roteiro de Questões
    -O que é comunicação?
    -O que este lugar te diz? (ele lhe comunica algo?)
    -Você acha que este lugar lhe educa de alguma forma?
    -Como você se comunica?

    ==Almoço==

    Tarde: pesquisa de campo. Final: retorno para coleta do material.

    ———————————————————————————–

    05/09/2013

    Parte I – Analise do Material e Reflexões

    1. Aquecimento

    Conversa inicial com os participantes. Avaliação do dia anterior. Quais as suas reverberações (se houve) durante a semana? Sucitou questões?

    Retomada questão central:

    1. o que é comunicação?
    2. como a cidade se comunica?
    3. o que podemos apreender de maneira sensivel (olhos, ouvidos, caminhada).

    2. Análise do material produzido e reflexões sobre o tema proposto

    -fotos: ver fotos (Aymbere, Marcella, Juliana) -entrevistas ouvir audio (Racin) -caminhada: ver mapa (Henrique)

    CONCLUSÃO parte 1: a partir da discussão cada grupo deve escrever um pequeno texto e selecionar algumas imagens.

    Pausa Almoço

    Parte II – Capacitação Técnica

    3. Fotografia

    -câmeras, celulares, acessórios: importação e exportação.
    -resolução
    -dimensionar tamanho.
    -publicação na web.
    -pesquisa imagens na web e como utiliza-las

    Software para Edição de Imagens: www.gimp.org

    Exercício: criar uma conta no Flickr ou Picassa, pegar uma imagem e publica-la.

    4. Mapas

    -criar mapa no googlemaps.
    -criar trajeto no mapa.
    -inserir trilha GPS no mapa.
    -inserir imagem no mapa.

    Exercício: criar mapa da oficina no GoogleMaps, inserir trilha, inserir imagem.

    5. Audio-Entrevista

    -gravação com celular ou gravador digital
    -importacao, exportação.
    -edição com Audacity -compressao

    Exercício: pegar arquivo de audio e edita-lo no audacity.

    6. Blog
    -qual o seu nome?
    -criar blog no wordpress
    -criar usuários -criar post
    -criar pagina
    -inserir imagem
    -inserir mapa -inserir audio.

    Exercício: cada grupo deve criar um post no blog.

    Conclusão: análise da atividade realizada.

     

     

     

     

  • Oficina professores sociologia – entrevistas

    Entrevistas realizadas durante a oficina de professor@s de sociologia da rede pública de Guarulhos (2013).

    Mais informações em https://extensao.milharal.org/atividades/professores-rede-publica-2013/

    • Entrevistas Telecentro CEU-Pimentas

    Monitores – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-monitores
    Usuário – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-usuario
    Usuário – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-usuario2

    • Entrevistas Lan House

    Funcionário LanWeb – https://soundcloud.com/pimentalab/lanhouse-funcionario
    Usuária da LanWeb – https://soundcloud.com/pimentalab/lanhouse-usuario1

    • Entrevistas comércio local

    Banca de conserto de panelas – https://soundcloud.com/pimentalab/banca-deus-e-fiel
    Banca de jornal/revista – https://soundcloud.com/pimentalab/banca-jornal
    Palhaço Abobrinha – https://soundcloud.com/pimentalab/palhaco

  • Marco Civil da Internet – ao vivo

    Marco Civil da Internet – ao vivo

    marco_civil_internet

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    A proposta de um Marco Civil da Internet foi elaborada por diversos grupos da sociedade civil durante um longo processo de discussão. Agora, após 2 anos de enrolação para sua aprovação e diante do pesadelo real do Big Brother americano, o governo federal e o congresso brasileiro acordaram para a importância de sua votação. Para analisar as propostas e disputas em curso e refletir sobre as implicações do Marco Civil da Internet em nossa comunicação cotidiana realizamos uma roda de discussão sobre o tema.

     

    Seminários do Pimentalab/TransMediar: “Marco Civil da Internet”.

    Com a presença da pesquisadora Cristiana Gonzalez.

    Data: 26 de setembro, quinta-feira, às 18hs

    Local: Sala 13 – Campus Pimentas – EFLCH/Unifesp.

