Tag: oficina

  • Oficina Instalação do Servidor Pimentalab

    Oficina Instalação do Servidor Pimentalab

    DSC00070-peqNo dia 09/10 foi realizada uma oficina de instalação do servidor Pimentalab. Na ocasião acompanhamos a instalação feita pelo tecnoativista Marcelo Tech.

    De acordo com o projeto original “[…] construção do sistema de informação e plataforma web com servidor autônomo em funcionamento (sempre com software livre).” Um dos objetivos do servidor seria funcionar em apoio a uma rede de blogs de grupos de pesquisa.

    Para a instalação optamos por algumas configurações a fim de minimizar os riscos relativos à segurança do servidor:

    Gerenciador de Volume Lógico

    O LVM[1] (Logical Volume Manager), ou Gerenciador de Volume Lógico, permite que o disco rígido (HD) seja redimensionado com facilidade. Com o LVM é possível criar partições lógicas que se estendem pelos volumes físicos, portanto, as partições não ficam limitadas pelo tamanho dos discos individuais, mas sim por um volume cumulativo. Posteriormente é possível adicionar um disco para redimensionar as partições. para mais informações acesse aqui.

    Na instalação do Debian é possível escolher a opção de LMV criptografado. A opção “para iniciantes” cria apenas uma partição para o diretório /home, mas é possível configurar manualmente o LVM criptografado. A dica para o o LVM criptografado manualmente é primeiro criar uma partição para o /boot (que não pode ser criptografada), depois criar a criptografia para o restante do hd e por último configurar o LVM.

    DSC00060-peq

    Criptografia de Disco

    A criptografia de disco serve para proteger os dados no caso de roubo ou perda do computador ou disco rígido. O padrão de criptografia utilizada na instalação do linux é AES[2] com chave de 256 bits, ou seja, um algoritmo de chave simétrica[3] onde existe apenas uma chave (senha) para as operações de cifragem e decifragem.

    Para se quebrar uma chave de segurança desse tipo de criptografia, um ataque comum de força bruta (programas testam por palavras de dicionário) demoraria alguns milhões de anos se a senha for bem configurada: acima de 25 caracteres, com letras e números, maiúsculas e minúsculas e caracteres especiais. Um caso bem conhecido de tentativa de quebrar senhas de criptografia foi o que envolveu o FBI e os discos rígidos de Daniel Dantas, preso na operação Satiagraha da Polícia Federal em 2008.

    Bootless

    “Bootless é uma integração tecnológica que permite um computador criptografado a permanecer sem gerenciador de partida (bootloader), de modo que grampos em software sejam difíceis de serem instalados. O Bootless é um gerenciador de partida em software livre instalado numa mídia removível e utilizado para inicializar computadores. É baseado no git-annex e no GNU Grub. É previsto suporte inicial para o sistema operacional Debian. O Bootless atualmente usa a Hydra Suite.”[4]

    Tipos de ataque à criptografia

    Quando um sistema operacional é instalado, o boot é inserido na MBR (Master Boot Record) o primeiro setor de um hd, onde também se localiza a tabela de partições. O boot do computador é o primeiro processo responsável para iniciar o sistema operacional, e portanto, não pode ser criptografado.

    Se uma pessoa tiver acesso físico ao computador ela poderá se utilizar dessa vulnerabilidade de arquitetura dos computadores. Uma técnica, conhecida como Evil Made Attack[5], pode ser utilizada para infectar o carregador do True Crypt (software utilizado para criptografia de disco na instalação do linux). Utilizando o bootless, minimizaria os riscos de alguém que tiver acesso físico ao servidor inserir um backdoor[6] no sistema.

    Cultura de Segurança

    Além dessas possibilidades de implementação de segurança, um sistema seguro é um sistema atualizado. Isso minimiza os riscos de ataque através de vulnerabilidades de software. Para sistemas GNU/Linux existe o manual de segurança do Debian[7] bem interessante, onde é possível conhecer algumas ferramentas úteis para auditoria do sistema.