     

    Materiais para discussão:

    Relatorio-Alessandro-Molon-Marco-Civil-11-7-2012

    Projeto de Lei – Marco Civil da Internet

    Proposta do Marco Civil analisado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil

    Novas emendas ao Projeto de Lei – final de setembro/2013

     

  • Oficina Mobilização 29-06-2013

    Oficina Mobilização 29-06-2013

    dsc04757-700x525O primeiro encontro organizado pelo projeto de extensão Pimentalab com o publico externo ocorreu no dia 29 de junho e contou com certa de 11 participantes, entre professores da rede pública da cidade de Guarulhos e São Paulo, professores universitários, estudantes de graduação e pós-graduação e membros do Departamento de informática (DIT) da Prefeitura de Guarulhos.

    Foi sugerido que os participantes fizessem uso da ferramenta etherpad – https://pad.riseup.net/p/pimentalab-29-06 – para criar uma memória coletiva da oficina. A ferramenta foi bem aceita e os participantes puderam contribuir ao passo que a oficina avançava.

    A rodada de apresentação contou com a exposição dos diversos projetos que cada um desenvolve nos seus respectivos espaços de atuação.

    Foi interessante notar a reforçada vontade dos projetos em andamento de  se relacionarem com uma atuação fora da universidade, visando com isso  perceber outras urgências que esta instituição não pode ter, ou seja,  procura-se não apenas pesquisar a comunidade do bairro do Pimentas como  também contribuir de alguma forma, deixando assim um legado.

    Por fim, foi discutido a importância da utilização de softwares livres  tendo como foco a necessária desnaturalização do uso das tecnologias  como ferramentas neutras que não carregam consigo implicações de ordem  social e política.

    Seguindo a oficina, foram apresentadas algumas atividades desenvolvidas pelo  Pimentalab, como: Uso do wordpress, como software livre, instalado em um  servidor próprio, garantindo assim a autonomia de administração e  gestão do conteúdo; e o uso de um domínio próprio em um servidor que oferece serviços de hospedagem para sites com perfil político e ativista, preocupado com questões de privacidade (http://milharal.org).

    Além do blog da http://extensao.milharal.org,  foram apresentados outras experiências de sistematização de atividades,  como no caso do blog que se tornou um grande repositório de material  para ensino de sociologia http://ensinosociologia.pimentalab.net, o uso de uma plataforma wiki que acompanhou o curso de uma disciplina oferecida em 2012 na Unifesp-Guarulhos http://pt.wikiversity.org/wiki/Sociedade_e_Tecnologias_Digitais/2012 e uma ferramenta de produção colaborativa para georreferenciamento https://pimentalab.crowdmap.com

    Foi tirada uma data para um novo encontro para uma reunião de  planejamento estratégico que irá orientar as próximas atividades que  serão produzidas pelo Pimentalab. Os interessados poderão se cadastrar  na rede social http://n-1.cc e participar da comunidade criada para as oficinas que serão desenvolvidas https://n-1.cc/g/rede-local. Essa rede social possui ferramentas para gestão de projetos, utiliza o software Lorea.

  • Tipologias Imagéticas – prática fotográfica nas manifestaões

    Tipologias Imagéticas – prática fotográfica nas manifestaões

    Dia de Nacional de Lutas em São Paulo, 11 de julho de 2013.

    Uma manifestação feita de muitos atos. Neste dia, juntamos os integrantes do Pimentalab – projeto de extensão da Unifesp (http://extensao.milharal.org) para produzir um registro imagético coletivo das movimentações de rua. Muitos de nós haviam participado das manifestações de rua durante as “jornadas de junho”, em torno das reivindicações pelo Passe Livre.

    Diante da convocação pelas centrais sindicais deste Dia Nacional de Luta, resolvemos fazer um simples exercício de documentar uma parte da manifestação em São Paulo, tendo em mente as experiências vividas nos outros protestos do junho, uma vez que naquele momento as manifestações tiveram uma outra organização e participação social. Interessava-nos pensar, através do registro visual, as semelhanças e as diferenças entre esses momentos. Partíamos de algumas questões:
    em que medida a visualidade da manifestações dá a ver outras composições e modos de se fazer política? Como as pessoas e organizações participam do ato? Quais os símbolos e recursos utilizados? Quais as formas de uso e ocupação do espaço público? Quais as práticas, repertórios e estratégias de reivindicação?

    Com essas questões na cabeça mergulhamos nas marchas. Vamos publicar aqui os ensaios produzidos neste dia por cada um de nós e depois tentaremos organizá-las numa espécie de tipologia imagética. Para cada ensaio, escreveremos um pequeno comentário com as impressões sobre o ato e suas imagens.