    Referências

    • [1] Instalando o Linux com LVM – http://www.hardware.com.br/artigos/linux-lvm/
    • [2] AES (Advanced Encryption Standart) https://pt.wikipedia.org/wiki/Advanced_Encryption_Standard
    • [3] Algoritmo de chave simetrica – https://pt.wikipedia.org/wiki/Algoritmo_de_chave_sim%C3%A9trica
    • [4] Bootless – https://bootless.sarava.org/index.pt/
    • [5] Evil Maide Attack – http://sseguranca.blogspot.com.br/2010/02/evil-maid-attack-ataque-ao-truecrypt.html
    • [6] Backdoor – https://pt.wikipedia.org/wiki/Backdoor
    • [7] Securing Debian Manual – https://www.debian.org/doc/manuals/securing-debian-howto/ch-sec-tools.pt-br.html

    Mais informações

  • Encontro Oficina Tecnologias Digitais 16_06_2014

    Encontro Oficina Tecnologias Digitais 16_06_2014

    Como determinado em grupo no encontro anterior, no encontro do dia 16 realizado numa manhã de segunda-feira no campus Guarulhos da UNIFESP, trabalhamos com os dados coletados sobre a identidade virtual dos outros participantes, nossos “amigos secretos”, assim como sobre os grafos produzidos com o Gephi, através de nossa rede de relações no Facebook cujos dados foram baixados com o Netvizz.

    DSC00044
    Na primeira parte do encontro cada um dos participantes presentes desvendou seu “amigo secreto”, apresentando o modo como coletou as informações, ou seja, a metodologia escolhida. Suas percepções sobre a relação de cada um dos “pesquisados” com a questão da privacidade, da fronteira entre público e privado e do modo de construção e apresentação da DSC00049identidade na rede propuseram algumas questões mais específicas e levaram a algumas conclusões iniciais.
    Para a maioria das pessoas parece que o padrão de identidade fora das redes sociais era essencialmente profissional ou nas fronteiras desse campo, como por exemplo a formação, com muitas informações importantes e formais das pessoas, como números de RG e CPF, sendo obtidas através dos rastros de concursos prestados e seleções de vestibulares, etc., dentre outros documentos oficiais. No contraponto a esta dimensão estavam, em praticamente todos os casos, as redes sociais, mas de maneira mais específica o Facebook, no qual uma  identidade mais pessoal ou íntima era apresentada. Nesse ponto uma interessante questão abordada foi o papel do outro na construção dessas identidades, e de uma outra forma, mas ainda a respeito da mesma questão, estava o controle que possuímos nessa construção de nossa identidade na rede, já que na construção dessas memórias coletivas os dados que nos dizem respeito muitas vezes estão sob o domínio de terceiros e vice-versa.

     

    DSC00037A partir disso, a questão da tecnologia se fez presente como uma maneira de qualificar essas formas de produção de narrativas por dois motivos em especial: a rastreabilidade e controle sobre esses dados que hoje constroem nossa identidade, e seu condicionamento através de algoritmos, que determinam de antemão um campo de possíveis conteúdos a serem acessados. Esse campo “algorítmico” contribui para a expressão dessas aspectos que configurariam tais identidades, construindo assim um perfil já direcionado, que possui suas próprias implicações no que diz respeito aos usos que podem ser feitos dessas informações, como por exemplo indiciais.  O modo como as pessoas lidam então com esse aspecto da “exposição” também pode ser colocado em função de outros critérios, como por exemplo a idade dos usuários, com as crianças e adolescentes como grupos que, lidando de maneira naturalizada com as tecnologias digitais, estariam dentre os mais “vulneráveis” no que diz respeito a esse aspecto.

     

    Depois dessa análise, falamos sobre o uso do Netvizz e do Gephi para a elaboração dos grafos que zildeterepresentam nossa rede de relações no Facebook, e também sobre os possíveis usos que poderíamos fazer dele enquanto ferramenta de pesquisa, para abordar as questões relacionadas à sociabilidade e tecnologias digitais.
    Por último trabalhamos em algumas hipóteses sobre o que poderíamos realizar de maneira mais concreta a partir das questões e dados levantados no encontro.
    Confira abaixo os grafos da rede de relações dos participantes do segundo encontro da oficina:
    tarcisio
    renatajeniferestelagrafo Juliana
  • Roteiro da Oficina com Educadores – 31-05-2014

    Roteiro da Oficina com Educadores – 31-05-2014

    Introdução

    Temática: Ecossistema de Comunicação e Relação Poder-Saber

    Práticas de conhecimento contra-hegemônico e reconfigurações
    politico-sociais
    O que podemos aprender com coletivos de hackers; arte-política;
    tecnoativistas; pedagogias radicais?

    Metodologias e principios políticos comuns: (entre hackers,
    pesquisadores e educadores radicais):
    *pragmática: foco na ação. São as reverberações da ação que constituem o
    sentido.
    *prototipagem: criação de protótipos que criam novas possibilidades de
    entendimento e reflexão sobre o problema.
    *participação mais horizontal e diversa entre especialistas
    (cientistas/professores) e amadores.
    *visibilidade: formas de comunicação e produçao de inteligibilidade.

    Sociedade Tecnológica e Sociedade de Controle: exige a emergência de
    tecnocidadãos (novos atores cognitivo-políticos):

    *relação de autonomia com o conhecimento (I-Pistemology)
    *apropriaçao crítica das tecnologias
    *conhecimento motivado e significativo.
    *aprendizado teórico-prático
    *novas redes de colaboração e partilha = commons digital.

    1.Apresentação rapida dos participantes

    2.Aquecimento:

    DSC00013

    *imagem para discussao
    *questoes relativas ao ecossistema de comunicação

    3.Apresentação da proposta da atividade

    [veja acima]

    *o que não faremos: não é um curso!
    *espectativa: iniciar exercicio hoje e desdobra-lo em mais 1-2 encontros

    3.1 Objetivos:

    DSC00020*criar situação de produção colaborativa de conhecimento sobre um
    problema comum mediante o uso de TICs.
    *desenvolver conhecimentos e práticas que poderão ser aplicadas em
    situações distintas
    *uso e apropriação de TICs conforme a demanda da situação
    *desenvolver formas de produção colaborativa
    *desenvolver metodologia de pesquisa participativa

    3.2 Processo:

    DSC00005*discussão coletiva para identificar problema/tema mobilizador (que será
    usado para o exercício)
    *análise do problema e construção da estratégica de investigação
    *estratégia de produção e coleta dos dados
    *sistematização e comunicação

     

    3.3. Estudo de Caso:

    Definir exemplo

    3.4 Exercício experimental busca articular as seguintes dimensões:

    [A] Conhecimento Local e Pesquisa ParticipativaIMG_1689

    *identificação de problema mobilizador
    *identificação dos indicadores (quali ou quanti)
    *produção, seleção e coleta dos dados
    *sistematização

    [B] Sociologia como Prática; Pesquisa-Ensino

    *como a sociedade de reproduz no nosso cotidiano
    *elementos de tensão e transformaçãoIMG_1677
    *materialidade das relações sociais
    *dimensão simbólica: imaginário, desejo, cultura

    [C] Mediação Sociotécnica da vida social

    *tecnopolítica
    *rastreabilidade, indiciabilidade
    *compartilhamento, formas de colaboração
    *transparência e abertura X controle e vigilanciaIMG_1712

    [D] Poética/Estética

    *conhecimento sensível
    *comunicabilidade
    *linguagens e modos de conhecer

    [E] Política

    *modos de organização social e tecnologias
    *relação saber-poder
    *autoridade, representação, deliberação
    *novos sujeitos cognitivos-político

    3.5 Discussão do Problema/Tema Comum (relacionado a tecnologia, vida e
    trabalho);

    [dinamica com tarjetas]
    O que está pegando?

    3.6 Toró de Idéias: como pesquisar e visibilizar este problema?

    [3 grupos com rodízio pelas estações]

    IMG_1722IMG_1727

    IMG_1723

    *quais sao os dados relevantes? Onde (pessoas e lugares) podemos
    perceber este problema?
    *como podemos produzir, registrar e coletar esses dados?
    *como podemos sistematizar, visibilizar, narrar, comunicar de maneira
    eficiente este problema?