  • Fotos Dia Nacional de Lutas – 11 de julho 2013

    Fotos Dia Nacional de Lutas – 11 de julho 2013

    Fotos de Henrique Parra.

    Este e outros ensaios publicados aqui no site pelos integrantes do Pimentalab, fazem parte de um exercício de documentação compartilhada de uma tipologia imagética das manifestações. O material será agrupado, organizado e publicado aqui.

     

  • Imagens da Oficina – Pimentalab 29-06-2013

    Imagens da Oficina – Pimentalab 29-06-2013

    Pimentalab convida para oficina de formação

    Convidamos professores, educadores sociais e agentes culturais que atuam no Bairro do Pimentas e região para participar de um encontro na Unifesp/EFLCH (Bairro do Pimentas).

    O Pimentalab está desenvolvendo metodologias e oficinas de formação para o uso de tecnologias digitais em projetos educacionais e pesquisa social. Queremos reunir pessoas interessadas para organizar coletivamente um conjunto de oficinas a serem oferecidas na Unifesp para professores, educadores sociais e agentes culturais.

    Compartilhem este convite com possíveis interessados e compareçam!

    Para mais informações entre em contato pelo pimentalab-extensao@riseup.net

    ou visite nosso site: http://extensao.milharal.org

    Organização: TransMediar e Pimentalab.

    Projeto de Extensão – EFLCH/Unifesp – Edital ProExt/MEC 2013

    Dia 20/07, às 9:oohs
    Unifesp - Campus Guarulhos
    Laboratório de aula (Unidade 1)

     

    cartaz20-07

  • Convite para Oficina Pimentalab: 29/06

    Convite para Oficina Pimentalab: 29/06

    Pimentalab convida para oficina de formação

    Convidamos professores, educadores sociais e agentes culturais que atuam no Bairro do Pimentas e região para participar de um encontro na Unifesp/EFLCH (Bairro do Pimentas).

    O Pimentalab está desenvolvendo metodologias e oficinas de formação para o uso de tecnologias digitais em projetos educacionais e pesquisa social. Queremos reunir pessoas interessadas para organizar coletivamente um conjunto de oficinas a serem oferecidas na Unifesp para professores, educadores sociais e agentes culturais.

    Compartilhem este convite com possíveis interessados e compareçam!

    Para mais informações entre em contato pelo pimentalab-extensao@riseup.net

    ou visite nosso site: http://extensao.milharal.org

    Organização: TransMediar e Pimentalab.

    Projeto de Extensão – EFLCH/Unifesp – Edital ProExt/MEC 2013

    Dia 29/06, às 10h
    Unifesp - Campus Guarulhos
    Laboratório de aula (Unidade 1)

     

    cartaz29junho

  • Oficina – introdução ao GvSIG

    SIG: Informacao Espacial com informacao alfanumerica
    Bodahammer: o sig como organismo de defesa para orientar a enorme quantidade de informações que temos – integrador de informação
    John Snow: medico ingles – exemplo de uso
    livro: o mapa fantasma
    Visao: hipertrofiada na modernidade.
    Softwares:
        ArqGIS – proprietario
        SvSIG: http://www.gvsig.org
        QuantumGIS
    Gvsig: surge em 2004, em valencia, por conta de uma lei que obrigava os orgãos publicos a usar sodtwares livres
    Mito: somente software proprietario tem suporte tecnico.
    Software Livre: cria comunidade de aprendizado
    USANDO O SVSIG:
    Vista:camadas de informacao visual.
    Tabela: dados alfanumericos numa tabela
    Mapa: aquilo que vou imprimir.
    Projeção: colocar algo tridimensional como bidimensional
    Datum: ponto de informacao onde o dado coincide com o real.
    GoogleMaps – usa projecao wgs84
    Nos vamos usar a projecao EPSG:29193
    1. Criar vista
    2. Nomear arquivo
    3. Em propriedades definir projeçao mais adequada.
    Há dois tipos de mapas:
        -Raster: imagens de satelite, fotografia aerea
        -Vetorial: pontos, polignos,
    Endereço vem sem coordenadas geograficas. é preciso entrar no googlemaps e buscar as coordenadas (latitude longitude)
    No LABS DO GOOGLE MAPS
    ATIVAR LatLng Tool Tip
    COLOCA O CURSOR EM CIMA, APERTA O SHIFT
    CLICAR COM BOTÃO DIREITO E CLICAR EM DROP MARKER E COPIAR A COORDENADA
    Site para fazer a conversao de coordenadas latitude-longitude: http://splink.cria.org.br/conversor
    entrada: os dados do googlemaps estao em graus decimais, OBS: inverter a ordem latitude X longitude – trocar virgula do numero por ponto e manter a virgula entre as coordenadas
    formato de saida: UTM, SAD69, Zona (nosso caso SP) = 23.
    Criar tabela
    Importar tabela em CSV
    dados das tabelas em csv
    Janela -gestor de projeto – tabela – novo- adicionar a tabla csv – mudar o formato para CSV
    Janela – vista
    Vista – camada de enventos
    X – longitude longsad69
    Y – latitude latsad69 (altura, com relacao à linha do equador)
    zoom na camada
    ruas de guaruhlos (exemplo)
    adicionar camada com essas ruas (que sao os mapas das ruas vetorizados) em .shp formato de vetor
    USO de Filtro
    Salvar para selecao
    Depois…CAMADA e export para SHP file.
  • Formação: Software Livre e Direitos Autorais

     

    Dia 8 de maio, no Arquivo do Estado, junto ao grupo de pesquisa HÍMACO, vamos nos reunir para discutir o uso de software livres e suas relações com os direitos autorais.

    Selecionei abaixo algumas referências teóricas sobre o tema. O material abaixo foi utilizado no curso Sociedade e Tecnologias Digitais, no semestre passado, e está integralmente disponível aqui: http://pt.wikiversity.org/wiki/Sociedade_e_Tecnologias_Digitais/2012

    • Richard Stallman. (ordenados por ordem de prioridade. O Manifesto GNU é mais longo, voces podem se concentrar no 3 primeiros textos)
    • Lawrence Lessig. Cultura Livre, capítulo 10, “Propriedade”.

     

    Complementar
  • Encontro Imagético e Discussão dos trabalhos

    Imagens disponíveis em:

    PROEXT: https://extensao.milharal.org/category/pesquisa-de-campo/fotografia/

    PIBID: https://pibid.milharal.org/category/fotografia/

    Quarta-feira, 20 de março de 2013.

    18:00-20:00hs

    Presentes: Racin, Marcella, Edsonia, Tiely, Julia, Mariana, Aline, Rodrigo Pedro.

    Visualizamos as imagens selecionadas de cada um e fizemos uma breve discussão sobre as fotografias.

    Roteiro:

    (1) visualização das imagens selecionadas de cada um (sem comentários).

    (2) autor fez comentários sobre suas imagens.

    (3) demais presentes podiam fazer comentários sobre as imagens após relato do autor.

     

  • Oficina TICs na EFLCH 07-03-2013

    Ata reunião PImentalab: 07032013
    https://anotador.sarava.org/p/oficina07032013
    presentes: Dani, Mari, Emerson, Alvaro, Marcella, Henrique, Racin, Edsonia, Aline, Aymbere, Tiele
    Edição de Imagens
    • GIMP
    • ImageMagick
    para utilizar programa ImageMagick:
    1 – abrir terminal do linux (CTRL + ALT + T)
    2 – para edição de várias fotos $ mogrify -geometry 900×650 *.JPG
    Para informações sobre programas via terminal digitar: $ man ‘nomedoprograma’
    Exemplo de uso de listas de discussao: http://lists.indymedia.org/
    Exemplo de uso de ferramenta wiki:
    Blogs:
    https://extensao.milharal.org    : colocar botão inicio de página! – para inicio de pagina clicar na foto principal acima
    Formas de organização do blog: post
    Proxy
    digitar endereço e clicar em ‘GO’
    Aviso: clicar em ‘continue anyway…’
    Como configurar no N-1 para receber notificações de outros grupos:
    -clicar na parte superior do painel em configfuraçõpes
    -clicar no canto esquerdo painel em “notificaçoes de comunidades”
    -selecionar mailling list ou email.
    Organização BLOGs (Pibid-Extensão)
    Inserir as fotos em uma galeria de imagens e inserir num post.
    • Galeria
    no painel procurar por gallery
    adicionar nova galeria e subir arquivos
    Exemplo de mapa do grafite Curitiba