    3.7 Conclusao Fase 1:

    *problema definido
    *indicadores definidos
    *campo definido: local/sujeitos
    *forma de produção e coleta de dados definido
    *definição das tecnologias de produção colaborativa para o
    desenvolvimento do processo.

  • Encontro – Educadores e Agentes Socioculturais – Tecnologias, Educação e Pesquisa Social

    Encontro – Educadores e Agentes Socioculturais – Tecnologias, Educação e Pesquisa Social

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    O Pimentalab realizará no dia 31 de maio um encontro dedicado à elaboração de um programa de formação no uso de tecnologias digitais. Para além das oficinas destinadas à apropriação crítica e criativa das tecnologias digitais na confluência de práticas educativas, pesquisa ou intervenção social, esperamos que esses encontros contribuam para o fomento de uma rede de colaboração expandida e aprendizagens mútuas. Nossa expectativa é fazer já neste primeiro encontro um experimento de formação, planejamento e mão-na-massa (ou melhor, nas máquinas).

    Público participante: educadores, professores do ensino médio (sociologia, história, geografia e filosofia), agentes sociais e culturais.
    Local: Unifesp/EFLCH – Guarulhos
    Dia: 31 de maio de 2014
    Horário: 9hs às 13hs.

    Inscrições: até 26 de maio.
    Enviar email para: pimentalab-extensao@riseup.net
    Com as seguintes informações:
    (1) nome, email e telefone para contato
    (2) breve apresentação e qual o interesse e motivação.

    Dispomos de vagas limitadas tanto pelo espaço que será utilizado como pelas possibilidades do trabalho em grupo.

    Para conhecer mais sobre nossas ações visite:
    http://extensao.milharal.org
    http://blog.pimentalab.net
    http://ensinosociologia.pimentalab.net

    Aqui, um exemplo de uma das oficinas que realizamos com professores em 2013: https://extensao.milharal.org/atividades/professores-rede-publica-2013/

  • Oficina com professores de Sociologia de Guarulhos

    Oficina com professores de Sociologia de Guarulhos

    A importância do tema

    A oficina “Comunicação” foi uma tentativa de interação e promoção da sensibilidade dos professores da rede pública de Guarulhos para usos alternativos das tecnologias da informação através da realização de experiências de campo, registro multimídia, sistematização e publicação online, mobilizando principalmente outras linguagens além da escrita (fotografia, audiovisual, cartografia).

    A proposta foi promover uma experiência com os docentes que aguçasse a percepção para determinadas práticas, discussões e problemas relacionados ao uso das tecnologias digitais e sua relação com a vida cotidiana e o ensino de sociologia, tais como: as formas como as paisagens midiáticas se apresentam na cidade; como se coloca o direito à comunicação em nosso cotidiano; a relação entre ciberespaço e territórios materiais; e como as tecnologias modificam nossas formas de acesso à informação, comunicação e organização social.

    Para que serve?

    1. Desenvolvimento e difusão junto aos participantes, de novas habilidades direcionadas à apropriação tecnológica que permitam uma utilização alternativa dos dispositivos de comunicação digital;
    2. Produzir novos conhecimentos sobre os processos sócio-organizacionais numa  determinada região e sua relação com a dinâmica comunicacional. Quais as  mudanças na ecologia comunicacional de uma determinada região? Como ela se  relaciona ao direito à comunicação, às formas de acesso, regime de  propriedade e práticas de uso das tecnologias de informação?;
    3. Desenvolvimento e difusão de metodologias sócio-culturais de produção colaborativa de conhecimentos através de TICs voltadas à pesquisa social aplicada.

    Oficina

    A oficina foi programada para ser realizada em dois dias (29/08 e 05/09) com intervalo de uma semana para dar tempo de organizar o material produzido no primeiro dia.

    1º dia de Oficina

    No primeiro dia da oficina após a chegada e apresentação de todos os participantes foi criado um pad coletivo, onde os professores colocaram seus nomes, emails e apresentaram algum blog que já possuíam, após esse momento, foi feita a apresentação dos objetivos da Oficina, introduzindo algumas questões sobre comunicação, tecnologias e sociedade. Logo após foram apresentados outros trabalhos do Pimentalab e seguiram algumas ações planejadas para a Oficina como a criação de listas de discussões e a ferramenta para criação de questionário do Google Docs, onde os professores responderam um questionário sobre Modos de Uso da Internet.

    Após um intervalo, foi iniciada uma breve discussão sobre “Comunicação”, buscando refletir sobre as concepções que giram em torno do tema, suas formas, acesso, seu papel em nossa vida cotidiana, etc.

    CIMG6725_pqnOs professores foram então divididos em dois grupo para que seguíssemos para a atividade em campo, observando como as questões discutidas apareciam no bairro

     

    Confira abaixo o relato do percurso dos dois grupos:

    •  Relato grupo 1 (lan house/telecentro)

    O primeiro grupo ficou de fazer um percurso até a “Lan WEB” e depois voltar ao Telecentro localizado no CEU-Pimentas. Pelo trajeto os(as) professores(as) se depararam com a comunicação nas suas mais diversas expressões: o Palhaço Abobrinha, que usa o facebook para divulgar seu trabalho; a Banca “Deus é Fiel” do vendedor de panelas e seu rádio usb; a Banca de Jornal que não costuma atrair muitos jovens e também aproveitaram para entrevistar alguns senhores que encontraram pelo caminho a fim de perceber como a comunicação se alterou ao longo do história.

    Ao chegar no primeiro destino, a Lan House, tivemos a oportunidade de entrevistar tanto o funcionário quanto uma usuária a respeito dos meios de comunicação mais utilizados naquele estabelecimento.  Após as entrevistas na Lan House, que confirmaram um “prognóstico” sobre os modos de uso da comunicação na internet (facebook), voltamos para o CEU-Pimentas a fim de entrevistar usuários(as) e os monitores do Telecentro Tecnologia Cidadã, da prefeitura de Guarulhos.

    Embora seja considerado um espaço que visa não só o acesso indiscriminado da internet, mas também um espaço de formação e orientação pedagógica, as entrevistas trouxeram à tona um modo de uso bem próximo ao da Lan House.

    Entrevistas:
    Lan House – https://soundcloud.com/pimentalab/sets/entrevistas-oficina-pimentalab
    Telecentro – https://soundcloud.com/pimentalab/sets/oficina-pimentalab-telecentro

    • Relato grupo 2 (Hospital e Centro de referência DSTs)
    trajeto_saudetrajeto realizado pelo grupo 2 (visualizado no Google Maps)

    O segundo grupo fez um percurso em direção ao centro de referência em DSTs/Aids do Parque Jurema, no caminho passamos pelo Hospital Municipal Pimentas-Bonsucesso, onde os professores observaram o local e abordaram algumas pessoas, levantando questões consideradas relevantes para o grupo como a presença e visibilidade da UNIFESP no bairro, por exemplo. Passamos também por duas escolas públicas onde os professores observaram os muros das escolas e o que eles comunicavam. Chegando no Centro de Saúde – SAE Carlos Cruz, fomos recebidos pela psicóloga responsável pelo Centro. Ela nos falou sobre as formas de comunicação com a população local estabelecidas pelo centro e o posicionamento da prefeitura em relação a essas ações, assim como alguns obstáculos enfrentados nesse processo. Os professores levantaram questões e observaram o local. O registro do encontro  se deu pela captura de áudio e fotografias.  No retorno passamos por uma Lan House localizada na Av. Jurema e retornamos para nos encontrarmos com o outro grupo. Durante todo o trajeto, os professores registraram com fotografias as formas de comunicação mais relevantes que perceberam no bairro como os carros de som, lambe-lambe, grafite e faixas.

    2º dia de Oficina

    Já o segundo dia da Oficina teve início com uma conversa sobre os possíveis desdobramentos da primeira parte da Oficina no cotidiano dos professores. As questões centrais foram retomadas como: O que é comunicação? Como a cidade se comunica? E o que podemos aprender de maneira sensível, olhando, ouvindo ou caminhando pelo bairro, pela cidade.

    O material produzido na saída de campo foi analisado, observando e discutindo sobre as fotografias, mapas e áudio coletados.

    Na segunda parte do dia houve uma breve discussão a respeito das mídias livres, com a apresentação de um vídeo sobre rádio livre, produzido por colegas da universidade, entre eles uma das alunas integrantes do Pimentalab. Também foi discutido a importância da utilização de softwares livre, compreendendo que a utilização dos mesmos traz consigo um posicionamento político, uma vez que priorizam a liberdade do usuário e possibilitam uma cooperação livre, sem permissões, dos usuários e desenvolvedores.

    Blog – Sociologia Global

    Na construção do blog o primeiro passo foi escolher um nome, que deveria fazer sentido para o trabalho realizado, ao mesmo tempo que não restringisse possibilidades futuras de uso. Decidimos então que seriam produzidos dois posts, sobre as experiências dos dois grupos durante o trabalho de campo realizado no primeiro encontro. Os professores redigiram textos sobre suas experiências e reflexões e escolheram as imagens que acompanharam os posts.

    Após  isso, os professores colocaram a “mão na massa” para a construção do  blog com os materiais produzidos durante a oficina. Nesse processo eles tiveram contato com os processos para subir fotos e textos para um blog além de participar ativamente na escolha do template. Também foram apresentados à edição de imagens, áudio e mapas.

    blog_professoresblog criado pelos(as) professores(as) no wordpress

    Tutoriais produzidos a partir da oficina:

    Relatos da Oficina

    Racin – https://extensao.milharal.org/2013/10/19/rlato-oficina-professores-racin/
    Marcella – https://extensao.milharal.org/2013/11/09/relato-oficina-professores-marcella/
    Aymbere – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-aymbere/
    Juliana – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-juliana/
    Profª Aureni – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-aureni-2/
    Profº Ricardo – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-ricardo/
    Profª Maria José – https://extensao.milharal.org/2013/11/10/relato-oficina-professores-prof-maria-jose/

    Roteiros da Oficina

    https://extensao.milharal.org/2013/11/11/roteiros-oficina-professores/

    Making-off da Oficina

    https://extensao.milharal.org/2013/12/04/fotos-oficina-para-professores-de-sociologia/

    Categorias:extensão: foi a primeira categoria (é a padrão), não pode ser excluída. Dá pra fazer uma gambiarra e colocar outro nome. Tirei todas as postagens dessa categoria.
    gestão do projeto: selecionei os posts referentes a essa categoria
    mapeamento: inicialmente era uma categoria para fazer o mapeamento de agentes e público interessado no pimentas. Como o xará disse, está bem confuso, pois há também mapeamento relativo as ferramentas de geoprocessamento. Sugiro criar uma categoria “cartografia” e separar o conteúdo tipo: postagens relativas ao público interessado, pimentas e região em “mapeamento”; mapas, cartografia, gps etc em “cartografia”
    oficinas fiz as sugestões do aymbere. Sub-categoria “roteiros”. Deixei “tutorial” separado, pois nem todos tutoriais vem das oficinas.

    Páginas:

    Criar Agenda via Calendário de Movimentos Sociais e inserir código html na página (ver rizoma.milharal)

  • Oficina professores sociologia – entrevistas

    Entrevistas realizadas durante a oficina de professor@s de sociologia da rede pública de Guarulhos (2013).

    Mais informações em https://extensao.milharal.org/atividades/professores-rede-publica-2013/

    • Entrevistas Telecentro CEU-Pimentas

    Monitores – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-monitores
    Usuário – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-usuario
    Usuário – https://soundcloud.com/pimentalab/telecentro-usuario2

    • Entrevistas Lan House

    Funcionário LanWeb – https://soundcloud.com/pimentalab/lanhouse-funcionario
    Usuária da LanWeb – https://soundcloud.com/pimentalab/lanhouse-usuario1

    • Entrevistas comércio local

    Banca de conserto de panelas – https://soundcloud.com/pimentalab/banca-deus-e-fiel
    Banca de jornal/revista – https://soundcloud.com/pimentalab/banca-jornal
    Palhaço Abobrinha – https://soundcloud.com/pimentalab/palhaco